Artigos marcados com graffiti
Museu da Favela
12/10
Veja matéria original no RioChromatic aqui.
Esta é a vista a partir do Cantagalo.
Caminhe na Teixeira de Melo, em Ipanema, até você se deparar com um enorme elevador, dentro dele estará um atendente que irá te levar até o Cantagalo.
Cantagalo tem ruas estreitas.
Vista ridícula.
Sem sinais de Pare.
Arte de rua em todos os lugares.
Chinelos e churrasco.
Wellison e Bruno.
O que se passa Nicole?
Não olhe para baixo.
Agora você está entrando no Museu da Favela.
Fundamento filosófico: Nós estamos vivendo em um museu. Uma coleção vivendo em um Museu.
E o Museu é todo o Cantagalo.
Na noite de 29 de setembro no Museu da Favela – também Continua >
Instituto Wark: Graffiti na Rocinha
27/7
Marcos Rodrigo, também conhecido como “Wark da Rocinha”, há dez anos, foi o primeiro artista de graffiti da favela. Nativo da Rocinha foi pioneiro no movimento de graffiti na maior favela do Brasil, o que atraiu atenção e apertos de mão de proeminentes líderes brasileiros, incluindo Lula da Silva, ex-presidente do Brasil. Wark também promove exposições frequentes na cidade e recebe centenas de reais por suas obras.
Há dois anos, o grafiteiro decidiu passar seus conhecimentos aos membros mais jovens de sua comunidade, de modo que ele fundou o Instituto Wark, uma escola os para jovens na Rocinha para aprenderem e praticarem a Continua >
Warning: Creating default object from empty value in /homepages/21/d325976276/htdocs/favela/wp-includes/comment-template.php on line 663
Urbanização Maliciosa
17/5
“Fez da vida por aqui de mente erguida, sem mentira, com malícia me passou lição de vida.” Esses versos, imortalizados pelo rapper-poeta Sabotage, serviram perfeitamente para ilustrar a história desse coletivo denominado, coincidentemente ou não, Malícia Urbana Crew. O termo “crew”, que na língua inglesa significa tripulação, grupo de trabalhadores ou bando, foi apropriado por grafiteiros da periferia de todo o estado do Rio para identificar seus grupos. A Malícia está diretamente ligado a tudo o que passaram desde 2001 quando se conheceram no extinto programa “Jovens Pela Paz”, uma iniciativa do então governador Anthony Garotinho. “Passamos muita necessidade, a Continua >




