{"id":2451,"date":"2011-10-27T09:00:21","date_gmt":"2011-10-27T12:00:21","guid":{"rendered":"http:\/\/favela.info\/?p=2451"},"modified":"2016-05-26T10:49:11","modified_gmt":"2016-05-26T13:49:11","slug":"angolanos-escolhem-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=2451","title":{"rendered":"Angolanos escolhem o Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em><strong><a href=\"http:\/\/bit.ly\/1WHuWDY\" target=\"_blank\">Click Here for English<img decoding=\"async\" width=\"20\" height=\"20\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong><em>Aumenta o n\u00famero de africanos que deixam o continente, em particular angolanos que escolhem o Brasil ao inv\u00e9s de destinos tradicionais como Europa e Am\u00e9rica do Norte.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Aos s\u00e1bados \u00e0 tarde, um pequeno n\u00famero de imigrantes africanos se re\u00fanem no Aterro do Flamengo para o futebol e churrasco. Quase todos s\u00e3o homens jovens de Angola, mas h\u00e1 alguns da Costa do Marfim, Camar\u00f5es e Guin\u00e9 Bissau. A conversa entre eles vai e volta entre portugu\u00eas e franc\u00eas. A maioria mora no Brasil h\u00e1 alguns anos e pode confortavelmente chamar o Rio de sua casa. Embora a maioria viva no Complexo da Mar\u00e9, o Aterro do Flamengo \u00e9 um bom ponto de encontro para um futebol no final de semana.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2274 alignleft\" title=\"Time Inter da comunidade angolana do Rio (http:\/\/bit.ly\/rspFoO)\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/Inter_Club_Angolanos.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/>Esses jovens fazem parte da crescente di\u00e1spora africana que escolhe destinos na Am\u00e9rica Latina ao inv\u00e9s dos destinos tradicionais de imigra\u00e7\u00e3o na Europa. Em agosto de 2011, o relat\u00f3rio da Alto Comiss\u00e1rio das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados, verificou que o Brasil atualmente hospeda 4.400 refugiados requerentes de asilo e ap\u00e1tridas, 64% desses requerentes de asilo s\u00e3o de pa\u00edses africanos e <a href=\"http:\/\/bit.ly\/rhWc0J\">40% desses s\u00e3o de Angola <\/a>(aproximadamente 1.125 angolanos).<\/p>\n<p>As raz\u00f5es para a crescente import\u00e2ncia do Brasil como destino para imigra\u00e7\u00e3o africana s\u00e3o m\u00faltiplas e uma das raz\u00f5es \u00e9 que os destinos na Europa est\u00e3o perdendo rapidamente seu apelo. Para imigrantes de Angola e outras ex-col\u00f4nias de Portugal (Guin\u00e9 Bissau, Mo\u00e7ambique, Cabo Verde e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe), o pa\u00eds tem sido a escolha convencional para aqueles que fogem da pobreza ou conflitos civis. A economia em Portugal est\u00e1 passando por momentos de crise e h\u00e1 poucos empregos para imigrantes. Na verdade cidad\u00e3os portugueses tamb\u00e9m est\u00e3o migrando para o Brasil, por causa da sua economia crescente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o clima pol\u00edtico na Europa est\u00e1 se tornando cada vez mais xen\u00f3fobo e muitos imigrantes descobrem que o sonho europeu j\u00e1 n\u00e3o vale mais a pena. Enquanto isso o panorama pol\u00edtico brasileiro n\u00e3o \u00e9 anti- imigra\u00e7\u00e3o e h\u00e1 exig\u00eancias relativamente baixas com rela\u00e7\u00e3o a anistia pol\u00edtica e para os vistos de trabalho e estudo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2274 alignleft\" title=\"Fabricio Dom e o seu