{"id":76715,"date":"2025-05-16T08:00:57","date_gmt":"2025-05-16T11:00:57","guid":{"rendered":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=76715"},"modified":"2025-06-04T21:34:32","modified_gmt":"2025-06-05T00:34:32","slug":"rede-memoria-da-mare-conheca-projeto-que-atuou-na-preservacao-da-memoria-mareense-e-deu-origem-ao-museu-da-mare","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=76715","title":{"rendered":"Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9: Conhe\u00e7a Projeto que Atuou na Preserva\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Mareense e Deu Origem ao Primeiro Museu de Favela, o Museu da Mar\u00e9"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-78160\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare.png\" alt=\"\" width=\"4100\" height=\"2310\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare.png 4100w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare-620x349.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare-768x433.png 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare-1536x865.png 1536w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare-2048x1154.png 2048w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Rede-Memorias-da-Mare-678x381.png 678w\" sizes=\"(max-width: 4100px) 100vw, 4100px\" \/><\/a><\/p>\n<h4 style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3T15efJ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Click Here for English<\/strong><\/em><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" width=\"20\" height=\"20\" \/><\/a><\/h4>\n<p><em>Esta mat\u00e9ria faz parte da s\u00e9rie de\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/SeriePotencias\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mem\u00f3rias de Pot\u00eancias Faveladas<\/a> do RioOnWatch, que visa documentar e celebrar a hist\u00f3ria das favelas do Rio de Janeiro atrav\u00e9s de relatos e reportagens sobre a mem\u00f3ria coletiva em sua luta cotidiana pelo direito a uma vida plena. Ela tamb\u00e9m celebra a <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4cMbykm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">23\u00aa Semana Nacional de Museus<\/a>, entre 12-18 de maio de 2025, com o tema &#8220;O futuro dos museus em comunidades em r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o&#8221;, proposto pelo Conselho Internacional de Museus (<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3S6yG3y\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ICOM<\/a>). <\/em><em>Publicamos hoje essa mat\u00e9ria exaltando um projeto pioneiro de mem\u00f3ria favelada, a Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9, que culminou na funda\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/rio\/ministerio-da-cultura-inaugura-primeiro-museu-em-favelas-do-rio-4585763\">primeiro museu comunit\u00e1rio de favela do Rio de Janeiro<\/a>, que ainda pauta os rumos da <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2ZsBJc9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">museologia social<\/a>\u00a0favelada: o <a href=\"https:\/\/bit.ly\/32KAbZc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Museu da Mar\u00e9<\/a>.<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_77704\" aria-describedby=\"caption-attachment-77704\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Inauguracao-do-Arquivo-Dona-Orozina-Vieira.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASMl-2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-77704\" title=\"Inaugura\u00e7\u00e3o do Arquivo Dona Orozina Vieira. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Inauguracao-do-Arquivo-Dona-Orozina-Vieira.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASMl-2.jpg\" alt=\"Inaugura\u00e7\u00e3o do Arquivo Dona Orozina Vieira. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" width=\"500\" height=\"325\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-77704\" class=\"wp-caption-text\">Inaugura\u00e7\u00e3o do Arquivo Dona Orozina Vieira. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 &#8211; CEASM<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Criada no final dos anos 1990, a Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9 foi pioneira na preserva\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria e da identidade cultural do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2K1s59x\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Complexo da Mar\u00e9<\/a>. Deixou um legado de importantes contribui\u00e7\u00f5es, como o Acervo Dona Orosina Vieira (<a href=\"https:\/\/bit.ly\/4d7PXDp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ADOV<\/a>), que ajuda at\u00e9 hoje a construir um <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2Xgzmbx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sentimento de pertencimento<\/a> dos moradores com seu territ\u00f3rio<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. A Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9 funcionou at\u00e9 2007, quando foi absorvida pela cria\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3va4Akf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Museu da Mar\u00e9<\/a>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O in\u00edcio do projeto, por\u00e9m, parte de uma iniciativa anterior, liderada por jovens mareenses no final dos anos 1980. Mais precisamente no ano de 1989, quando foi criado o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">grupo <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3x1Ff0v\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">TV Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, que documentava o cotidiano e as hist\u00f3rias de moradores da comunidade. Ao mesmo tempo, foram levantados registros sobre a regi\u00e3o, que resultariam no primeiro acervo sobre a Mar\u00e9. Eram hist\u00f3rias sobre a chegada dos primeiros moradores, como <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3BSlP0i\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dona Orosina Vieira<\/a>, e tamb\u00e9m manifesta\u00e7\u00f5es culturais, como as festas juninas, em que ocorriam os <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XElqVW\">antigos shows gays<\/a>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O coletivo teve breve per\u00edodo de atua\u00e7\u00e3o, sendo encerrado em 1992. Posteriormente, surgiu a necessidade de um espa\u00e7o destinado \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o de moradores da Mar\u00e9 que desejavam ingressar na universidade, o que culminou com a cria\u00e7\u00e3o de uma das primeiras ONGs da Mar\u00e9, o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Centro de Estudos e A\u00e7\u00f5es Solid\u00e1rias da Mar\u00e9 (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2Mvr7mD\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">CEASM<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">), no ano de 1997. Essa iniciativa tamb\u00e9m partiu de moradores, tanto daqueles que estiveram no TV Mar\u00e9, como de outros habitantes da regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_76745\" aria-describedby=\"caption-attachment-76745\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Contos-e-Lendas-da-Mare-uma-das-primeiras-publicacoes-do-projeto.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-76745\" title=\"Livro Contos e Lendas da Mar\u00e9, uma das primeiras publica\u00e7\u00f5es do projeto. Acervo Dona Orosina Vieira\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Contos-e-Lendas-da-Mare-uma-das-primeiras-publicacoes-do-projeto.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-620x620.png\" alt=\"Livro Contos e Lendas da Mar\u00e9, uma das primeiras publica\u00e7\u00f5es do projeto. Acervo Dona Orosina Vieira\" width=\"500\" height=\"501\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Contos-e-Lendas-da-Mare-uma-das-primeiras-publicacoes-do-projeto.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-620x620.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Contos-e-Lendas-da-Mare-uma-das-primeiras-publicacoes-do-projeto.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira.png 699w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-76745\" class=\"wp-caption-text\">Livro <em>Contos e Lendas da Mar\u00e9<\/em>, uma das primeiras publica\u00e7\u00f5es do projeto. Foto: Acervo Dona Orosina Vieira<\/figcaption><\/figure>\n<p>Dentro do CEASM, foram criados outros projetos que visavam atuar nas mais variadas frentes, que se dividiram em redes: a Rede de Trabalho e Educa\u00e7\u00e3o da Mar\u00e9 (RETEM), a Rede Sa\u00fade e a Rede Mem\u00f3ria, que visava trabalhar em espec\u00edfico a hist\u00f3ria da comunidade e sua preserva\u00e7\u00e3o. O material produzido pelo TV Mar\u00e9 foi doado para a Rede Mem\u00f3ria e desdobrou-se em diversos outras iniciativas.