{"id":70871,"date":"2023-10-31T20:54:39","date_gmt":"2023-10-31T23:54:39","guid":{"rendered":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=70871"},"modified":"2023-11-10T11:04:24","modified_gmt":"2023-11-10T14:04:24","slug":"adeus-aglomerados-subnormais-parte-3-epistemologia-periferica-no-desenho-producao-e-analise-do-censo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=70871","title":{"rendered":"Adeus \u2018Aglomerados Subnormais\u2019 Parte 3: Epistemologia Perif\u00e9rica no Desenho do Censo e a Apresenta\u00e7\u00e3o de uma Nova Nomenclatura"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_70942\" aria-describedby=\"caption-attachment-70942\" style=\"width: 2560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.-Foto-IBGE-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-70942 size-full\" title=\"No terceiro dia de semin\u00e1rio, lideran\u00e7as pautam as epistemologias faveladas como pressuposto de pesquisas comunit\u00e1rias e p\u00fablicas que se proponham a ter capilaridade em favelas e comunidades urbanas. Na foto, uma roda de conversa entre, da esquerda para a direita, Fl\u00e1via Feitosa (UFABC); Polinho Mota (data_labe); In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres (LabJaca); e Dalcio Marinho Gon\u00e7alves (Redes da Mar\u00e9). Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.-Foto-IBGE-scaled.jpg\" alt=\"No terceiro dia de semin\u00e1rio, lideran\u00e7as pautam as epistemologias faveladas como pressuposto de pesquisas comunit\u00e1rias e p\u00fablicas que se proponham a ter capilaridade em favelas e comunidades urbanas. Na foto, uma roda de conversa entre, da esquerda para a direita, Fl\u00e1via Feitosa (UFABC); Polinho Mota (data_labe); In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres (LabJaca); e Dalcio Marinho Gon\u00e7alves (Redes da Mar\u00e9). Foto: IBGE\" width=\"2560\" height=\"1707\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.-Foto-IBGE-scaled.jpg 2560w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.-Foto-IBGE-620x413.jpg 620w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-70942\" class=\"wp-caption-text\">No terceiro dia de semin\u00e1rio, debatedores pautam as epistemologias faveladas como pressuposto de pesquisas comunit\u00e1rias e p\u00fablicas que se proponham a ter capilaridade em favelas e comunidades urbanas. Na foto, uma roda de conversa entre, da esquerda para a direita, Fl\u00e1via Feitosa (UFABC); Polinho Mota (Data_labe); In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres (LabJaca); e Dalcio Marinho Gon\u00e7alves (Redes da Mar\u00e9). Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<h4 style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/47jEaxK\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Click Here for English<img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" width=\"20\" height=\"20\" \/><\/strong><\/em><\/a><\/h4>\n<h4>Esta \u00e9 a terceira mat\u00e9ria de uma <a href=\"https:\/\/bit.ly\/SerieAdeusAglomerados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">s\u00e9rie de tr\u00eas<\/a> sobre um semin\u00e1rio in\u00e9dito do IBGE que discutiu a mudan\u00e7a do termo \u201caglomerado subnormal\u201d\u00a0a partir da perspectiva de favelas e assentamentos populares.<\/h4>\n<h4><span style=\"font-weight: 400;\">Entre os dias 25 e 28 de setembro de 2023, lideran\u00e7as de favelas, comunidades urbanas, mar\u00e9s, alagados, mangues, palafitas, vilas, vales, morros<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, assentamentos autoproduzidos, assentamentos populares, invas\u00f5es, grutas, bairros, ocupa\u00e7\u00f5es, quebradas, grotas, baixadas, ressacas, mocambos, loteamentos formais e informais, e vilas malocas (como eles mesmo se identificaram), junto de funcion\u00e1rios do IBGE e pesquisadores <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">se reuniram online e em Bras\u00edlia, na sede do<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2VttR6f\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">IBGE<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">), para o <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4967xVO\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">I Encontro Nacional de Produ\u00e7\u00e3o, An\u00e1lise e Dissemina\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00f5es acerca das Favelas e Comunidades Urbanas do Brasil<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Com a presen\u00e7a di\u00e1ria presencial de aproximadamente 80 pessoas, o evento tamb\u00e9m foi assistido online por centenas de interessados.<\/span><\/h4>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Produ\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00f5es sobre as Favelas e Comunidades Urbanas Brasileiras para Al\u00e9m dos \u00d3rg\u00e3os Oficiais<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Abrindo o terceiro dia, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">esta roda teve como cerne debater experi\u00eancias comunit\u00e1rias de levantamentos de dados e produ\u00e7\u00e3o de estat\u00edsticas. Pretendeu-se, igualmente, discutir o que a produ\u00e7\u00e3o de estat\u00edstica de \u00f3rg\u00e3os oficiais como o IBGE aborda sobre favelas e comunidades urbanas e o que n\u00e3o \u00e9 abordado, contemplado s\u00f3 por pesquisas populares.