{"id":78324,"date":"2025-09-21T10:09:54","date_gmt":"2025-09-21T13:09:54","guid":{"rendered":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=78324"},"modified":"2025-11-14T11:46:20","modified_gmt":"2025-11-14T14:46:20","slug":"especiais-da-mare-combate-capacitismo-e-garante-direitos-a-mais-de-700-familias-atipicas-do-complexo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=78324","title":{"rendered":"&#8216;Especiais da Mar\u00e9&#8217; Combate Capacitismo e Garante Direitos a Mais de 700 Fam\u00edlias At\u00edpicas do Complexo"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_79024\" aria-describedby=\"caption-attachment-79024\" style=\"width: 2560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-79024 size-full\" title=\"M\u00e3es e filhos reunidos durante atividade do guarda-roupa solid\u00e1rio. Atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00f5es, materiais para sa\u00fade e higiene, brinquedos e roupas s\u00e3o distribu\u00eddos mensalmente. Foto: Ramon Vellasco\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg\" alt=\"M\u00e3es e filhos reunidos durante atividade do guarda-roupa solid\u00e1rio. Atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00f5es, materiais para sa\u00fade e higiene, brinquedos e roupas s\u00e3o distribu\u00eddos mensalmente. Foto: Ramon Vellasco\" width=\"2560\" height=\"1696\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg 2560w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-620x411.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-768x509.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Maes-e-filhos-reunidas-durante-atividade-do-guarda-roupa-solidario.-Foto-Ramon-Vellasco-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-79024\" class=\"wp-caption-text\">M\u00e3es e filhos reunidos durante atividade do Guarda-Roupa Solid\u00e1rio. Atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00f5es, materiais para sa\u00fade e higiene, brinquedos e roupas s\u00e3o distribu\u00eddos mensalmente. Foto: Ramon Vellasco<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4hnLMW7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Click Here for English<\/strong><\/em><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" width=\"20\" height=\"20\" \/><\/a><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Na <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2K1s59x\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Mar\u00e9<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\">, complexo de favelas com 140.000 habitantes na <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3qsTKRW\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Zona Norte<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\"> do Rio de Janeiro, o projeto <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3TRreKA\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Especiais da Mar\u00e9<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\"> atende mais de 700 fam\u00edlias at\u00edpicas de toda a regi\u00e3o. Neste 21 de setembro,<\/span><\/i> <i><span style=\"font-weight: 400;\">Dia Nacional de Luta da Pessoa com Defici\u00eancia, o RioOnWatch celebra o Especiais da Mar\u00e9, iniciativa fundamental que cria la\u00e7os de<\/span><\/i> <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2Xgzmbx\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">identidade e de afeto<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\"> entre os mareenses com defici\u00eancia, bem como para a cria\u00e7\u00e3o de uma t\u00e3o necess\u00e1ria rede de apoio.<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quem conta a trajet\u00f3ria do coletivo Especiais da Mar\u00e9 \u00e9 Alusca Cristina Silva Sousa, 33 anos, gestora, respons\u00e1vel pelo projeto e m\u00e3e de Pedro Henrique, diagnosticado com paralisia cerebral e epilepsia de dif\u00edcil controle. Alusca morou no<\/span> <a href=\"https:\/\/bit.ly\/329sBby\"><span style=\"font-weight: 400;\">Parque Uni\u00e3o<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, uma das 16 favelas que comp\u00f5e o <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2K1s59x\">Complexo da Mar\u00e9<\/a>, durante toda a sua vida. Recentemente, mudou-se para a <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/303L5v0\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ilha do Governador<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, mas, por conta do projeto e de toda a sua hist\u00f3ria, ela est\u00e1 diariamente na Mar\u00e9, trabalhando junto com as outras gestoras.