<\/p>\n<p>Segundo a co-fundadora do CEASM e do Museu da Mar\u00e9, <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ETV9Op\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cl\u00e1udia Rose Ribeiro<\/a>, a organiza\u00e7\u00e3o foi inicialmente pensada para prestar servi\u00e7os de pr\u00e9-vestibular, por\u00e9m ampliou suas atividades em eixos diversos. Seu acervo, j\u00e1 sob a guarda da Rede Mem\u00f3ria, tornou-se uma estrat\u00e9gia de trabalhar a <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2Xgzmbx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">identidade e o pertencimento<\/a> dos estudantes, com vistas a aproxim\u00e1-los de seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<blockquote><p>\u201c[A Rede] foi uma forma de incentiv\u00e1-los a n\u00e3o negarem sua origem. A universidade n\u00e3o foi feita pra favelado, ent\u00e3o, utilizar o acervo do projeto foi uma sa\u00edda [estrat\u00e9gica] at\u00e9 para eles sobreviverem dentro da universidade. Propunhamos trabalhar a mem\u00f3ria como ferramenta de identifica\u00e7\u00e3o com o territ\u00f3rio, pois acredit\u00e1vamos que, sabendo de suas lutas anteriores, poderiam se sentir inseridos.\u201d \u2014 Cl\u00e1udia Rose Ribeiro<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo o estudo da mestranda em Preserva\u00e7\u00e3o e Gest\u00e3o do Patrim\u00f4nio Cultural das Ci\u00eancias e da Sa\u00fade na Casa de Oswaldo Cruz da Fiocruz, <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3GIeX83\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Thamires Ribeiro de Oliveira<\/a>, o principal intuito da Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9 era \u201cregistrar, preservar e divulgar a hist\u00f3ria das comunidades que formam o bairro e, a partir disso, promover o fortalecimento do pertencimento local dos mareenses, atrav\u00e9s de sua hist\u00f3ria e cultura\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_77702\" aria-describedby=\"caption-attachment-77702\" style=\"width: 1600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-77702 size-full\" title=\"Sala da Rede Mem\u00f3ria. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM.jpg\" alt=\"Sala da Rede Mem\u00f3ria. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" width=\"1600\" height=\"1200\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM.jpg 1600w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM-620x465.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM-768x576.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM-678x509.jpg 678w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM-326x245.jpg 326w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Sala-da-Rede-Memoria.-Acervo_-ADOV_Museu-da-Mare-CEASM-80x60.jpg 80w\" sizes=\"(max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-77702\" class=\"wp-caption-text\">Sala da Rede Mem\u00f3ria. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 &#8211; CEASM<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre as principais frentes de trabalho da Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9 estavam as <\/span>entrevistas com moradores da Mar\u00e9 e a busca por materiais sobre a comunidade em arquivos da cidade do Rio de Janeiro. Os depoimentos com os moradores mais antigos foram fundamentais para subsidiar as pesquisas em acervos da cidade do Rio de Janeiro. Tamb\u00e9m foram os respons\u00e1veis por outros relevantes projetos que se sucederam, como a cria\u00e7\u00e3o do grupo de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4ihYAMw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mar\u00e9 de Hist\u00f3rias<\/a>, as publica\u00e7\u00f5es da institui\u00e7\u00e3o, como o livro <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3cFTi1a\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Contos e Lendas da Mar\u00e9<\/em><\/a>, e a forma\u00e7\u00e3o do Acervo Dona Orosina Vieira (ADOV), al\u00e9m do pr\u00f3prio Museu da Mar\u00e9.<\/p>\n<p><iframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XnlSX9wBv44?si=ohwIk7bnQXLqFVXe\" width=\"1030\" height=\"563\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">\ufeff<\/span><\/iframe><\/p>\n<p>A busca de materiais, principalmente iconogr\u00e1ficos, em arquivos, como bibliotecas e museus na cidade do Rio de Janeiro, era conduzida por Ant\u00f4nio Carlos Vieira, outro fundador do Museu da Mar\u00e9.