{"id":17416,"date":"2015-12-13T10:30:20","date_gmt":"2015-12-13T13:30:20","guid":{"rendered":"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=17416"},"modified":"2015-12-18T08:45:52","modified_gmt":"2015-12-18T11:45:52","slug":"evento-no-studio-x-rio-analisa-os-quilombos-de-hoje-e-apresenta-o-novo-circuito-da-heranca-africana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=17416","title":{"rendered":"Evento no Studio-X Rio Analisa os Quilombos de Hoje e Apresenta o Novo Circuito da Heran\u00e7a Africana"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em><strong><a href=\"http:\/\/bit.ly\/1R6dPIl\" target=\"_blank\">Click Here for English<img decoding=\"async\" width=\"20\" height=\"20\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/strong><\/em><\/p>\n<p>No dia 19 de novembro, o Studio-X Rio sediou o evento <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1Q94XTk\" target=\"_blank\">Quilombo do Presente \/ Quilombo do Futuro<\/a>, que explorou o significado dos <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1ykJIW4\" target=\"_blank\">quilombos<\/a> de hoje. Realizado na v\u00e9spera do <a href=\"http:\/\/bit.ly\/HQ9VTK\" target=\"_blank\">dia da Consci\u00eancia Negra<\/a>, o evento reuniu pesquisadores e profissionais das \u00e1reas de hist\u00f3ria, arte, arquitetura e urbanismo para compartilharem conhecimentos sobre o significado especial e simb\u00f3lico dos quilombos no Brasil do s\u00e9culo 21.<\/p>\n<p>Originalmente, os quilombos eram comunidades de ref\u00fagio estabelecidas por escravos que fugiram como forma de <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1piRAgk\" target=\"_blank\">resist\u00eancia<\/a> ativa e sobreviv\u00eancia em meio ao <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1S9AAtc\" target=\"_blank\">brutal e longo<\/a> per\u00edodo da <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1Hg4Zj3\" target=\"_blank\">escravid\u00e3o<\/a> no Brasil. O evento do Studio-X descreve: &#8220;O quilombo \u00e9 tanto mito e realidade na sociedade brasileira. Desde a\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1NUay9x\" target=\"_blank\">Constitui\u00e7\u00e3o de 1988<\/a>, ele existe como territ\u00f3rio reconhecido pelo poder p\u00fablico, mas desde o surgimento do movimento negro, tamb\u00e9m como s\u00edmbolo da\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1ruUDso\" target=\"_blank\">cultura afro-brasileira<\/a>. Nessa v\u00e9spera do\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1NhbS9g\" target=\"_blank\">Dia do Zumbi<\/a>, o Studio-X assume o tema para perguntar o que significa o quilombo hoje, tanto como territ\u00f3rio f\u00edsico e simb\u00f3lico na paisagem rural e urbana \u2013 do interior do estado do Rio de Janeiro at\u00e9 o centro da cidade&#8221;.<\/p>\n<p>O evento foi dividido em duas partes: o primeiro painel discutiu a pr\u00e1tica de historiadores que trabalham diretamente com comunidades quilombolas para documentar pr\u00e1ticas culturais e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero. O segundo painel explorou o atual projeto urbano e o <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1zkioX8\" target=\"_blank\">Circuito da Heran\u00e7a Africana<\/a> na <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1cVBDvL\" target=\"_blank\">regi\u00e3o do Porto<\/a> do Rio, um local de grande import\u00e2ncia para a hist\u00f3ria brasileira.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rsz_12241740_1017809224905867_7040971905641254072_n.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-17502 size-medium\" title=\"Da ssquerda para a direita: moderador Tulio Cust\u00f3dio, as historiadoras Maril\u00e9a de Almeida e Hebe Mattos\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rsz_12241740_1017809224905867_7040971905641254072_n-620x441.jpg\" alt=\"rsz_12241740_1017809224905867_7040971905641254072_n\" width=\"620\" height=\"441\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rsz_12241740_1017809224905867_7040971905641254072_n-620x441.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rsz_12241740_1017809224905867_7040971905641254072_n-371x264.jpg 371w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/rsz_12241740_1017809224905867_7040971905641254072_n.jpg 905w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<h3>Quilombo do Presente \/ Quilombo do Passado<\/h3>\n<p>A primeira apresenta\u00e7\u00e3o foi da historiadora <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1LvrPnQ\" target=\"_blank\">Maril\u00e9a de Almeida<\/a>\u00a0que investigou a experi\u00eancia de mulheres quilombolas. Em sua pesquisa Maril\u00e9ia\u00a0entrevistou mulheres lideran\u00e7as das comunidades quilombolas de <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1QFMNYW\" target=\"_blank\">Santana<\/a>\u00a0e <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1PLOynf\" target=\"_blank\">S\u00e3o Jos\u00e9 da Serra<\/a>\u00a0no Sul do Estado do Rio de Janeiro, para &#8220;tornar vis\u00edveis as m\u00faltiplas experi\u00eancias dessas mulheres negras quilombolas ao negociarem, traduzirem e problematizarem os discursos sobre seus corpos&#8221;. Maril\u00e9ia citou que temos oficialmente registradas em torno de 2400 comunidades remanescentes no Brasil, das quais <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1qNF1ux\" target=\"_blank\">apenas 216 possuem o t\u00edtulo definitivo de seus territ\u00f3rios<\/a>. Ela estima que incluindo as comunidades n\u00e3o oficialmente reconhecidas, o n\u00famero de quilombos no Brasil pode ser maior que 5000.<\/p>\n<p>Maril\u00e9ia de Almeida discutiu o processo de \u201cse tornar quilombola\u201d e o caminho de orgulho que a mulher nessas comunidades atravessa na negocia\u00e7\u00e3o de suas subjetividades e poder. No entanto, ela destacou que a hist\u00f3ria da resist\u00eancia negra \u00e9 dominada por figuras her\u00f3icas como <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1NhbS9g\" target=\"_blank\">Zumbi de Palmares<\/a> que enra\u00edzam a identidade negra na experi\u00eancia heterossexual masculina e que essas narrativas dominam e desumanizam as mulheres negras.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o passou a explorar os v\u00e1rios significados da pr\u00e1tica cultural do <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1OXrctV\" target=\"_blank\">jongo<\/a>, uma dan\u00e7a e g\u00eanero musical origin\u00e1rio de comunidades quilombolas, e como estes se relacionam com a experi\u00eancia, a resist\u00eancia, o corpo e o processo de &#8220;<em>tornar-se quilombola<\/em>&#8220;:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Para uns, o jongo \u00e9 um fazer pol\u00edtico; para outros, ainda h\u00e1 um sentido religioso. Alguns n\u00e3o desejam ficar presos aos significados do passado; outros o transformaram em espet\u00e1culo ou em uma pr\u00e1tica ligada apenas ao divertimento. Esses saberes apontam que as pr\u00e1ticas culturais e seus significados s\u00e3o constru\u00eddos por aqueles que o praticam por meio de sentidos sempre provis\u00f3rios e situados. A incorpora\u00e7\u00e3o desses saberes \u00e0 narrativa historiogr\u00e1fica desloca o foco da morte do estere\u00f3tipo para a vida que pulsa nos corpos de forma sutil, provis\u00f3ria e contingente.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>A historiadora <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1Yrq18E\" target=\"_blank\">Hebe Mattos<\/a>\u00a0fez uma apresenta\u00e7\u00e3o sobre &#8216;<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1XllPVt\" target=\"_blank\">Passados Presentes &#8211; Mem\u00f3ria da Escravid\u00e3o no Brasil<\/a>&#8216;, um projeto que visa reconhecer as hist\u00f3rias dos quilombos e estimular um<a href=\"http:\/\/bit.ly\/18lJFqY\" target=\"_blank\"> turismo<\/a> de mem\u00f3ria no estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><iframe src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/143078793\" width=\"620\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>De acordo com o <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1XllPVt\" target=\"_blank\">site<\/a>\u00a0do projeto: &#8220;em parceria com as comunidades, [est\u00e3o sendo constru\u00eddas]\u00a0exposi\u00e7\u00f5es permanentes no\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1JttTSL\" target=\"_blnk\">Quilombo do Bracu\u00ed<\/a>, no Quilombo de S\u00e3o Jos\u00e9 da Serra e na cidade de\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1LxjuQq\" target=\"_blank\">Pinheiral<\/a>. A sinaliza\u00e7\u00e3o tur\u00edstica e os memoriais a c\u00e9u aberto buscam honrar as v\u00edtimas da trag\u00e9dia da escraviza\u00e7\u00e3o e celebrar o patrim\u00f4nio cultural negro erguido em terras brasileiras\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1S9AAtc\" target=\"_blank\">pelos que sobreviveram<\/a>&#8220;.\u00a0Hebe Mattos explicou como o projeto inclui um aplicativo de smartphone para mapear os lugares e mem\u00f3ria de quilombos no estado do Rio de Janeiro. No pr\u00f3ximo ano, o aplicativo incluir\u00e1 pontos da cidade do Rio e em particular da <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1G0pp5a\" target=\"_blank\">regi\u00e3o do Porto<\/a>, o porto de chegada para <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1S9AAtc\" target=\"_blank\">dois dos dez milh\u00f5es<\/a> de africanos escravizados trazidos para todas as Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Porto nos dias de hoje\u00a0foi o foco da segunda parte do evento que abriu com uma apresenta\u00e7\u00e3o de Clarissa Diniz, curadora assistente do <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1ru5LnG\" target=\"_blank\">Museu de Arte do Rio<\/a> localizado na <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1QR4XGc\" target=\"_blank\">Pra\u00e7a Mau\u00e1<\/a>, na Zona Portu\u00e1ria. &#8220;O papel do museu \u00e9 pensar sobre a hist\u00f3ria do Rio e propor diferentes leituras dos problemas e territ\u00f3rios&#8221;, ela disse. Clarissa apresentou imagens da principal exposi\u00e7\u00e3o do museu de 2014, &#8216;<a href=\"http:\/\/bit.ly\/167lIct\" target=\"_blank\">Do Valongo \u00e0 Favela: O Imagin\u00e1rio e Periferia<\/a>&#8216;, que ligava a escravid\u00e3o no passado\u00a0do Rio com as favelas de hoje. Ela argumentou, &#8220;para falar do territ\u00f3rio tem que desterritorializar e pensar outras situa\u00e7\u00f5es e equival\u00eancias&#8221;.<\/p>\n<p><iframe src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/3YtutmYkVqg\" width=\"620\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h3>Apresentando o Circuito da Heran\u00e7a Africana do Rio<\/h3>\n<p>A outra apresentadora foi <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1S5fP1V\" target=\"_blank\">Sara Zewde<\/a>, urbanista e arquiteta paisagista americana, cuja fam\u00edlia \u00e9 de origem et\u00edope, que recebeu a prestigiosa <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1ShquXa\" target=\"_blank\">bolsa Olmsted<\/a> para desenvolver o projeto para o Circuito da Heran\u00e7a Africana na Regi\u00e3o do Porto do Rio, o tema de sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado em Arquitetura Paisagista no departamento de\u00a0Design de Harvard. Sara est\u00e1 atualmente trabalhando no <a href=\"http:\/\/www.rio.rj.gov.br\/web\/irph\" target=\"_blank\">Instituto Rio Patrim\u00f4nio da Humanidade<\/a> da prefeitura para implementar o projeto.<\/p>\n<p>Em uma apresenta\u00e7\u00e3o detalhada, Sara apresentou sua metodologia e experi\u00eancia para o desenvolvimento do Circuito da Heran\u00e7a Africana, a partir da pergunta inicial de como desenhar um projeto que honre a experi\u00eancia negra e a sua subsequente pesquisa\u00a0com um projeto de trabalho em torno da hist\u00f3ria da regi\u00e3o do Porto e das tradi\u00e7\u00f5es afro-brasileiras, e como concretizar os planos para a implementa\u00e7\u00e3o do Circuito.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sara Zewde argumentou que o modelo tradicional de memorial ou est\u00e1tua seria inapropriado para honrar a experi\u00eancia afro-brasileira. &#8220;A m<\/span>em\u00f3ria afro-brasileira no <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1VGSqo2\" target=\"_blank\">Cais do Valongo<\/a> \u00e9 uma mem\u00f3ria cultural que causa tens\u00e3o nos limites do conceito de memorial. E, por isso, ele deve romper com as tradi\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas de memorial&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/landing-of-slaves-in-cais-do-valongo-painted-by-rugendas-in-1835-e1431619895836.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-content wp-image-17503 aligncenter\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/landing-of-slaves-in-cais-do-valongo-painted-by-rugendas-in-1835-e1431619895836-620x264.jpg\" alt=\"landing-of-slaves-in-cais-do-valongo-painted-by-rugendas-in-1835-e1431619895836\" width=\"620\" height=\"264\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/landing-of-slaves-in-cais-do-valongo-painted-by-rugendas-in-1835-e1431619895836-620x264.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/landing-of-slaves-in-cais-do-valongo-painted-by-rugendas-in-1835-e1431619895836-940x400.jpg 940w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O referencial te\u00f3rico desenvolvido para o Circuito explora os conceitos de tempo n\u00e3o-linear das <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1O3659r\" target=\"_blank\">tradi\u00e7\u00f5es espirituais<\/a> afro-brasileiras, artes afro-brasileiras, como <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1fCNKhk\" target=\"_blank\">capoeira<\/a> e dan\u00e7a, e delineamentos de espa\u00e7o na cultura afro-brasileira em intera\u00e7\u00e3o com o sentimento, a experi\u00eancia e a vida cotidiana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Analisando o local\u00a0da zona portu\u00e1ria conhecido como <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1G0pp5a\" target=\"_blank\">Pequena Africa<\/a>, Sara Zewde descobriu que h\u00e1 milh\u00f5es de anos o mercado de escravos no Valongo tocava a atual costa oeste Africana e at\u00e9 hoje a terra tem o mesmo tipo de solo e plantas caracter\u00edsticas. Assim como as tradi\u00e7\u00f5es culturais, os africanos escravizados trouxeram plantas nos navios que floresceram nas novas terras.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_17504\" aria-describedby=\"caption-attachment-17504\" style=\"width: 620px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/African-Heritage-Circuit.