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO projeto come\u00e7ou em 2018, em um grupo de WhatsApp, atendendo oito m\u00e3es. A ideia partiu do incentivo de Luiz Costa, professor do Pedro Henrique. De l\u00e1 para c\u00e1, n\u00f3s cadastramos tantas fam\u00edlias que criamos dois grupos de WhatsApp. O primeiro grupo da <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ztSFRF\"><span style=\"font-weight: 400;\">Kelson\u2019s<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> at\u00e9 o <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3z2SrmS\"><span style=\"font-weight: 400;\">Morro do Timbau<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, e o segundo grupo do Timbau at\u00e9 a Vila do Jo\u00e3o.\u201d \u2014 Alusca Cristina Silva Sousa<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Especiais da Mar\u00e9 desenvolveu parcerias com a <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2WDhuUk\"><span style=\"font-weight: 400;\">Fiocruz<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e a<\/span> <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2KgADIe\"><span style=\"font-weight: 400;\">UFRJ<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, oferecendo, atrav\u00e9s de um projeto de extens\u00e3o, oficinas de culin\u00e1ria para as m\u00e3es, para promover informa\u00e7\u00e3o sobre sa\u00fade e alimenta\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da gastronomia. Toda segunda-feira, a maternidade at\u00edpica tem centralidade atrav\u00e9s de uma roda de conversa que, realizada na<\/span> <a href=\"https:\/\/bit.ly\/45eSl8N\"><span style=\"font-weight: 400;\">Escola Municipal Teot\u00f4nio Vilela<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, oferece acompanhamento psicoterap\u00eautico em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4mmIP98\"><span style=\"font-weight: 400;\">Allos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Al\u00e9m disso, no <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2LSseew\"><span style=\"font-weight: 400;\">Museu da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, todas as segundas e quartas, \u00e0s 15h, as crian\u00e7as do Especiais da Mar\u00e9 t\u00eam atividade de teatro inclusivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto Especiais da Mar\u00e9 tamb\u00e9m realiza atendimentos atrav\u00e9s de dois grupos de WhatsApp com m\u00e3es e pais at\u00edpicos e promove o encontro mensal do Guarda-Roupa Solid\u00e1rio, na <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3IDQfXd\"><span style=\"font-weight: 400;\">Vila Ol\u00edmpica Seu Amaro<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, onde as gestoras distribuem materiais de doa\u00e7\u00e3o para m\u00e3es at\u00edpicas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De 2018 para c\u00e1, o projeto n\u00e3o para de se desenvolver. Alusca conta que, \u201ccom a demanda de fam\u00edlias e as atividades do projeto crescendo, estamos pensando em um novo espa\u00e7o para a sede\u201d.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO espa\u00e7o que temos agora para a sede \u00e9 a minha antiga casa. Eu dividi ela em duas partes. Uma parte continua como casa e eu coloquei para alugar. E a outra parte ficou como a sede do Especiais da Mar\u00e9. Al\u00e9m disso, temos tamb\u00e9m o espa\u00e7o cedido pelo falecido Seu Amaro, na Vila Ol\u00edmpica Seu Amaro, onde realizamos o Guarda-Roupa Solid\u00e1rio. Um dia, conversando com as meninas da gest\u00e3o, n\u00f3s quer\u00edamos melhorar os encontros entre as m\u00e3es e precis\u00e1vamos de um espa\u00e7o para isso. N\u00f3s fomos at\u00e9 o Seu Amaro, que era o respons\u00e1vel e gerenciava a Vila Ol\u00edmpica da Mar\u00e9, e ele cedeu o espa\u00e7o para a gente guardar as nossas doa\u00e7\u00f5es, roupas, brinquedos, fraldas geri\u00e1tricas e at\u00e9 cadeiras de roda. Ele foi uma pessoa muito importante para a gente, porque foi gra\u00e7as a ele que n\u00f3s conseguimos ampliar a nossa visibilidade e conquistar mais um espa\u00e7o de acolhimento para as fam\u00edlias.\u201d \u2014 Alusca Cristina Silva Sousa<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As gestoras do projeto\u2014Alusca Cristina Silva Sousa, Lorrayne Gomes dos Santos, Val\u00e9ria Oliveira Viana, Ant\u00f4nia Maria Souza Pirangi, Francisca Juliana Mesquita e Marcelly Olinto\u2014t\u00eam o objetivo de mudar o local da sede, que, hoje, se encontra no Parque Uni\u00e3o, na Rua Larga, 25. Isso ampliaria a estrutura para receber mais m\u00e3es at\u00edpicas da Mar\u00e9.