{"id":13450,"date":"2015-02-23T07:00:34","date_gmt":"2015-02-23T10:00:34","guid":{"rendered":"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=13450"},"modified":"2016-05-10T15:19:56","modified_gmt":"2016-05-10T18:19:56","slug":"a-linguagem-da-favela-parte-1-resistencia-cultura-e-identidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=13450","title":{"rendered":"A Linguagem da Favela Parte 1: Resist\u00eancia, Cultura e Identidade\u00a0"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/bit.ly\/1zpMdHw\" target=\"_blank\"><em><strong>Click Here for English<img decoding=\"async\" width=\"20\" height=\"20\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" \/><\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p><em>Esta \u00e9 a primeira\u00a0<\/em><em>de uma <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1LiSfzK\" target=\"_blank\">s\u00e9rie de tr\u00eas<\/a> sobre a l\u00edngua falada nas periferias do Rio de Janeiro.\u00a0<em><em>N\u00e3o deixe de ler a <\/em><a href=\"http:\/\/bit.ly\/1H2JyaW\" target=\"_blank\">Parte 2<\/a>\u00a0e a <a href=\"http:\/\/bit.ly\/27bj6FX\" target=\"_blank\">Parte 3<\/a>.<\/em><\/em><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: 13px;\">&#8220;A gente pegou a linguagem que n\u00e3o foi feita para a gente, que n\u00e3o \u00e9 nossa, e criou uma outra linguagem que \u00e9 nossa e que \u00e9 riqu\u00edssima! Mas ela n\u00e3o \u00e9 aceita. Pouco a pouco na medida que a gente vai criando conhecimento, \u00e9 assim que ela pode ser aceita, que ela deve ser aceita; ela \u00e9 riqu\u00edssima, ela \u00e9 invej\u00e1vel, e plaus\u00edvel. S\u00f3 que ela \u00e9 de outra academia, a academia da vida.&#8221; &#8211; Wesley Del\u00edrioBlack, rapper<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>A lingua representa a cultura de uma sociedade e as pr\u00e1ticas e atitudes que lhe d\u00e3o consist\u00eancia. Diferentes dialetos dentro de uma l\u00edngua n\u00e3o s\u00f3 representam grupos sociais diversos, mas refletem as rela\u00e7\u00f5es entre eles. O dialeto do grupo dominante em uma dada regi\u00e3o \u00e9 naturalmente refletido nas institui\u00e7\u00f5es governamentais e educacionais e representa o &#8220;dialeto padr\u00e3o&#8221;; os dialetos de comunidades que vivem nas periferias da sociedade s\u00e3o consequentemente marginalizados. Comum em outros lugares, essa din\u00e2mica \u00e9 marcada no Rio de Janeiro, onde a l\u00edngua falada nas \u00e1reas marginalizadas tem, de forma rotineira, sua legitimidade negada e ignorada, tida como um portugu\u00eas mal falado. Essa rejei\u00e7\u00e3o \u00e9 menos um veredito no que se refere aos m\u00e9ritos lingu\u00edsticos do dialeto&#8211;que \u00e9 de fato uma l\u00edngua pr\u00f3pria&#8211;e mais uma reflex\u00e3o sobre a aguda estratifica\u00e7\u00e3o e profunda desigualdade que caracteriza a sociedade brasileira. A l\u00edngua \u00e9 explorada como mais uma maneira de aumentar a dist\u00e2ncia entre a elite e os pobres, contribuindo para uma longa hist\u00f3ria de exclus\u00e3o e estigmatiza\u00e7\u00e3o dessas comunidades.<\/p>\n<p>Apesar dessa exclus\u00e3o, h\u00e1 resist\u00eancia. A linguagem das favela resiste \u00e0 marginaliza\u00e7\u00e3o e transcende as severas condi\u00e7\u00f5es de vida que permeiam muitas comunidades, usando de criatividade e inova\u00e7\u00e3o para desafiar os estere\u00f3tipos dominantes e resistir \u00e0 exclus\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguagem-da-favela-sarau-divergente.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-13455\" title=\"Sarau Divergente [http:\/\/on.fb.me\/1Lez1bH]\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguagem-da-favela-sarau-divergente.jpg\" alt=\"Sarau Divergente [http:\/\/on.fb.me\/1Lez1bH]\" width=\"640\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguagem-da-favela-sarau-divergente.jpg 1440w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguagem-da-favela-sarau-divergente-396x264.jpg 396w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguagem-da-favela-sarau-divergente-620x413.