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_71010\" aria-describedby=\"caption-attachment-71010\" style=\"width: 2349px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Isabella-Nunes-a-mediadora-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.png\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-71010 size-full\" title=\"Da esquerda para a direita, Fl\u00e1via Feitosa (UFABC); Polinho Mota (data_labe); Isabella Nunes, a mediadora; Dalcio Marinho Gon\u00e7alves (Redes da Mar\u00e9); e In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres (LabJaca). Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Isabella-Nunes-a-mediadora-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.png\" alt=\"Da esquerda para a direita, Fl\u00e1via Feitosa (UFABC); Polinho Mota (data_labe); Isabella Nunes, a mediadora; Dalcio Marinho Gon\u00e7alves (Redes da Mar\u00e9); e In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres (LabJaca). Foto: IBGE\" width=\"2349\" height=\"1001\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Isabella-Nunes-a-mediadora-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca.png 2349w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Isabella-Nunes-a-mediadora-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca-620x264.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Da-esquerda-para-a-direita-Flavia-Feitosa-UFABC-Polinho-Mota-data_labe-Isabella-Nunes-a-mediadora-Dalcio-Marinho-Goncalves-Redes-da-Mare-e-Ina-Odara-Cholodoski-Monteiro-Torres-LabJaca-1030x439.png 1030w\" sizes=\"(max-width: 2349px) 100vw, 2349px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-71010\" class=\"wp-caption-text\">Da esquerda para a direita, Fl\u00e1via Feitosa (UFABC); Polinho Mota (data_labe); Isabella Nunes, a mediadora; Dalcio Marinho Gon\u00e7alves (Redes da Mar\u00e9); e In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres (LabJaca). Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dalcio<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Marinho Gon\u00e7alves, pesquisador da <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2XBdKrx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Redes da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e da <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/475CkQH\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uniperiferias<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, ambas no Rio de Janeiro,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> compartilhou com os presentes um hist\u00f3rico da experi\u00eancia da Redes da Mar\u00e9 na produ\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria de estat\u00edsticas, possibilitada por parcerias com organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil e p\u00fablicas.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3OZwzux\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">2010 &#8211; Censo Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">: Foi uma iniciativa da Redes da Mar\u00e9 e do Observat\u00f3rio de Favelas que teve suas bases lan\u00e7adas em 2010, tocado por moradores: 93 pessoas como pesquisadores de campo, 53 na coordena\u00e7\u00e3o, supervis\u00e3o, revis\u00e3o ou an\u00e1lise e 12 na digita\u00e7\u00e3o. A primeira a\u00e7\u00e3o do Censo Mar\u00e9 foi a revis\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es cartogr\u00e1ficas dispon\u00edveis. Para tal, foi necess\u00e1ria uma parceria com o Instituto Pereira Passos (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2Nl5dlf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">IPP<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">) da Prefeitura do Rio de Janeiro, que compartilhou a base cartogr\u00e1fica atualizada, e com as 16 associa\u00e7\u00f5es de moradores do Complexo da Mar\u00e9;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3MhoMJU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">2012 &#8211; Guia de Ruas da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">: Derivado desta revis\u00e3o cartogr\u00e1fica, o Guia de Ruas da Mar\u00e9 foi o segundo produto do projeto estat\u00edstico da Redes em parceria com o Observat\u00f3rio de Favelas e com o IPP. O principal objetivo desse trabalho foi produzir conhecimento sobre essas \u00e1reas, de modo a enfrentar estere\u00f3tipos sobre a vida no conjunto de favelas. Este Guia foi instrumental para reivindicar, por exemplo, que as ruas da Mar\u00e9 ganhassem um C\u00f3digo de Endere\u00e7amento Postal (CEP), o que <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3iWXlF5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">muitas favelas n\u00e3o t\u00eam<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. O projeto foi t\u00e3o bem sucedido que, em <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Mhqaw6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">2014, a 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Guia de Ruas da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0foi lan\u00e7ada;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/49d9X4U\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">2014 &#8211; Censo de Empreendimentos Econ\u00f4micos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">: Esta terceira etapa teve in\u00edcio na fase de conclus\u00e3o do censo e foi voltada para o mapeamento de empreendimentos comerciais e para a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento nesse campo\u2014o que ser\u00e1 fundamental para a elabora\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas na \u00e1rea econ\u00f4mica. Este foi o primeiro mapeamento de empreendimentos comerciais da regi\u00e3o, pensada para guiar um projeto de desenvolvimento que melhore a qualidade de vida dos moradores;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2OjOSRP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">2019 &#8211; Censo Populacional da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">: Trata-se da pesquisa censit\u00e1ria mais recente da Redes da Mar\u00e9 em parceria com Observat\u00f3rio de Favelas e as associa\u00e7\u00f5es de moradores. Esse estudo visa analisar a Mar\u00e9 em toda a sua diversidade populacional, social, e econ\u00f4mica. \u00c9 o maior estudo j\u00e1 realizado por essas institui\u00e7\u00f5es, contando com a participa\u00e7\u00e3o de moradores ao longo de todo o processo.