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cAjudei a organizar esse material, tentamos dar uma cara de arquivo realmente a essa Rede Mem\u00f3ria. Encaminhamos projetos para v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, para gente ver se conseguia financiamento para organizar esse material de mem\u00f3ria e tamb\u00e9m produ\u00e7\u00e3o de livros. Tem dois livros que est\u00e3o muito nesse foco da mem\u00f3ria, que s\u00e3o o <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3DvFrYL\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>\u00c1guas Cariocas<\/em><\/a>, que foi que eu organizei e descobri esse material numa pesquisa na Biblioteca Nacional, achei esse material incr\u00edvel e a gente decidiu fazer uma publica\u00e7\u00e3o. Eram artigos que sa\u00edam no jornal <em>Correio da Manh\u00e3<\/em> falando sobre a Ba\u00eda de Guanabara. E o outro livro foi o <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ZNhLXk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>A Mar\u00e9 em 12 Tempos<\/em><\/a>, que trata da Mar\u00e9 a partir dos tempos do Museu, que tamb\u00e9m ajudei a organizar e tenho ajudado a fazer pesquisa.\u201d \u2014 Ant\u00f4nio Carlos Vieira<\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_77703\" aria-describedby=\"caption-attachment-77703\" style=\"width: 1941px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-77703 size-full\" title=\"Livro \u201cA Mar\u00e9 em 12 Tempos\u201d Foto: Acervo ADOV Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-scaled.jpg\" alt=\"Livro \u201cA Mar\u00e9 em 12 Tempos\u201d Foto: Acervo ADOV Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" width=\"1941\" height=\"2560\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-scaled.jpg 1941w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-470x620.jpg 470w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-1137x1500.jpg 1137w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-768x1013.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-1164x1536.jpg 1164w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Livro-A-Mare-em-12-Tempos-Foto-Acervo-ADOV-Museu-da-Mare-CEASM-1552x2048.jpg 1552w\" sizes=\"(max-width: 1941px) 100vw, 1941px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-77703\" class=\"wp-caption-text\">Livro <em>A Mar\u00e9 em 12 Tempos<\/em>. Foto: Acervo ADOV Museu da Mar\u00e9 &#8211; CEASM<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_76741\" aria-describedby=\"caption-attachment-76741\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-da-Praia-do-Apicu-encontrada-no-Arquivo-Geral-da-Cidade-do-Rio-de-Janeiro-pela-Rede-Memoria-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-ADOV.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-76741\" title=\"Foto da Praia do Apic\u00fa encontrada no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro pela Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9. Acervo Dona Orosina Vieira (ADOV)\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-da-Praia-do-Apicu-encontrada-no-Arquivo-Geral-da-Cidade-do-Rio-de-Janeiro-pela-Rede-Memoria-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-ADOV-620x451.jpg\" alt=\"Foto da Praia do Apic\u00fa encontrada no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro pela Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9. Acervo Dona Orosina Vieira (ADOV)\" width=\"500\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-da-Praia-do-Apicu-encontrada-no-Arquivo-Geral-da-Cidade-do-Rio-de-Janeiro-pela-Rede-Memoria-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-ADOV-620x451.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-da-Praia-do-Apicu-encontrada-no-Arquivo-Geral-da-Cidade-do-Rio-de-Janeiro-pela-Rede-Memoria-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-ADOV-768x558.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-da-Praia-do-Apicu-encontrada-no-Arquivo-Geral-da-Cidade-do-Rio-de-Janeiro-pela-Rede-Memoria-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-ADOV.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-76741\" class=\"wp-caption-text\">Foto da Praia do Apic\u00fa encontrada no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro pela Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9. Acervo Dona Orosina Vieira (ADOV)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O professor de artes da rede p\u00fablica Marcelo Vieira foi um dos participantes da TV Mar\u00e9, respons\u00e1veis por salvaguardar e curar o acervo da Mar\u00e9 at\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do CEASM em 1997. Ele foi um dos \u201cgarimpeiros\u201d que reuniu este material, que, depois, passou a compor o acervo do Museu da Mar\u00e9.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA gente tinha uma c\u00e2mera que era [fruto] de uma parceria com uma entidade ligada a Igreja Cat\u00f3lica. Atrav\u00e9s desse projeto, a gente teve oficinas de c\u00e2mera e de roteiro. A gente filmava as coisas dentro da favela como um todo. Filmava Folia de Reis, acontecimentos culturais, n\u00e9? O cotidiano dos moradores. Chegamos a produzir alguns v\u00eddeos, document\u00e1rios, tudo em fitas VHS, tudo muito simples.