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguagem-da-favela-sarau-divergente-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><br \/>\nA revolta contra a conven\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica representa um desafio \u00e0s normas sociais e expressa um desejo por reforma. Esse fen\u00f4meno \u00e9 observado por\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1CuseGZ\" target=\"_blank\">linguistas, que percebem o uso da g\u00edria como marca de atitudes contestat\u00f3rias<\/a> e um afronto\u00a0em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s autoridades. Palavras convencionais s\u00e3o encontradas em lugares n\u00e3o-convencionais e express\u00f5es s\u00e3o libertadas das amarras gramaticais\u00a0do &#8220;dialeto padr\u00e3o&#8221; para serem manipuladas de novas formas. Substantivos, como o da frase &#8220;Pedro \u00e9 fechamento&#8221;, s\u00e3o revisitados como adjetivos, nesse caso, para significar &#8216;digno de confian\u00e7a&#8217;. Palavras s\u00e3o readaptadas para adquirir novos significados que destaquem um novo contexto: por exemplo, &#8220;bonde&#8221; \u00e9 usado para turma ou grupo de amigos. Palavras sonoras como p\u00e1, b\u00e1, bum ou pum s\u00e3o usadas como elipses verbais para enfatizar a\u00e7\u00f5es. &#8220;Vamos sair? Claro, <em>bum,<\/em> partiu, vamos&#8221;.<\/p>\n<p>Palavras sonoras t\u00eam duas\u00a0fun\u00e7\u00f5es, uma vez que tamb\u00e9m podem ser usadas para obscurecer o di\u00e1logo. Aqui, frases inteiras s\u00e3o substitu\u00eddas por uma \u00fanica palavra sonora, por exemplo &#8220;Vou fazer, se n\u00e3o p\u00e1&#8221;. A imprecis\u00e3o \u00e9 usada como estrat\u00e9gia interativa, tornando qualquer compreens\u00e3o inteiramente dependente de conhecimentos internos e de um contexto. A marginaliza\u00e7\u00e3o vivenciada por membros da comunidade \u00e9 portanto invertida para excluir n\u00e3o-membros. Substantivos\u00a0substitutas exercem um papel similar com\u00a0palavras como &#8220;parada&#8221;, &#8220;bagulho&#8221;, &#8220;merda&#8221; e &#8220;porra&#8221; sendo\u00a0usadas para substituir o objeto de uma frase. Por exemplo, &#8220;Fui pro bagulho&#8221; ou &#8220;ele tava falando daquela parada a\u00ed&#8221;. Em ambas as frases a &#8220;coisa&#8221; s\u00f3 est\u00e1 clara para os participantes da conversa.<\/p>\n<p>A l\u00edngua muitas vezes serve\u00a0como um c\u00f3digo secreto. Entretanto, ela n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 produto de uma tentativa ativa para restringir a compreens\u00e3o para o grupo falante da mesma, mas tamb\u00e9m s\u00e3o c\u00f3digos de comportamento que s\u00e3o integrantes da vida em comunidade. Moradores s\u00e3o fluentes nas maneiras de lidar com as invas\u00f5es da pol\u00edcia e chefes do tr\u00e1fico, reconhecendo o perigo e evitando certas \u00e1reas. A &#8220;lei de Murici&#8221; \u00e9 um termo que quer dizer fazer vista grossa ou manter segredo, muitas vezes necess\u00e1rio para a sobreviv\u00eancia. Essa sabedoria \u00e9 intr\u00ednseca \u00e0 l\u00edngua, onde tanto a ambiguidade e a criatividade s\u00e3o instrumentos importantes para lidar com certas situa\u00e7\u00f5es. Muitas vezes usar palavras diferentes para pol\u00edcia, por exemplo, tem o mesmo efeito de obscurecer frases com o mesmo substantivo. &#8220;Pila&#8221; e &#8220;pompeu&#8221; s\u00e3o apenas dois exemplos de palavras usadas em Acari para substituir &#8216;pol\u00edcia&#8217; que entraram e desapareceram do vocabul\u00e1rio da comunidade.<\/p>\n<p>A improvisa\u00e7\u00e3o adapt\u00e1vel \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da l\u00edngua da periferia. O vocabul\u00e1rio muda constantemente e os moradores est\u00e3o sempre criando neologismos. A estrutura coesa das comunidades permite que as novas palavras criadas entre amigos (em sua maioria jovens) se espalhem facilmente, enraizando a linguagem na realidade da comunidade. Cantores de funk s\u00e3o respons\u00e1veis tanto por inventarem novas g\u00edrias como por espalhar novas palavras para al\u00e9m da comunidade. O funk &#8220;Poxa vida&#8221;, por exemplo, foi respons\u00e1vel pela g\u00edria &#8220;wool&#8221;, que quer dizer &#8216;\u00f3timo&#8217; ou &#8216;legal&#8217;. Nesse sentido, cada comunidade cria o seu pr\u00f3prio vocabul\u00e1rio que reflete seu contexto \u00fanico, hist\u00f3rica e demograficamente. Essas palavras s\u00e3o difundidas para outras comunidades atrav\u00e9s da m\u00fasica ou de boca em boca, ganham popularidade fora da comunidade e se tornam convencionais, ou perdem popularidade e se extinguem, ou possivelmente at\u00e9 evoluem em significado, em processo org\u00e2nico.<\/p>\n<p>Algumas g\u00edrias da comunidade acabam sendo adotadas por fac\u00e7\u00f5es do tr\u00e1fico de drogas e se tornam identificadores territoriais. Por exemplo, comunidades controladas pelo Comando Vermelho usam g\u00edrias como &#8220;\u00e9 n\u00f3s&#8221; e o Terceiro Comando, por sua vez, usa &#8220;\u00e9 a gente&#8221;. S\u00e3o frases parecidas que refor\u00e7am simultaneamente o sentimento de comunidade \u00edntima e a divis\u00e3o territorial na comunidade.