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<figure id=\"attachment_70928\" aria-describedby=\"caption-attachment-70928\" style=\"width: 2200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Censo-da-Mare-Redes-da-Mare.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-70928 size-full\" title=\"Censo da Mar\u00e9. Foto: Redes da Mar\u00e9\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Censo-da-Mare-Redes-da-Mare.jpg\" alt=\"Censo da Mar\u00e9. Foto: Redes da Mar\u00e9\" width=\"2200\" height=\"760\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Censo-da-Mare-Redes-da-Mare.jpg 2200w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Censo-da-Mare-Redes-da-Mare-620x214.jpg 620w\" sizes=\"(max-width: 2200px) 100vw, 2200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-70928\" class=\"wp-caption-text\">Censo da Mar\u00e9. Foto: Redes da Mar\u00e9<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_70937\" aria-describedby=\"caption-attachment-70937\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Polinho-Mota-coordenador-de-dados-do-data_labe.-Foto-IBGE-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-70937\" title=\"Polinho Mota, coordenador de dados do data_labe. Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Polinho-Mota-coordenador-de-dados-do-data_labe.-Foto-IBGE-620x414.jpg\" alt=\"Polinho Mota, coordenador de dados do data_labe. Foto: IBGE\" width=\"500\" height=\"334\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-70937\" class=\"wp-caption-text\">Polinho Mota, coordenador de dados do data_labe. Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o de Dalcio, <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/40egSGZ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Polinho Mota<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, coordenador de dados do <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2VE7uLQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">data_labe<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, organiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m baseada na Mar\u00e9, e <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Mjt03T\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">In\u00e1 Odara Cholodoski Monteiro Torres<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, do <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Qg88f2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">LabJaca<\/span><\/a> no Jacarezinho,<span style=\"font-weight: 400;\"> dialogaram sobre como \u00e9 importante discutir os conceitos, indicadores e par\u00e2metros de an\u00e1lise com os moradores quando se pensa em uma pesquisa relevante. Segundo Polinho, o IBGE n\u00e3o vai incorporar diretamente esses dados produzidos por iniciativas como do <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3FzduNj\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Coc\u00f4Zap<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e LabJaca, mas esses dados certamente deveriam influenciar a chegada de pol\u00edticas por \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c<\/span>Existia uma barreira, mas hoje come\u00e7amos a furar ela para estar aqui&#8230; Processos universalizantes causaram um distanciamento das pessoas e um distanciamento do retrato que d\u00e1 conta melhor da realidade que uma pessoa vive. Os aspectos simb\u00f3licos importam e s\u00f3 quem entende dessa simbologia \u00e9 quem vive..<span style=\"font-weight: 400;\">\u201d \u2014 Polinho Mota<\/span><\/p><\/blockquote>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Desafios Operacionais de Mapeamento, Coleta e Supervis\u00e3o em Favelas e Comunidades Urbanas<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A quinta roda de conversa, sobre as dificuldades na pr\u00e1tica censit\u00e1ria em territ\u00f3rios de favela e an\u00e1logos, teve a media\u00e7\u00e3o de Jaison Cervi, chefe do Setor de Territ\u00f3rios Sociais do IBGE, que come\u00e7ou sua fala afirmando que o IBGE, desde o primeiro censo que pesquisou favelas, nos anos 1950, vem tentando aprimorar seu desempenho estat\u00edstico, metodologias e abordagens.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cFoi necess\u00e1rio treinamento espec\u00edfico para as favelas e comunidades\u2026 O treinamento como um todo n\u00e3o capta as particularidades das favelas e comunidades.\u201d \u2014 Jailson Cervi<\/span><\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_71011\" aria-describedby=\"caption-attachment-71011\" style=\"width: 2329px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Wellington-Fernandes-Quebrada-Maps-Andrea-Pulici-IPP-Jaison-Cervi-IBGE-mediador-Clistenes-Mendonca-e-Vanessa-Freitas-ONU-Habitat.png\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-71011 size-full\" title=\"Wellington Fernandes (Quebrada Maps); Andr\u00e9a Pulici (IPP); Jaison Cervi (IBGE), mediador; Cl\u00edstenes Mendon\u00e7a; e Vanessa Freitas (ONU-Habitat). Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Wellington-Fernandes-Quebrada-Maps-Andrea-Pulici-IPP-Jaison-Cervi-IBGE-mediador-Clistenes-Mendonca-e-Vanessa-Freitas-ONU-Habitat.png\" alt=\"Wellington Fernandes (Quebrada Maps); Andr\u00e9a Pulici (IPP); Jaison Cervi (IBGE), mediador; Cl\u00edstenes Mendon\u00e7a; e Vanessa Freitas (ONU-Habitat). Foto: IBGE\" width=\"2329\" height=\"861\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Wellington-Fernandes-Quebrada-Maps-Andrea-Pulici-IPP-Jaison-Cervi-IBGE-mediador-Clistenes-Mendonca-e-Vanessa-Freitas-ONU-Habitat.png 2329w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Wellington-Fernandes-Quebrada-Maps-Andrea-Pulici-IPP-Jaison-Cervi-IBGE-mediador-Clistenes-Mendonca-e-Vanessa-Freitas-ONU-Habitat-620x229.png 620w\" sizes=\"(max-width: 2329px) 100vw, 2329px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-71011\" class=\"wp-caption-text\">Wellington Fernandes (Quebrada Maps); Andr\u00e9a Pulici (IPP); Jaison Cervi (IBGE), mediador; Cl\u00edstenes Mendon\u00e7a; e Vanessa Freitas (ONU-Habitat). Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Andr\u00e9a Pulici, do IPP, tamb\u00e9m pensando nas dificuldades do censo nas favelas, provoca: \u201cculturas diferentes, formas diferentes, como conseguir manter a mesma metodologia de coleta?\u201d Para ela, \u00e9 necess\u00e1rio adaptar a metodologia e a abordagem a cada territ\u00f3rio, \u00e0s vezes, com pesquisadores de campo locais trabalhando em seus pr\u00f3prios territ\u00f3rios.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cH\u00e1 a necessidade de capacitar&#8230; trabalhadores dentro das comunidades, capacitar entrevistadores e gerar renda dentro da comunidade. T\u00eam sempre pesquisas acontecendo dentro das comunidades\u2026 em muitos casos, o jovem do territ\u00f3rio tem trajetos espec\u00edficos, casa, escola, etc. e n\u00e3o conhece de fato o territ\u00f3rio como um todo. Ent\u00e3o, antes tiveram que identificar domic\u00edlios com jovens moradores e capacitar esses jovens no pertencimento e conhecimento do territ\u00f3rio&#8230; De in\u00edcio, tiveram dificuldade de usar o <em>tablet<\/em> mas se deram bem ao longo do processo.\u201d \u2014 Andr\u00e9a Pulici<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outra quest\u00e3o levantada por Andr\u00e9a \u00e9 a densidade populacional de alguns territ\u00f3rios, como a Rocinha, que dificulta ter-se certeza de que todos os domic\u00edlios sejam visitados. Segundo ela, a \u00fanica forma de solucionar isso \u00e9 com a participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria na realiza\u00e7\u00e3o do censo, n\u00e3o s\u00f3 respondendo, mas em todas as etapas. Ela acrescenta que \u201ccada morador responde como ele quiser interpretar a sua realidade\u201d, j\u00e1 que a \u201cliberdade arquitet\u00f4nica\u201d muitas vezes torna complicado para um n\u00e3o-local individualizar as casas e listar logradouros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vanessa Freitas, analista de programas da ONU-Habitat Brasil, diz que a ONU se utiliza dos termos que os moradores, lideran\u00e7as e parceiros adotam para a nomenclatura do territ\u00f3rio em que moram ou atuam. Ela vai al\u00e9m ao dizer que a ONU trabalha de maneira interativa com lideran\u00e7as e moradores de favelas. Segundo ela, esta \u00e9 a pr\u00e9-condi\u00e7\u00e3o para que se obtenham dados representativos da pluralidade das favelas e de comunidades urbanas an\u00e1logas. A partir do mapeamento das comunidades, com esses microdados em m\u00e3os, \u00e9 poss\u00edvel lutar com maior legitimidade por pol\u00edticas p\u00fablicas\u2014mobilidade urbana, sustentabilidade, inclus\u00e3o social, etc.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em seguida, <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/49mqYKe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Wellington Fernandes<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, idealizador do <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/471Sj2a\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Quebrada Maps<\/span><\/a> <span style=\"font-weight: 400;\">e educador popular, remarca que, na luta das favelas, a \u201cconstru\u00e7\u00e3o [deve ser] coletiva, pois n\u00e3o fazemos nada sozinhos, principalmente vindo de onde a gente vem\u201d. Argumento refor\u00e7ado por <a href=\"https:\/\/bit.ly\/47aa6o7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cl\u00edstenes Mendon\u00e7a<\/a>, servidor da Secretaria de Sa\u00fade Distrito Federal, ao analisar o caso da territorializa\u00e7\u00e3o das diretrizes de a\u00e7\u00e3o e mapeamento feito pelos agentes de sa\u00fade no Distrito Federal das \u00e1reas an\u00e1logas \u00e0 favela: \u201cAgente Comunit\u00e1rio \u00e9 sempre do territ\u00f3rio. Surgiu como uma forma de facilitar o di\u00e1logo dos \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade com a popula\u00e7\u00e3o\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Uso, Apropria\u00e7\u00e3o e Expectativas em Rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Informa\u00e7\u00f5es Produzidas pelo IBGE sobre as Favelas e Comunidades Urbanas Brasileiras<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No \u00faltimo dia, as atividades foram abertas com uma roda de conversa cujo objetivo foi levantar temas de grande relev\u00e2ncia para as favelas na atualidade, mas que ainda n\u00e3o est\u00e3o sendo abarcados pelas pesquisas do IBGE, levando em considera\u00e7\u00e3o que as informa\u00e7\u00f5es disponibilizadas pelo IBGE s\u00e3o muitas vezes um passo fundamental para a obten\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_70935\" aria-describedby=\"caption-attachment-70935\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Alan-Brum-do-Centro-de-Pesquisa-Documentacao-e-Memorias-do-Complexo-do-Alemao-CEPEDOCA-do-Instituto-Raizes-em-Movimento-e-do-Plano-de-Acao-Popular-do-CPX-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-70935\" title=\"Alan Brum, coordenador do Centro de Pesquisa, Documenta\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3rias do Complexo do Alem\u00e3o (CEPEDOCA), cofundador e diretor-presidente do Instituto Ra\u00edzes em Movimento e coordenador do Plano de A\u00e7\u00e3o Popular do CPX. Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Alan-Brum-do-Centro-de-Pesquisa-Documentacao-e-Memorias-do-Complexo-do-Alemao-CEPEDOCA-do-Instituto-Raizes-em-Movimento-e-do-Plano-de-Acao-Popular-do-CPX-620x413.jpg\" alt=\"Alan Brum, coordenador do Centro de Pesquisa, Documenta\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3rias do Complexo do Alem\u00e3o (CEPEDOCA), cofundador e diretor-presidente do Instituto Ra\u00edzes em Movimento e coordenador do Plano de A\u00e7\u00e3o Popular do CPX. Foto: IBGE\" width=\"500\" height=\"333\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-70935\" class=\"wp-caption-text\">Alan Brum, coordenador do Centro de Pesquisa, Documenta\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3rias do Complexo do Alem\u00e3o (CEPEDOCA), cofundador e diretor-presidente do Instituto Ra\u00edzes em Movimento e coordenador do Plano de A\u00e7\u00e3o Popular do CPX. Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3MjoiTy\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Alan Brum<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, coordenador do Centro de Pesquisa, Documenta\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3rias do Complexo do Alem\u00e3o (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3tWxNlb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">CEPEDOCA<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">), cofundador e diretor-presidente do <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2LkOJsN\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Instituto Ra\u00edzes em Movimento<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e coordenador do <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3sFjFcI\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Plano de A\u00e7\u00e3o Popular do Complexo do Alem\u00e3o<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, falta pensar estrat\u00e9gia. \u00c9 preciso construir uma rede de organiza\u00e7\u00f5es que j\u00e1 produzem dados das favelas e mapear tudo isso. Dessa forma, os dados produzidos pelas favelas podem ser apropriados pelo IBGE e incorporados nas pesquisas p\u00fablicas. Al\u00e9m disso, o soci\u00f3logo do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3jE6K3o\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Complexo do Alem\u00e3o<\/a> diz que \u00e9 preciso que as pessoas sejam o centro de tudo e n\u00e3o o processo de mapeamento em si.\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cDefinitivamente, h\u00e1 uma subnotifica\u00e7\u00e3o dos dados do IBGE sobre as favelas e periferias urbanas no Brasil porque n\u00e3o h\u00e1 capilaridade&#8230; A gente [precisa] avan\u00e7ar na qualidade do que nos \u00e9 perguntado\u2026 absorver [nas perguntas das pesquisas censit\u00e1rias] a qualidade dos servi\u00e7os nas favelas\u2026 n\u00e3o s\u00f3 sobre o acesso\u2026 Acho que temos que mudar de \u2018acesso a servi\u00e7os b\u00e1sicos\u2019 para a \u2018utiliza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os b\u00e1sicos\u2019&#8230; O que ocorre muito \u00e9 que os dados mostram que h\u00e1, por exemplo, uma <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2PhF62h\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cl\u00ednica da Fam\u00edlia<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> no territ\u00f3rio, ent\u00e3o, parece que est\u00e1 tudo bem, estatisticamente falando. Mas, na verdade, o tempo de espera \u00e9 t\u00e3o longo que muitas fam\u00edlias saem da favela e peregrinam a outras cl\u00ednicas fora do bairro para conseguirem utilizar o servi\u00e7o\u2026 A pesquisa tem que se centrar nas pessoas, e n\u00e3o na localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica.\u201d \u2014 Alan Brum<\/span><\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_70934\" aria-describedby=\"caption-attachment-70934\" style=\"width: 2560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Cleandro-Krause-Alan-Brum-Larissa-Catala-Camila-DOttaviano-e-Julia-Lins-Bittencourt.-Foto-IBGE-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-70934 size-full\" title=\"Cleandro Krause (IPEA), Alan Brum (Instituto Ra\u00edzes em Movimento), Larissa Catal\u00e1 (IBGE), Camila D\u2019Ottaviano (USP, Observat\u00f3rio das Metr\u00f3poles e ANPUR) e J\u00falia Lins Bittencourt (Secretaria Nacional de Periferias). Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Cleandro-Krause-Alan-Brum-Larissa-Catala-Camila-DOttaviano-e-Julia-Lins-Bittencourt.-Foto-IBGE-scaled.jpg\" alt=\"Cleandro Krause (IPEA), Alan Brum (Instituto Ra\u00edzes em Movimento), Larissa Catal\u00e1 (IBGE), Camila D\u2019Ottaviano (USP, Observat\u00f3rio das Metr\u00f3poles e ANPUR) e J\u00falia Lins Bittencourt (Secretaria Nacional de Periferias). Foto: IBGE\" width=\"2560\" height=\"1711\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Cleandro-Krause-Alan-Brum-Larissa-Catala-Camila-DOttaviano-e-Julia-Lins-Bittencourt.