<\/p>\n<p>E, nessas entrevistas, a gente era um grupo que sa\u00eda andando pela favela buscando ideias&#8230; Num desses bate-papos, surgiu a [ideia] de entrevistar os moradores mais antigos. E a gente ouvia certas hist\u00f3rias com a c\u00e2mera na m\u00e3o. Pens\u00e1vamos &#8216;Ah, vamos entrevistar esses moradores mais antigos&#8217; e sa\u00edamos em busca deles, entrevistando essas personalidades, pessoas que a gente ouvia desde crian\u00e7a. &#8216;Ah, foi a primeira moradora!&#8230; T\u00e1 aqui h\u00e1 muito tempo,&#8230; desde a vila de pescadores&#8230;&#8217; Nessas entrevistas, eles come\u00e7aram a falar como e quando chegaram ali, de onde vieram, sua origem e falavam de como era a regi\u00e3o, porque era outro local, completamente diferente do que \u00e9 hoje. Eles come\u00e7aram a pontuar hist\u00f3rias, dar depoimentos de coisas que de certa forma eu n\u00e3o entendia muito. Devido a essas entrevistas e \u00e0 curiosidade com o novo, eu comentei no grupo &#8216;Ah, vamos pesquisar nos arquivos do Rio de Janeiro&#8217;. No finalzinho dos anos 1980, j\u00e1 in\u00edcio dos anos 1990, procuramos informa\u00e7\u00f5es sobre o que aqueles moradores mais antigos falavam. &#8216;Inha\u00fama tinha uma praia&#8217;&#8230; Eles davam informa\u00e7\u00f5es que atrav\u00e9s da pesquisa nos arquivos, o que era oral acabou se concretizando com fotos [artigos e documentos] da Mar\u00e9 no in\u00edcio do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<figure id=\"attachment_76743\" aria-describedby=\"caption-attachment-76743\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Historia-da-Mare-de-Antonio-Carlos-Vieira-e-Marcelo-P.-Vieira.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-76743\" title=\"Livro Hist\u00f3ria da Mar\u00e9 de Ant\u00f4nio Carlos Vieira e Marcelo P. Vieira. Acervo Dona Orosina Vieira\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Historia-da-Mare-de-Antonio-Carlos-Vieira-e-Marcelo-P.-Vieira.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-431x620.jpeg\" alt=\"Livro Hist\u00f3ria da Mar\u00e9 de Ant\u00f4nio Carlos Vieira e Marcelo P. Vieira. Acervo Dona Orosina Vieira\" width=\"500\" height=\"719\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Historia-da-Mare-de-Antonio-Carlos-Vieira-e-Marcelo-P.-Vieira.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-431x620.jpeg 431w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Livro-Historia-da-Mare-de-Antonio-Carlos-Vieira-e-Marcelo-P.-Vieira.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira.jpeg 590w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-76743\" class=\"wp-caption-text\">Livro <em>Hist\u00f3ria da Mar\u00e9<\/em> de Ant\u00f4nio Carlos Vieira e Marcelo P. Vieira. Foto: Acervo Dona Orosina Vieira<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ent\u00e3o, imagina, voc\u00ea ter 20 e poucos anos e dar de cara com um arquivo iconogr\u00e1fico, do fot\u00f3grafo que andou no Rio de Janeiro contratado pela Prefeitura na reforma da cidade: voc\u00ea dar de cara com o registro de como era aquela regi\u00e3o e o sub\u00farbio do Rio de Janeiro? Foi uma surpresa imensa!\u201d <strong>\u2014 <\/strong>Marcelo Vieira<\/p><\/blockquote>\n<p>A primeira fase massiva de busca foi realizada ainda pela TV Mar\u00e9 e, depois, foi continuada pela Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9. O material iconogr\u00e1fico resultou no maior acervo de todo o conjunto encontrado pela Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9, tamb\u00e9m se tornou o mais pesquisado e apresentado nas atividades da Rede, como nas exposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>As fotografias encontradas constavam principalmente em acervos p\u00fablicos, em institui\u00e7\u00f5es e com pesquisadores de fora da comunidade.<\/p>\n<p>Est\u00e3o entre essas entidades o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), na Cole\u00e7\u00e3o Augusto Malta; o Arquivo Nacional, no fundo <em>Correio da Manh\u00e3<\/em>; a Casa de Oswaldo Cruz; o arquivo da Caixa Econ\u00f4mica Federal; e fotografias de <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1mDqBSO\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Anthony Leeds<\/a>, antrop\u00f3logo que estudou a Mar\u00e9 na d\u00e9cada de 1960, e Jo\u00e3o Mendes, fot\u00f3grafo do Projeto-Rio. Algumas fotos que se deterioravam na <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ZSc8qC\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Associa\u00e7\u00e3o de Moradores do Timbau<\/a> foram recolhidas por Ant\u00f4nio Carlos Vieira, mais conhecido como Carlinhos, na \u00e9poca em que a presidiu.