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_79025\" aria-describedby=\"caption-attachment-79025\" style=\"width: 2560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-79025 size-full\" title=\"Gestoras do projeto Especiais da Mar\u00e9, da esquerda para a direita est\u00e3o Val\u00e9ria Oliveira Viana, Alusca Cristina Silva Sousa e Francisca Juliana Mesquita. Foto: Ramon Vellasco\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg\" alt=\"Gestoras do projeto Especiais da Mar\u00e9, da esquerda para a direita est\u00e3o Val\u00e9ria Oliveira Viana, Alusca Cristina Silva Sousa e Francisca Juliana Mesquita. Foto: Ramon Vellasco\" width=\"2560\" height=\"1696\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg 2560w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-620x411.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-768x509.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gestoras-do-projeto-Especiais-da-Mare.-Foto-Ramon-Vellasco-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-79025\" class=\"wp-caption-text\">Gestoras do projeto Especiais da Mar\u00e9. Da esquerda para a direita: Val\u00e9ria Oliveira Viana, Alusca Cristina Silva Sousa e Francisca Juliana Mesquita. Foto: Ramon Vellasco<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A maioria do nosso projeto \u00e9 formada por m\u00e3es solo, mas n\u00f3s temos alguns pais e companheiros que s\u00e3o presentes e participativos no grupo. Esse que t\u00e1 aqui \u00e9 muito participativo\u201d, diz Alusca, apontando para fora da sede, onde est\u00e1 Adilson da Concei\u00e7\u00e3o Santos, enquanto ele, pai at\u00edpico, organiza os materiais de doa\u00e7\u00e3o no carro que ir\u00e1 para a <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2FMTjwP\"><span style=\"font-weight: 400;\">Vila do Jo\u00e3o<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O grupo se formou quando estes familiares identificaram que, em seu cotidiano, enfrentavam problemas comuns, como falta de informa\u00e7\u00e3o e de acompanhamento para pais e m\u00e3es at\u00edpicos nos servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade e de educa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de dificuldades em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 acessibilidade e \u00e0 mobilidade. Soma-se a isso a vontade de combater o preconceito e o <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/44320Pt\"><span style=\"font-weight: 400;\">capacitismo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, sobretudo, dentro da favela.<\/span><\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" style=\"background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DIsDCi0xoBB\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\">\n<div style=\"padding: 16px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: row; align-items: center;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;\"><\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"padding: 19% 0;\"><\/div>\n<div style=\"display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;\"><\/div>\n<div style=\"padding-top: 8px;\">\n<div style=\"color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;\">Ver esta publica\u00e7\u00e3o no Instagram<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"padding: 12.5% 0;\"><\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;\">\n<div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"margin-left: 8px;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;\"><\/div>\n<div style=\"width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"margin-left: auto;\">\n<div style=\"width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);\"><\/div>\n<div style=\"width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;\"><a style=\"color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DIsDCi0xoBB\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Uma publica\u00e7\u00e3o partilhada por Especiais da Mar\u00e9 (@especiaisdamare)<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fl\u00e1via de Lima Andrade, 52, conta que seu maior problema com a filha Juliana, 21, \u00e9 a mobilidade e a acessibilidade pela favela. A jovem tem Atrofia Muscular Espinhal (AME) e, por conta da dificuldade de se locomover dentro de seu pr\u00f3prio lar, vive somente no segundo andar da casa.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO diagn\u00f3stico da Juliana foi dado com seis anos de idade. Ela ficou internada no CTI muitas vezes. E, com o tempo, ela foi perdendo cada vez mais o movimento do corpo. Devido \u00e0 demora do laudo, a gente teve dificuldade de conseguir atendimento, fisioterapia e medicamentos.