-Foto-IBGE-scaled.jpg 2560w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Cleandro-Krause-Alan-Brum-Larissa-Catala-Camila-DOttaviano-e-Julia-Lins-Bittencourt.-Foto-IBGE-620x414.jpg 620w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-70934\" class=\"wp-caption-text\">Cleandro Krause (IPEA), Alan Brum (Instituto Ra\u00edzes em Movimento), Larissa Catal\u00e1 (IBGE), Camila D\u2019Ottaviano (USP, Observat\u00f3rio das Metr\u00f3poles e ANPUR) e J\u00falia Lins Bittencourt (Secretaria Nacional de Periferias). Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Favela \u00c9 o Centro: Debates e Perspectivas a partir do Semin\u00e1rio do Museu das Favelas<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">La\u00eds Borges e Renata Furtado, ambas do Museu das Favelas, em S\u00e3o Paulo, levantam algumas quest\u00f5es sobre a socializa\u00e7\u00e3o e a hist\u00f3ria das favelas e como elas s\u00e3o pot\u00eancia. Segundo elas, \u00e9 preciso que a favela ocupe tudo, desde o IBGE at\u00e9 os palacetes do centro de S\u00e3o Paulo.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO Museu das Favelas \u00e9 muito recente, estamos localizados no pal\u00e1cio no centro de S\u00e3o Paulo. Muita gente questiona: \u2018por que um pal\u00e1cio?\u2019&#8230; e a gente pensa que as favelas merecem um pal\u00e1cio e devem ocupar o que quiserem\u2026 assim esse espa\u00e7o claramente colonial pode virar um lugar de conflu\u00eancia de v\u00e1rias periferias e favelas.\u201d \u2014 Renata Furtado<\/span><\/p><\/blockquote>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Indicando Novos Nomes para as Favelas e Comunidades Urbanas Brasileiras nas Pesquisas do IBGE<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Finalizadas todas as discuss\u00f5es, foram publicizados na plen\u00e1ria de encerramento do evento os <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QDC0mJ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">resultados da pesquisa<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> feita durante a semana atrav\u00e9s do formul\u00e1rio online, que obteve 55 respostas: as pr\u00e9vias dos nomes mais populares e as mudan\u00e7as nas defini\u00e7\u00f5es mais votadas. Nesta etapa, os participantes tamb\u00e9m analisaram e editaram, em conjunto, a carta que resume todos os consensos do semin\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_71012\" aria-describedby=\"caption-attachment-71012\" style=\"width: 2528px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Audiencia-na-plenaria-de-encerramento-do-seminario-do-IBGE.png\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-71012 size-full\" title=\"Audi\u00eancia na plen\u00e1ria de encerramento do semin\u00e1rio do IBGE. Foto: IBGE\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Audiencia-na-plenaria-de-encerramento-do-seminario-do-IBGE.png\" alt=\"Audi\u00eancia na plen\u00e1ria de encerramento do semin\u00e1rio do IBGE. Foto: IBGE\" width=\"2528\" height=\"799\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Audiencia-na-plenaria-de-encerramento-do-seminario-do-IBGE.png 2528w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Audiencia-na-plenaria-de-encerramento-do-seminario-do-IBGE-620x196.png 620w\" sizes=\"(max-width: 2528px) 100vw, 2528px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-71012\" class=\"wp-caption-text\">Audi\u00eancia na plen\u00e1ria de encerramento do semin\u00e1rio do IBGE. Foto: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Servidores do IBGE iniciaram a apresenta\u00e7\u00e3o em dois blocos: (1) nomenclatura atual e nomenclatura proposta, como estava no formul\u00e1rio; (2) crit\u00e9rios que o IBGE adota para classifica\u00e7\u00e3o de favelas e \u00e1reas an\u00e1logas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O nome proposto pelo grupo consultivo foi <\/span><i>Favelas e Assentamentos Populares<\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. O grau de satisfa\u00e7\u00e3o com esse conceito foi de 3,45, em m\u00e9dia, sendo a escala de 1 a 5. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o das propostas de mudan\u00e7a no conceito, ela est\u00e1 dividida em tr\u00eas partes:\u00a0<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Defini\u00e7\u00e3o do que s\u00e3o favelas e comunidades an\u00e1logas;<\/span><\/li>\n<li>Apresenta\u00e7\u00e3o de um trecho novo, visto como necess\u00e1rio pelos presentes, que exalta a favela como solu\u00e7\u00e3o coletiva e autoproduzida de direito \u00e0 moradia, como geradora de uma identidade e do sentimento de pertencimento;<\/li>\n<li>Inclus\u00e3o dos 24 principais nomes pelos quais favelas e comunidades urbanas correlatas se identificam, apontadas pelas lideran\u00e7as presentes.<\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, a defini\u00e7\u00e3o \u00e9:<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">(1) \u201cAglomerado Subnormal \u00e9 uma forma de ocupa\u00e7\u00e3o irregular de terreno de propriedade alheia p\u00fablica ou privada para fins de habita\u00e7\u00e3o em \u00e1reas urbanas, em geral, caracterizados por um padr\u00e3o urban\u00edstico irregular, car\u00eancia de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais e localiza\u00e7\u00e3o em \u00e1reas de restri\u00e7\u00e3o \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A proposta de mudan\u00e7a estabelece que:<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">(1) \u201cFavelas e Assentamentos Populares s\u00e3o territ\u00f3rios urbanos surgidos das diversas estrat\u00e9gias utilizadas pelas camadas populares para viabilizar, geralmente de forma aut\u00f4noma, suas necessidades de moradia e usos associados: com\u00e9rcio, servi\u00e7o, lazer, entre outros, diante da insufici\u00eancia e inadequa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas e investimentos privados voltados \u00e0 garantia do direito \u00e0 cidade.