<\/p>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-13456\" title=\"Pol\u00edcia ocupa o Complexo do Alem\u00e3o\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao.jpg\" alt=\"Pol\u00edcia ocupa o Complexo do Alem\u00e3o\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao.jpg 1000w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao-352x264.jpg 352w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao-620x465.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao-174x131.jpg 174w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao-300x225.jpg 300w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/linguage-da-favela-policiais-no-Alemao-70x53.jpg 70w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da inova\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, a desumaniza\u00e7\u00e3o e estratifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o transformados em orgulho e sensa\u00e7\u00e3o de pertencimento. A linguagem afirma a identidade da favela e subverte as lutas representacionais pelas quais passaram seus moradores. Isso \u00e9 bem exemplificado pelas interpreta\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias da palavra &#8220;malandro&#8221;. Fora da comunidade \u00e9 um termo pejorativo que significa &#8216;canalha&#8217; ou &#8216;trapaceiro&#8217;. Entretanto, dentro das favelas, &#8220;malandro&#8221; \u00e9 sin\u00f4nimo de intelig\u00eancia. Bezerra da Silva declara no document\u00e1rio Onde a Coruja Dorme\u00a0que &#8220;O malandro \u00e9 a pessoa inteligente&#8230;. A palavra malandro quer dizer: intelig\u00eancia. E quando um homem \u00e9 pobre ele n\u00e3o pode ser inteligente, ent\u00e3o vira malandro. Mas, no sentido de que ele vive a margem da lei&#8221;. O document\u00e1rio aborda esse conflito, mostrando a diferen\u00e7a entre &#8220;malandro&#8221; e &#8220;bicho&#8221;, palavra que pode ser usada para se referir a um bandido descuidado, violento, explicando que, dado o conceito de malandro, um bicho \u00e9 um ot\u00e1rio.<\/p>\n<p>A linguagem das periferias \u00e9, acima de tudo, f\u00e9rtil e cheia de vida, at\u00e9 sob imensa press\u00e3o. A riqueza, sutileza e versatilidade da linguagem serve para refutar tentativas de estereotip\u00e1-la e desligitim\u00e1-la. Os pr\u00f3ximos dois artigos dessa s\u00e9rie examinar\u00e3o o estigma atrelado \u00e0 linguagem e as formas art\u00edsticas que promovem seu valor.<\/p>\n<p><em>Essa \u00e9 a primeira\u00a0parte de uma <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1LiSfzK\" target=\"_blank\">s\u00e9rie de tr\u00eas partes<\/a> sobre a linguagem falada nas periferias do Rio de Janeiro.<\/em><\/p>\n<p><i>Gitanjali Patel \u00e9 graduada em Espanhol e Portugu\u00eas pela Universidade de Oxford e atualmente trabalha como pesquisadora especializada em linguagem, cultura e sociedade brasileira. Ao longo dos \u00faltimos anos vem pesquisando estrat\u00e9gias anti-corrup\u00e7\u00e3o na America Latina.<\/i><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English Esta \u00e9 a primeira\u00a0de uma s\u00e9rie de tr\u00eas sobre a l\u00edngua falada nas periferias do Rio de Janeiro.\u00a0N\u00e3o deixe de ler a Parte 2\u00a0e a Parte 3. &#8220;A gente pegou a <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=13450\" title=\"A Linguagem da Favela Parte 1: Resist\u00eancia, Cultura e Identidade\u00a0\">[&#8230;]<\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":137,"featured_media":13520,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1632,345,342],"tags":[386,592,81,421,1306,502,1208,1169,1413,1304,588,1412,814,1685,218],"writer":[1406],"translator":[1176],"source":[],"ilustrador":[],"fotografo":[],"class_list":{"0":"post-13450","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-pesquisa-e-analise","8":"category-favela-e","9":"category-solucoes","10":"tag-estigma","11":"tag-acari","12":"tag-cultura","13":"tag-cultura-da-favela","14":"tag-exclusao","15":"tag-funk","16":"tag-linguagem","17":"tag-linguistica","18":"tag-marginalizacao","19":"tag-organizacao-criativa","20":"tag-pesquisa","21":"tag-producao-cultural","22":"tag-segregacao","23":"tag-serie-linguagem-da-favela","24":"tag-zona-norte","25":"writer-gitanjali-patel","26":"translator-fernanda-lacerda"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.6 - 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