trabalho\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/Fabricio_Dom.jpg\" alt=\"\" width=\"231\" height=\"331\" \/>Fabr\u00edcio Dom <a href=\"http:\/\/bit.ly\/uvOlT4\">artista e designer de moda<\/a> angolano, consegui anistia pol\u00edtica no Brasil e achou todo o processo de apela\u00e7\u00e3o e visto surpreendentemente f\u00e1cil. Dom veio de uma fam\u00edlia que tradicionalmente tem apoiado a UNITA (Uni\u00e3o Nacional para Independ\u00eancia Total da Angola), o movimento de oposi\u00e7\u00e3o ao MPLA ( Movimento popular pela Libera\u00e7\u00e3o da Angola), ele fugiu em 1999 durante o \u00faltimo suspiro de viol\u00eancia na guerra civil angolana que dura d\u00e9cadas entre os dois lados. Apesar dele mesmo n\u00e3o ser apontado pelo MPLA e n\u00e3o ter sofrido qualquer abuso dos seus direitos humanos, foi dado a Dom um visto que permite que fique no Brasil por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>Refugiados e requerentes de asilo, comp\u00f5em apenas uma pequena parcela da comunidade di\u00e1spora africana no Brasil. De acordo com Leandro de Almeida, Vice- C\u00f4nsul e\u00a0Liaison da comunidade\u00a0no <a href=\"http:\/\/bit.ly\/vv7o9y\">consulado da Angola no Rio de Janeiro<\/a>, a maioria dos cidad\u00e3os angolanos do pa\u00eds est\u00e3o no pa\u00eds com visto de estudante ou trabalho. Isso fica evidente, entre os jogadores que jogam no Aterro, a maioria \u00e9 composta por estudantes.<\/p>\n<p>Um aluno de gradua\u00e7\u00e3o da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Bernardo Manuel, 30 anos, faz parte da crescente comunidade angolana no Rio. Com uma bolsa de estudos do governo brasileiro reservados para estudantes africanos, Manuel \u00e9 capaz de morar e estudar Rela\u00e7\u00f5es Internacionais no Brasil. Manuel vem residindo e trabalhando no pa\u00eds h\u00e1 alguns anos e espera um dia retornar para sua fam\u00edlia em Luanda, capital da Angola.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2274 alignleft\" title=\"Consulado angolano no Rio\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/Consulado_Angola.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/>Almeida, do Consulado Geral de Angola, informou que muitas das pessoas que v\u00eam como estudante, usa a oportunidade tamb\u00e9m para trabalhar, mas encontrar emprego \u00e9 o maior desafio para os angolanos que vivem no Brasil.<\/p>\n<p>Esse fato \u00e9 confirmado por Fabr\u00edcio Dom, que disse que muitos de seus conterr\u00e2neos n\u00e3o foram t\u00e3o afortunados como ele, que encontrou um meio de viver no Brasil. Dom, que conhece pessoalmente imigrantes de v\u00e1rios pa\u00edses africanos informou que muitos que chegam ao Brasil permanecem desempregados e vivem na pobreza. Muitos moram em favelas como o Complexo da Mar\u00e9 e a press\u00e3o para se juntarem ao narcotr\u00e1fico \u00e9 grande.<\/p>\n<p>Isso se torna mais enf\u00e1tico para imigrantes que entram no pa\u00eds de forma ilegal, ou n\u00e3o s\u00e3o procedentes de pa\u00edses que tem o portugu\u00eas como l\u00edngua nativa. Dom contou a hist\u00f3ria de um amigo seu, que manteremos an\u00f4nimo, ele fugiu da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo escondendo-se em um container de navio sem saber a dura\u00e7\u00e3o e o destino da viagem. Quando o container foi aberto no porto do Rio de Janeiro, ele escapou para as favelas da cidade e continua sem documenta\u00e7\u00e3o. Atualmente, ele est\u00e1 aprendendo portugu\u00eas e trabalhando em \u201cbicos\u201d no setor informal e vive em condi\u00e7\u00f5es de pobreza.