Histórico para May, 2012
Permacultura, agrofloresta, alimentos orgânicos, e muito mais que você não associa ao Alemão
30/5
Complexo do Alemão, um complexo de favelas na Zona Norte do Rio de Janeiro, é talvez mais conhecido por sua história de violência relacionada ao tráfico de drogas e a ocupação da polícia. No entanto, os membros do projeto da organização Verdejar estão trabalhando para chamar a atenção para a área por uma razão completamente diferente.
O Verdejar foi fundado em 1997 por Luiz Carlos Matos Marins, conhecido como Luiz Poeta, que foi entrevistado pelo RioOnWatch antes de seu falecimento no final de 2011. A idéia de Poeta era criar trilhas e coleta de lixo na Serra da Misericórdia, que abriga o maior Continua >
Manchetes: Integração
14/5
Veja matéria original no RioChromatic aqui.
Basta um telefonema e tudo está ao seu alcance: Disque 1746 para achar mais de 300 serviços urbanos em um só lugar.
Algumas manchetes sobre o Brasil estão mais apropriadas a uma visão de mundo Vin Diesel do que para publicação, mas admiramos o entusiasmo deles:O Brasil infestado por usuários e vendedores de crack. Brasil reforça investigação sobre venda de empadas de carne humana. O ‘Jetman’ sobrevoa Rio de Janeiro.
Para de fato entender a realidade carioca, leia algumas destas histórias relatadas pela crescente comunidade de jornalistas estrangeiros no Rio.
Taylor Barnes (@tkbarnes) fala da mídia social no país com Continua >
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Carta resposta à matéria de O Globo “Vidigal terá hotel de charme cinco estrelas”
10/5
Edito um blog sobre o Vidigal, o Vidiga!, e rodando pelo morro, há algum tempo que ouço falar da construção de um pequeno hotel de luxo, mais especificamente no espetacular mirante do Arvrão, pelo renomado arquiteto Hélio Pellegrino.
Ouvia, também, à boca pequena, que a obra está em uma área de risco, e que o terreno é instável demais para uma obra tão pesada – que apesar de ter apenas dois andares, contará com uma piscina na cobertura.
Eis que nesta quarta-feira me deparo com uma matéria publicada pelo jornal O Globo, em que o arquiteto esclarecia sua visão inovadora: “O Vidigal Continua >
A remoção lenta e sofrida da Favela Metrô-Mangueira
8/5
A comunidade Metrô-Mangueira existe há 34 anos, desde a construção da estação do Metrô do Maracanã. Nordestinos vindos para trabalhar na obra foram os primeiros a construir seus barracos lá. Se chama Metrô-Mangueira por ocupar o espaço exatamente entre a estação do metrô e a Mangueira.
A comunidade foi crescendo, até chegar em aproximadamente 700 famílias. Nunca houve tráfico ou milícia. Todos com quem conversamos, inclusive vários que já foram removidos e voltaram para trabalhar, falaram bem da comunidade, dizendo que a vida lá era melhor do que nos condomínios para onde foram levados.
Em outubro/novembro de 2010: a Prefeitura entrou intimidando Continua >