\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O grau de satisfa\u00e7\u00e3o com essa proposta dos participantes do semin\u00e1rio foi de 4,13, em escala novamente entre 1 e 5.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na segunda parte, foi proposto pelos participantes do semin\u00e1rio um complemento a esse conceito:\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">(2) \u201cEm muitos casos, Favelas e Assentamentos Populares, devido \u00e0 sua origem compartilhada na luta por direito \u00e0 moradia e por servi\u00e7os b\u00e1sicos, pelas suas rela\u00e7\u00f5es de vizinhan\u00e7a, engajamento comunit\u00e1rio e pelo intenso uso de espa\u00e7os comuns, constituem identidade e representa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria.\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A satisfa\u00e7\u00e3o com esse adicional foi de 4,30. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m desses dois pontos, a terceira parte reconhece a diversidade dos nomes atrav\u00e9s dos quais favelas e comunidades urbanas s\u00e3o identificadas Brasil afora. Hoje em dia, a defini\u00e7\u00e3o oficial traz dez nomes:<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">(3) \u201cNo Brasil, esses assentamentos irregulares s\u00e3o conhecidos por diversos nomes, como: favelas, invas\u00f5es, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, loteamentos irregulares, mocambos, palafitas, entre outros.\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A proposta \u00e9 expandir essa defini\u00e7\u00e3o, tornando-a bem mais diversa, plural e exata:<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">(3) \u201cNo Brasil, esses espa\u00e7os se manifestam de diferentes formas e nomenclaturas, como: favelas, ocupa\u00e7\u00f5es, comunidades, quebradas, grotas, baixadas, alagados, vilas, ressacas, mocambos, palafitas, loteamentos informais, vilas malocas, entre outros, expressando diferen\u00e7as regionais, hist\u00f3ricas e culturais na sua forma\u00e7\u00e3o. Essa diversidade \u00e9 a express\u00e3o de diversas estrat\u00e9gias, demandas e formas de acessar a cidade e seus recursos, bem como a materialidade de pr\u00e1ticas, usos e identidades plurais observadas em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O grau de satisfa\u00e7\u00e3o dela foi 4,40. Sendo assim, das tr\u00eas partes em que se dividiu a revis\u00e3o do conceito de <em>aglomerados subnormais<\/em>, esta terceira foi a que obteve melhor avalia\u00e7\u00e3o entre as lideran\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p><iframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/48K25Q5HMfw?si=TezbZatHyXg2hzG4&amp;start=3832\" width=\"1030\" height=\"563\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">\ufeff<\/span><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Passada a apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados sobre as mudan\u00e7as no conceito, iniciou-se a discuss\u00e3o sobre como, a partir de agora, pode ser feita a identifica\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de Favelas e Assentamentos Populares. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A proposta, novamente, aposta na pot\u00eancia e n\u00e3o no estere\u00f3tipo:\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cFavelas e Assentamentos Populares, ou o nome que venha a ser, expressam a desigualdade socioespacial da urbaniza\u00e7\u00e3o brasileira, retratam a incompletude no limite \u00e0 precariedade das pol\u00edticas governamentais, investimentos privados, dota\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos, equipamentos coletivos e prote\u00e7\u00e3o ambiental aos s\u00edtios onde se localizam, reproduzindo condi\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade. Essas se tornam agravadas com a inseguran\u00e7a jur\u00eddica da posse que tamb\u00e9m compromete a garantia do direito \u00e0 moradia e a prote\u00e7\u00e3o legal contra despejos for\u00e7ados e remo\u00e7\u00f5es.\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa reformula\u00e7\u00e3o foi bem aceita, obtendo uma m\u00e9dia de 3,96. Durante essas discuss\u00f5es, v\u00e1rias lideran\u00e7as sugeriram a inclus\u00e3o da inseguran\u00e7a jur\u00eddica da posse como parte da proposta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar dessa inst\u00e2ncia de escuta e troca finalmente ter sido aberta junto ao IBGE, funcion\u00e1rios do instituto remarcaram \u00e0s lideran\u00e7as, por diversas vezes, que as conclus\u00f5es tiradas neste evento ser\u00e3o rediscutidas e podem ou n\u00e3o ser adotadas. V\u00e1rios moradores e pesquisadores perif\u00e9ricos disseram ser fundamental identificar novas formas de representa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e de coopera\u00e7\u00e3o para coleta de informa\u00e7<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00f5es ainda n\u00e3o captadas pelo IBGE em favelas e assentamentos populares. Buscar aprimorar e tornar territorialmente espec\u00edficas as <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">abordagens, linguagens, metodologias, ferramentas de coleta e de supervis\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas e geoespaciais em favelas e assentamentos urbanos para que tenham mais efetividade.