<\/p>\n<p>A partir da Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9, essa procura foi intensificada. De acordo com a pesquisa de Thamires Ribeiro de Oliveira:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEm meados de 2002, a coordena\u00e7\u00e3o da Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9, atrav\u00e9s da equipe respons\u00e1vel pela pesquisa e aquisi\u00e7\u00e3o de acervo, empreendeu uma busca em arquivos, museus e bibliotecas com o intuito de realizar o levantamento iconogr\u00e1fico relacionado \u00e0 regi\u00e3o da Mar\u00e9 e adjac\u00eancias, cujas remo\u00e7\u00f5es resultaram em migra\u00e7\u00f5es para a Mar\u00e9, reservando para um segundo momento o levantamento bibliogr\u00e1fico e de documentos manuscritos. Estas pesquisas foram praticamente conclu\u00eddas no fim do mesmo ano. Tamb\u00e9m foram levantados registros audiovisuais e mapas, que correspondiam a um n\u00famero pequeno, se comparados aos registros fotogr\u00e1ficos.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Um dos desdobramentos dessa pesquisa foi a publica\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo ilustrado <em>A Hist\u00f3ria da Mar\u00e9<\/em>, de Ant\u00f4nio Carlos, livro que narra fatos hist\u00f3ricos na regi\u00e3o da Mar\u00e9, do per\u00edodo colonial at\u00e9 o final da d\u00e9cada de 1990. \u00c9 a primeira vers\u00e3o da Hist\u00f3ria do Complexo da Mar\u00e9.<\/p>\n<figure id=\"attachment_76746\" aria-describedby=\"caption-attachment-76746\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-de-Orosina-Vieira-primeira-moradora-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-76746\" title=\"Foto de Orosina Vieira, primeira moradora da Mar\u00e9. Acervo Dona Orosina Vieira\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-de-Orosina-Vieira-primeira-moradora-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-496x620.jpg\" alt=\"Foto de Orosina Vieira, primeira moradora da Mar\u00e9. Acervo Dona Orosina Vieira\" width=\"500\" height=\"625\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-de-Orosina-Vieira-primeira-moradora-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira-496x620.jpg 496w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Foto-de-Orosina-Vieira-primeira-moradora-da-Mare.-Acervo-Dona-Orosina-Vieira.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-76746\" class=\"wp-caption-text\">Foto de Orosina Vieira, primeira moradora da Mar\u00e9. Foto: Acervo Dona Orosina Vieira<\/figcaption><\/figure>\n<p>A obra comp\u00f4s o conjunto documental constru\u00eddo pela Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9, que reuniu diversos materiais sobre a regi\u00e3o e trouxe em sua narrativa, por exemplo, a hist\u00f3ria de Orosina Vieira, mulher negra e migrante de Minas Gerais, considerada a primeira moradora da Mar\u00e9. O conjunto documental levantado foi batizado em sua homenagem: Arquivo Dona Orosina Vieira (ADOV), inaugurado no dia 26 de abril de 2002.<\/p>\n<p>J\u00e1 na linha de a\u00e7\u00e3o das entrevistas, a Rede Mem\u00f3ria teve a colabora\u00e7\u00e3o da Fiocruz para desenvolver a metodologia do registro de hist\u00f3ria oral dos moradores da Mar\u00e9. Estes depoimentos, previamente feitos com moradores antigos, motivaram a cria\u00e7\u00e3o do grupo de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias Mar\u00e9 de Hist\u00f3rias e do <em>Livro de Contos e Lendas da Mar\u00e9<\/em>, publicado pelo n\u00facleo editorial Mar\u00e9 das Letras da Rede de Trabalho e Educa\u00e7\u00e3o da Mar\u00e9 (RETEM) em 2003.<\/p>\n<p>J\u00e1 para Marilene Nunes, cofundadora do Museu da Mar\u00e9, coordenadora do Grupo Mar\u00e9 de Hist\u00f3rias, da <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Dx3UwU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Biblioteca Elias Jos\u00e9<\/a> e da Brinquedoteca Marielle Franco, uma de suas experi\u00eancias mais marcantes com o grupo foi:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cDurante essa trajet\u00f3ria de caminhada pela Mar\u00e9 com o Grupo Mar\u00e9 de Hist\u00f3rias, lembro de uma atividade que fizemos embaixo da ponte na antiga Ocupa\u00e7\u00e3o da McLaren com os moradores de l\u00e1. Foi um dia de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias e roda de leitura. O que mais me impactou foi a participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 das crian\u00e7as, mas de alguns respons\u00e1veis. No final, fizemos um lanche pois um dia anterior escolhemos uma casa e deixamos os refrigerantes l\u00e1. Conclus\u00e3o: algumas crian\u00e7as daquele lugar insalubre, morando nos barracos de madeira, se tornaram leitores da Biblioteca Elias Jos\u00e9. Fazer parte desse projeto foi e ainda \u00e9 algo muito rico na minha vida, pois, atrav\u00e9s das atividades, pude passar um pouco de conhecimento e pertencimento para os ouvintes, pois sempre falei da Mar\u00e9 como um lugar de luta, resist\u00eancia e pertencimento.