\u201d \u2014 Fl\u00e1via de Lima Andrade<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fl\u00e1via conta que os rem\u00e9dios de que Juliana precisa para o tratamento s\u00e3o muito caros: \u201cO valor m\u00ednimo que j\u00e1 vi desse rem\u00e9dio foi de R$90.000, com tr\u00eas frascos. Ele j\u00e1 foi mais caro ainda. Se eu tivesse acesso a esse medicamento, se tiv\u00e9ssemos acesso pr\u00e9vio \u00e0 informa\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a dela, talvez ela estivesse curada\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><strong>Desafios e Conquistas na Educa\u00e7\u00e3o de Crian\u00e7as At\u00edpicas na Favela<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar das dificuldades enfrentadas, a filha de Fl\u00e1via conseguiu concluir o ensino m\u00e9dio.\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEla estudou no <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4ofW79E\"><span style=\"font-weight: 400;\">CIEP Yuri Gagarin<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2WApp9y\"><span style=\"font-weight: 400;\">Bonsucesso<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, e tinha uma van que [a] levava. Ela estudou no <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3GEQfG1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Col\u00e9gio Estadual Olga Ben\u00e1rio Prestes<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3YrKtfL\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ramos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, e tinha um carro que [a] levava. E teve a \u00faltima escola, que foi a<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/44GsOVY\"> <span style=\"font-weight: 400;\">Escola Municipal Dilermando Cruz<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Essa \u00e9poca foi muito ruim porque n\u00e3o tinha nenhum transporte e n\u00f3s precis\u00e1vamos pegar o BRT [pra levar Juliana pra escola].\u201d \u2014 Fl\u00e1via de Lima Andrade<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Agora, que Juliana est\u00e1 formada, Fl\u00e1via conta que sua filha quer prestar vestibular: \u201cEst\u00e1 estudando e se preparando para isso\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Luiz Costa, 66, \u00e9 psic\u00f3logo e professor da rede municipal do Rio de Janeiro e, atualmente, mora em Mag\u00e9. Atuou como professor do munic\u00edpio por 20 anos e, durante 15, deu aulas na Mar\u00e9. Em 2015, a Escola Municipal Teot\u00f4nio Vilela foi a \u00faltima em que lecionou dentro de uma sala de aula. Tamb\u00e9m foi o ano em que come\u00e7ou a ter mais contato com Alusca e seu filho, Pedro Henrique.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu trabalhei com turmas de projetos que tinham alunos com defasagem idade-s\u00e9rie, alunos com problemas pedag\u00f3gicos de aprendizagem, e trabalhei durante um ano s\u00f3 com turmas de alunos autistas. Em toda escola p\u00fablica, h\u00e1 pelo menos uma crian\u00e7a com defici\u00eancia. Ent\u00e3o eu estava acostumado a trabalhar com esse tipo de rotina.\u201d \u2014 Luiz Costa<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi na Escola Municipal Teot\u00f4nio Vilela que o professor se envolveu com o atendimento pedag\u00f3gico domiciliar e teve seus primeiros contatos com Alusca, Pedro Henrique e outras tantas fam\u00edlias at\u00edpicas da Mar\u00e9. A partir da rotina compartilhada com essas fam\u00edlias no ambiente escolar, Luiz incentivou a cria\u00e7\u00e3o do Especiais da Mar\u00e9, reconhecendo a necessidade de aux\u00edlio m\u00fatuo baseado na coletividade, no pertencimento e na rede de apoio.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAl\u00e9m de professor, o Luiz morava na Mar\u00e9, ent\u00e3o ele viu eu cuidar do Pedro. A\u00ed, ele sugeriu essa ideia do grupo. Ele dava aula para outras crian\u00e7as com defici\u00eancia e sabia da vida de outras fam\u00edlias tamb\u00e9m. O objetivo era acolher e fortalecer o v\u00ednculo entre as m\u00e3es e pais de crian\u00e7as com defici\u00eancia, compartilhar informa\u00e7\u00e3o e melhorar a vida de fam\u00edlias at\u00edpicas.\u201d \u2014 Alusca Cristina Silva Sousa<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Luiz, os profissionais de educa\u00e7\u00e3o e de sa\u00fade devem ser comprometidos e humanizados, pois podem mudar a vida de muitas crian\u00e7as at\u00edpicas para melhor. Infelizmente, o professor lidou com muitos casos como o de Pedro Henrique, em que, seja por omiss\u00e3o, seja por erro m\u00e9dico, as crian\u00e7as n\u00e3o t\u00eam direito ao desenvolvimento pleno.