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, foi citado como crucial o aprimoramento e a velocidade na atualiza\u00e7\u00e3o do mapeamento nas favelas e assentamentos populares, que s\u00e3o din\u00e2micos e, em geral, est\u00e3o em crescimento, com novos logradouros sendo abertos. Isso \u00e9 importante porque muitos moradores querem ter um endere\u00e7o, mas n\u00e3o t\u00eam, pois suas ruas, becos e vielas nem est\u00e3o no mapa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 s\u00f3 com a inclus\u00e3o da favela e de assentamentos populares em todas as inst\u00e2ncias do fazer estat\u00edstico, do design, at\u00e9 a coleta e o tratamento dos dados, que se pode falar em uma democratiza\u00e7\u00e3o do censo. S\u00f3 tornando-o popular, \u00e9 poss\u00edvel a capilariza\u00e7\u00e3o de suas atividades ao n\u00edvel esperado.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cN\u00e3o podemos tapar o sol com a peneira, n\u00e3o podemos romantizar, ainda mais para a pr\u00e1tica de pol\u00edticas p\u00fablicas. Tem um <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/472WRpi\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">verso do Brown<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> que diz: \u2018at\u00e9 o IBGE passou aqui e nunca mais voltou. Numerou os barracos, fez uma p\u00e1 de perguntas, logo depois esqueceram\u2019. Isso significa que a visita e o question\u00e1rio n\u00e3o trouxeram acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas\u2026 \u00e9 fun<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">damental refletir junto a esses atores.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d \u2014\u00a0 Guilherme Sim\u00f5es<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/69aBDYNvDRE?si=cW-Eijlbh16Sty3_&amp;start=84\" width=\"1030\" height=\"563\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">\ufeff<\/span><\/iframe><\/p>\n<h4>Esta \u00e9 a terceira mat\u00e9ria de uma <a href=\"https:\/\/bit.ly\/SerieAdeusAglomerados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">s\u00e9rie de tr\u00eas<\/a> sobre um semin\u00e1rio in\u00e9dito do IBGE que discutiu a mudan\u00e7a do termo \u201caglomerado subnormal\u201d\u00a0a partir da perspectiva de favelas e assentamentos populares.<\/h4>\n<p><i data-stringify-type=\"italic\">Sobre o autor:\u00a0<\/i><i data-stringify-type=\"italic\"><a class=\"c-link\" href=\"https:\/\/bit.ly\/3eI9jlv\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"https:\/\/bit.ly\/3eI9jlv\" data-sk=\"tooltip_parent\">Julio Santos Filho<\/a><\/i><i data-stringify-type=\"italic\">\u00a0\u00e9 bacharel em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (UFF) e mestre em Sociologia (<\/i><i data-stringify-type=\"italic\"><a class=\"c-link\" href=\"http:\/\/bit.ly\/191xwKJ\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"http:\/\/bit.ly\/191xwKJ\" data-sk=\"tooltip_parent\">IESP-UERJ<\/a><\/i><i data-stringify-type=\"italic\">). Homem negro da Ilha do Governador, trabalha desde 2020 como editor no RioOnWatch. Em 2021, foi editor do Enraizando o Antirracismo nas Favelas, projeto medalha de prata no The Anthem Awards.\u00a0<\/i><\/p>\n<hr \/>\n<h4><b data-stringify-type=\"bold\">Apoie nossos esfor\u00e7os para fornecer apoio estrat\u00e9gico \u00e0s favelas do Rio, incluindo o jornalismo hiperlocal, cr\u00edtico, inovador e incans\u00e1vel do\u00a0<\/b><b data-stringify-type=\"bold\"><i data-stringify-type=\"italic\">RioOnWatch<\/i><\/b>\u2014<a class=\"c-link\" href=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" data-sk=\"tooltip_parent\">doe aqui<\/a>.<\/h4>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English Esta \u00e9 a terceira mat\u00e9ria de uma s\u00e9rie de tr\u00eas sobre um semin\u00e1rio in\u00e9dito do IBGE que discutiu a mudan\u00e7a do termo \u201caglomerado subnormal\u201d\u00a0a partir da perspectiva de favelas e assentamentos <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=70871\" title=\"Adeus \u2018Aglomerados Subnormais\u2019 Parte 3: Epistemologia Perif\u00e9rica no Desenho do Censo e a Apresenta\u00e7\u00e3o de uma Nova Nomenclatura\">[&#8230;]<\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":167,"featured_media":70942,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"template-full.php","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1621,1627,1632,344],"tags":[3064,2071,1221,332,217,1917,2214,3143,2344,1523,599,3155,588,1107,2588,16,3382],"writer":[2881],"translator":[],"source":[],"ilustrador":[],"fotografo":[],"class_list":{"0":"post-70871","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaque","8":"category-relato-de-evento","9":"category-pesquisa-e-analise","10":"category-politicas","11":"tag-apagao-de-dados","12":"tag-censo","13":"tag-comparacao-nacional","14":"tag-complexo-da-mare","15":"tag-complexo-do-alemao","16":"tag-comunidade-x-academia","17":"tag-dados","18":"tag-direito-a-favela","19":"tag-ibge","20":"tag-instituto-pereira-passos-ipp","21":"tag-jacarezinho","22":"tag-labjaca","23":"tag-pesquisa","24":"tag-redes-da-mare","25":"tag-resultados-da-pesquisa","26":"tag-rocinha","27":"tag-serie-adeus-aglomerados-subnormais","28":"writer-julio-santos-filho"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.6 - 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