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>A RETEM cooperou na promo\u00e7\u00e3o de cursos voltados para a comunica\u00e7\u00e3o, como: oficinas de fotografia, v\u00eddeo, produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, gr\u00e1fica e o curso de forma\u00e7\u00e3o de monitores para o <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3JIqimi\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Museu da Vida<\/a>, da Fiocruz, entre 1999 e 2000. A forma\u00e7\u00e3o teve apoio financeiro do Programa Comunidade Solid\u00e1ria, lan\u00e7ado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, e da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ).<\/p>\n<figure id=\"attachment_76733\" aria-describedby=\"caption-attachment-76733\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-76733\" title=\"Ministro da Cultura Gilberto Gil inaugura o Museu da Mar\u00e9, o primeiro mudeu de favela no Brasil. Acervo pessoal Gilberto Gil\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil-620x464.png\" alt=\"Ministro da Cultura Gilberto Gil inaugura o Museu da Mar\u00e9, o primeiro mudeu de favela no Brasil. Acervo pessoal Gilberto Gil\" width=\"500\" height=\"374\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil-620x464.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil-768x575.png 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil-678x509.png 678w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil-326x245.png 326w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil-80x60.png 80w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Ministro-da-Cultura-Gilberto-Gil-inaugura-o-Museu-da-Mare-o-primeiro-mudeu-de-favela-no-Brasil.png 795w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-76733\" class=\"wp-caption-text\">Ministro da Cultura Gilberto Gil participa da inaugura\u00e7\u00e3o do Museu da Mar\u00e9, o primeiro museu de favela no Brasil. Foto: Acervo pessoal Gilberto Gil<\/figcaption><\/figure>\n<p>J\u00e1 no in\u00edcio dos anos 2000, a Fiocruz promoveu uma s\u00e9rie de atividades que visavam debater apropria\u00e7\u00e3o cultural. Essa proposta viabilizou uma parceria com a Rede Mem\u00f3ria e a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), onde foram realizadas diversas atividades museol\u00f3gicas. Entre elas, a exposi\u00e7\u00e3o <em>A For\u00e7a da Mar\u00e9: da Palafita ao Pal\u00e1cio<\/em>, exposta no Museu da Rep\u00fablica, no Castelinho do Flamengo e no Centro Cultural do Tribunal de Contas do Estado no ano de 2004. Essa exposi\u00e7\u00e3o estimulou ainda mais a possibilidade da constru\u00e7\u00e3o de um museu na Mar\u00e9.<\/p>\n<p>No ano seguinte, em 2005, foram iniciadas as obras com recursos do Programa Cultura Viva\u2014Pontos de Cultura e o apoio t\u00e9cnico do Departamento de Museus do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN). <span style=\"font-weight: 400;\">O Museu foi <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3BKb3t6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">inaugurado em 8 de maio de 2006<\/a>, com a presen\u00e7a do ent\u00e3o Ministro da Cultura Gilberto Gil. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O espa\u00e7o foi p<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ensado para ser de preserva\u00e7\u00e3o e pertencimento mareense, onde os moradores contribu\u00edssem doando objetos e outros materiais que ajudassem a contar a hist\u00f3ria da comunidade.<\/span><\/p>\n<p>Meses ap\u00f3s a inaugura\u00e7\u00e3o do Museu da Mar\u00e9, em 2007, a Rede Mem\u00f3ria da Mar\u00e9 encerrou suas atividades. Todos seus compromissos, acervo e a\u00e7\u00f5es foram absorvidos pelo Museu da Mar\u00e9. No entanto, seus desdobramentos ainda reverberam.<\/p>\n<figure id=\"attachment_77705\" aria-describedby=\"caption-attachment-77705\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Vista-panoramica-da-Mare-decada-de-1970.-Acervo-ADOVMuseu-da-Mare-CEASM.