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17504\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/African-Heritage-Circuit-620x492.png\" alt=\"A regi\u00e3o do Porto vista do mar, comparando hoje (meio) com aquele que chegavam africanos escravizados e como eles o veriam dos navios (em baixo). Imagem cortesia de Sara Zewde \" width=\"620\" height=\"492\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/African-Heritage-Circuit-620x492.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/African-Heritage-Circuit-333x264.png 333w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/African-Heritage-Circuit.png 792w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-17504\" class=\"wp-caption-text\">A regi\u00e3o do Porto vista do mar, comparando hoje (meio) com a vis\u00e3o que os africanos escravizados tinham quando chegavam, em navios, na regi\u00e3o do Porto (em baixo). Imagem cortesia de Sara Zewde<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma s\u00e9rie de mapas e diagramas, Sara explorou tanto a geografia hist\u00f3rica da regi\u00e3o de acordo com a movimenta\u00e7\u00e3o e a experi\u00eancia de africanos escravizados, incluindo o porto de chegada, armaz\u00e9ns, mercados de escravos e hospital, e representa\u00e7\u00f5es visuais das tradi\u00e7\u00f5es culturais afro-brasileiras tais como capoeira e ritmos de <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1wD7WsD\" target=\"_blank\">samba<\/a>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Do Circuito Sara disse: &#8220;\u00e9 uma constela\u00e7\u00e3o de projetos, entrela\u00e7ada no espa\u00e7o cotidiano da Pequena \u00c1frica e da ampla Zona Portu\u00e1ria para destacar e enquadrar essas culturas&#8221;. A vis\u00e3o e sugest\u00f5es para o circuito incluem o reconhecimento e a preserva\u00e7\u00e3o do local arqueol\u00f3gico, e um projeto destacando as esp\u00e9cies de plantas trazidas por escravos africanos e uma potencial pra\u00e7a incorporando uma camada de \u00e1gua para dar a sensa\u00e7\u00e3o de caminhar sobre o mar, honrando o significado espiritual da \u00e1gua nas religi\u00f5es afro-brasileiras e a viagem atrav\u00e9s do oceano a partir da \u00c1frica. <\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/zwede2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-17505 size-medium\" title=\"Modelo arquitet\u00f4nico da Pequena \u00c1frica. Imagem cortesia de Sara Zewde\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/zwede2-620x391.jpg\" alt=\"zwede2\" width=\"620\" height=\"391\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/zwede2-620x391.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/zwede2-419x264.jpg 419w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/zwede2.jpg 999w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O palestrante final foi o arquiteto <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1MOJTLH\" target=\"_blank\">Washington Fajardo<\/a>, presidente do Instituto Rio Patrim\u00f4nio da Humanidade, que falou sobre a ideia de heran\u00e7a como um conceito relativamente recente na hist\u00f3ria, que somente come\u00e7ou a ganhar for\u00e7a nos anos 70 e 80. Sobre os planos para desenvolver o Circuito da Heran\u00e7a Africana ele citou a import\u00e2ncia de consolidar atividades tur\u00edsticas por afro-brasileiros na regi\u00e3o para fortalecer a economia do Circuito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fajardo colocou quest\u00f5es quanto a representa\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia negra nos <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1jZVyaS\" target=\"_blank\">espa\u00e7os p\u00fablicos<\/a>: enquanto muito da arquitetura hist\u00f3rica foi constru\u00edda por afro-brasileiros, esta \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o do branco colonial. \u201cQual \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o do negro na cidade?&#8221; Ele perguntou. &#8220;Precisamos trazer esse debate para o territ\u00f3rio e a quest\u00e3o do acesso. A dimens\u00e3o territorial passa longe de ser resolvida e precisa avan\u00e7ar&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O evento se concluiu\u00a0ao som de ritmos afro-diasp\u00f3ricos\u00a0produzidos pelos DJs <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1lH2rXu\" target=\"_blank\">Chief Boima<\/a>\u00a0e <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1Nbwila\" target=\"_blank\">Maga Bo<\/a>.<\/span><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English No dia 19 de novembro, o Studio-X Rio sediou o evento Quilombo do Presente \/ Quilombo do Futuro, que explorou o significado dos quilombos de hoje. 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