<\/p>\n<p>Dom sente que foi capaz de se adaptar a sociedade brasileira, porque como \u00e9 angolano, fala portugu\u00eas. Ele sente que h\u00e1 um conhecimento geral da cultura e hist\u00f3ria da Angola entre os brasileiros. Seus amigos da Nig\u00e9ria e da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo n\u00e3o foram tratados com a mesma cordialidade e conseq\u00fcentemente tiveram mais preju\u00edzos como imigrantes e mais dificuldades em encontrar trabalho.<\/p>\n<p>Os la\u00e7os culturais entre Brasil e Angola vem dos tempos do tr\u00e1fico de escravos e da expans\u00e3o colonial portuguesa. \u00c9 estimado que quase 40% de todos os escravos trazidos para as Am\u00e9ricas ficaram no Brasil e quase 40% dos escravos que cruzaram o Atl\u00e2ntico eram do que hoje \u00e9 Angola. S\u00e9culos de escravid\u00e3o e genoc\u00eddio corromperam a l\u00edngua, religi\u00e3o e os costumes dessa di\u00e1spora, mas grande parte da tradicional sociedade brasileira \u00e9 de origem angolana.<\/p>\n<p>O Samba \u00e9 a marca da m\u00fasica brasileira, mas sua origem encontra-se nos ritmos do Semba Angolano. Uma combina\u00e7\u00e3o das artes marciais e dan\u00e7a chamada Capoeira, foi desenvolvida pelos escravos angolanos era um meio de entretenimento e resist\u00eancia a hegemonia cultural portuguesa. Mas alguns historiadores insistem em afirmar que a Capoeira veio de Angola e n\u00e3o come\u00e7ou entre os escravos.<\/p>\n<p>Essa heran\u00e7a em comum tem um papel na forma como os brasileiros recebem os angolanos no pa\u00eds. Um dos jogadores de futebol e estudante de gradua\u00e7\u00e3o, Abel, 27 disse que sente uma forte conex\u00e3o e isso faz uma diferen\u00e7a na sua experi\u00eancia e identidade como angolano vivendo no Brasil.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2274 alignleft\" title=\"Arte retratando as mulheres angolanas no trabalho em exposi\u00e7\u00e3o no Espa\u00e7o Cultural de Angola do Rio de Janeiro (http:\/\/bit.ly\/tsfDSl); foto por Rob Sawers\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/Fabricio_Dom_Work.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/>\u00a0Outro jovem angolano vestindo uma camisa de futebol americana, falou sobre a semelhan\u00e7a com os negros brasileiros.\u201d N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 porque eles s\u00e3o negros, eles parecem angolanos, parecem da fam\u00edlia!\u201d. Para esses homens \u00e9 um sentimento de boas vindas chegar ao Brasil e reconhecer pequenas sutilezas como gestos e express\u00f5es faciais que os fazem lembrar os membros da fam\u00edlia que est\u00e3o em casa.<\/p>\n<p>Fabr\u00edcio Dom, est\u00e1 orgulhoso em dividir a cultura africana e sua pr\u00f3pria cultura angolana com os brasileiros e tem mostrado <a href=\"http:\/\/bit.ly\/uvOlT4\">seu trabalho <\/a>pela \u00c1frica, Am\u00e9rica Latina e Europa. Sua arte e design demonstra uma mistura da \u00c1frica tradicional e moderna, uma \u00c1frica tanto orgulhosa da sua heran\u00e7a tanto quanto criativa e voltada para o olhar exterior. A \u00c1frica moderna n\u00e3o \u00e9 mais limitada pelos la\u00e7os europeus deixados pelo colonialismo. Ele mostra como os africanos podem finalmente encontrar formas mais criativas de se adaptar ao mundo globalizado.<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English Aumenta o n\u00famero de africanos que deixam o continente, em particular angolanos que escolhem o Brasil ao inv\u00e9s de destinos tradicionais como Europa e Am\u00e9rica do Norte. 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