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-77705\" title=\"Vista panor\u00e2mica da Mar\u00e9, d\u00e9cada de 1970. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Vista-panoramica-da-Mare-decada-de-1970.-Acervo-ADOVMuseu-da-Mare-CEASM-620x416.jpg\" alt=\"Vista panor\u00e2mica da Mar\u00e9, d\u00e9cada de 1970. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 - CEASM\" width=\"500\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Vista-panoramica-da-Mare-decada-de-1970.-Acervo-ADOVMuseu-da-Mare-CEASM-620x416.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Vista-panoramica-da-Mare-decada-de-1970.-Acervo-ADOVMuseu-da-Mare-CEASM-768x515.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Vista-panoramica-da-Mare-decada-de-1970.-Acervo-ADOVMuseu-da-Mare-CEASM.jpg 999w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-77705\" class=\"wp-caption-text\">Vista panor\u00e2mica da Mar\u00e9, d\u00e9cada de 1970. Foto: Acervo ADOV\/Museu da Mar\u00e9 &#8211; CEASM<\/figcaption><\/figure>\n<p>O Acervo Dona Orosina Vieira est\u00e1 sendo gradualmente sendo transformado em um <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4iP2z3c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">acervo digital<\/a>, j\u00e1 dispon\u00edvel para acesso. L\u00e1, encontram-se: mapas, v\u00eddeos, fotografias, recortes de jornais e outros documentos textuais, al\u00e9m de alguns itens doados por moradores, como objetos de uso dom\u00e9stico, alfaias de faina, alfaias religiosas e brinquedos. O objetivo \u00e9 migrar todo seu acervo com mais de 4.000 itens museol\u00f3gicos para o digital.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cSer\u00e1 disponibilizado todo o material sobre a mem\u00f3ria da Mar\u00e9 para pesquisadores, moradores e pessoas que se interessem por essa hist\u00f3ria. Cerca de 25% do acervo [f\u00edsico] do museu j\u00e1 est\u00e1 no acervo online. Para isso, a gente est\u00e1 produzindo pesquisas que v\u00e3o gerar publica\u00e7\u00f5es sobre mem\u00f3ria, ent\u00e3o, estamos trabalhando em v\u00e1rias frentes para produzir a partir das pesquisas, novos produtos. Especialmente os produtos que a gente est\u00e1 gerando com publica\u00e7\u00f5es, acho que isso pode dar um retorno bem interessante para a comunidade. Mas, \u00e9 claro que esse material vai ter vers\u00e3o digital. Queremos refor\u00e7ar as redes sociais do museu, criando espa\u00e7os de mem\u00f3ria nelas.\u201d \u2014 Ant\u00f4nio Carlos Vieira<\/p><\/blockquote>\n<div class=\"mt-1 flex gap-3 empty:hidden juice:-ml-3\">\n<div class=\"items-center justify-start rounded-xl p-1 flex\">\n<div class=\"flex items-center\">\n<div class=\"flex\"><em>Sobre a autora:\u00a0<\/em><i data-stringify-type=\"italic\"><a class=\"c-link\" href=\"https:\/\/bit.ly\/3p94eas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"https:\/\/bit.ly\/3p94eas\" data-sk=\"tooltip_parent\">Amanda Baroni Lopes<\/a><\/i><i data-stringify-type=\"italic\">\u00a0\u00e9 formada em jornalismo na Unicarioca e foi aluna do 1\u00b0 Laborat\u00f3rio de Jornalismo do\u00a0<\/i><i data-stringify-type=\"italic\"><a class=\"c-link\" href=\"https:\/\/bit.ly\/33tm8dz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"http:\/\/bit.ly\/2YfGMc5\" data-sk=\"tooltip_parent\">Mar\u00e9 de Not\u00edcias<\/a><\/i><i data-stringify-type=\"italic\">. \u00c9 autora do\u00a0<\/i><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3p49ufB\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i data-stringify-type=\"italic\">Guia Antiass\u00e9dio no Breaking<\/i><\/a><i data-stringify-type=\"italic\">, um manual que explica ao p\u00fablico do Hip Hop sobre o que \u00e9 ou n\u00e3o ass\u00e9dio e orienta sobre o que fazer nessas situa\u00e7\u00f5es. Amanda \u00e9 cria do\u00a0Morro do Timbau\u00a0e atualmente mora na\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/2FMTjwP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vila do Jo\u00e3o<\/a>, ambos no Complexo da Mar\u00e9.<\/i><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr \/>\n<h4><b data-stringify-type=\"bold\">Apoie nossos esfor\u00e7os para fornecer apoio estrat\u00e9gico \u00e0s favelas do Rio, incluindo o jornalismo hiperlocal, cr\u00edtico, inovador e incans\u00e1vel do\u00a0<\/b><b data-stringify-type=\"bold\"><i data-stringify-type=\"italic\">RioOnWatch<\/i><\/b>\u2014<a class=\"c-link\" href=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" data-sk=\"tooltip_parent\">doe aqui<\/a>.<\/h4>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English Esta 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