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu estava presente quando o Pedro falou \u2018mam\u00e3e\u2019 pela primeira vez. Ele tinha por volta de seis ou sete anos. Os m\u00e9dicos disseram para a Alusca que ela devia ir para casa, mas n\u00e3o esperar muito do filho. E, na verdade, eles deveriam ter informado a dificuldade do parto e que ela devia ter um acompanhamento m\u00e9dico e fazer trabalhos e atividades de terapia, para minimizar os problemas que ele poderia vir a ter. E isso \u00e9 um erro m\u00e9dico que acontecia muito naquela \u00e9poca. Atualmente, ainda acontece, mas est\u00e1 surgindo esse movimento de institutos que est\u00e3o preocupados com a sa\u00fade dessas crian\u00e7as.\u201d \u2014 Luiz Costa<\/span><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>Sil\u00eancio no Parto, Silenciados na Vida<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo o<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ZpMquy\"> <span style=\"font-weight: 400;\">Censo Populacional da Mar\u00e9 de 2019<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, realizado pela<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2XBdKrx\"> <span style=\"font-weight: 400;\">Redes da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em 1.678 dos domic\u00edlios habitava alguma pessoa com transtorno ps\u00edquico, d\u00e9ficit cognitivo ou defici\u00eancia f\u00edsica. Assim, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que, de toda a popula\u00e7\u00e3o mareense de 140.000 moradores, pelo menos 1,2% s\u00e3o pessoas com defici\u00eancia. E 3,5% dos 47.758 domic\u00edlios contados no censo servem de lar para esta popula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alusca conta que viveu momentos de muito sofrimento e d\u00favidas durante a interna\u00e7\u00e3o do filho no <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3TpVDzf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hospital Fernando Magalh\u00e3es<\/a>, devido a um erro e ao sil\u00eancio dos m\u00e9dicos sobre o parto do Pedro Henrique. Seu filho ficou 22 dias no CTI, de onde ele saiu com paralisia cerebral.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alusca tamb\u00e9m afirma que, durante seu pr\u00e9-natal, realizado na Mar\u00e9, n\u00e3o houve nenhum sinal de problema na gesta\u00e7\u00e3o, o que refor\u00e7a sua tese de erro m\u00e9dico. \u201cEu s\u00f3 queria saber como estava o meu filho e eles [do hospital] n\u00e3o falavam nada. N\u00e3o deixaram nem eu segurar ou v\u00ea-lo. Na \u00e9poca, eu s\u00f3 queria sair daquele lugar e segurar o Pedro Henrique,\u201d conta Alusca.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alusca descreve sua emo\u00e7\u00e3o enquanto, junto com Adilson, 50, pai at\u00edpico de Jhovane e membro do Especiais da Mar\u00e9, organiza materiais de doa\u00e7\u00e3o de todos os tipos\u2014fraldas geri\u00e1tricas, rem\u00e9dios, cadeiras de roda e andadores\u2014para entregar para fam\u00edlias na Vila do Jo\u00e3o.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_79030\" aria-describedby=\"caption-attachment-79030\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Censo-da-Mare-domicilios-publicou-dados-sobre-o-numero-de-mareenses-com-transtorno-psiquico-deficit-cognitivo-ou-deficiencia-fisica.-Fonte-Censo-Populacional-da-Mare.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-79030\" title=\"Censo da Mar\u00e9 domic\u00edlios publicou dados sobre o n\u00famero de mareenses com transtorno ps\u00edquico, d\u00e9ficit cognitivo ou defici\u00eancia f\u00edsica. Fonte: Censo Populacional da Mar\u00e9\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Censo-da-Mare-domicilios-publicou-dados-sobre-o-numero-de-mareenses-com-transtorno-psiquico-deficit-cognitivo-ou-deficiencia-fisica.-Fonte-Censo-Populacional-da-Mare-583x620.png\" alt=\"Censo da Mar\u00e9 domic\u00edlios publicou dados sobre o n\u00famero de mareenses com transtorno ps\u00edquico, d\u00e9ficit cognitivo ou defici\u00eancia f\u00edsica. Fonte: Censo Populacional da Mar\u00e9\" width=\"500\" height=\"531\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Censo-da-Mare-domicilios-publicou-dados-sobre-o-numero-de-mareenses-com-transtorno-psiquico-deficit-cognitivo-ou-deficiencia-fisica.-Fonte-Censo-Populacional-da-Mare-583x620.png 583w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Censo-da-Mare-domicilios-publicou-dados-sobre-o-numero-de-mareenses-com-transtorno-psiquico-deficit-cognitivo-ou-deficiencia-fisica.-Fonte-Censo-Populacional-da-Mare.png 731w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-79030\" class=\"wp-caption-text\">O Censo Populacional da Mar\u00e9 (2019) publicou dados sobre o n\u00famero de mareenses com transtorno ps\u00edquico, d\u00e9ficit cognitivo ou defici\u00eancia f\u00edsica. Fonte: Censo Populacional da Mar\u00e9<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alusca conta que foi atr\u00e1s de justi\u00e7a depois de muito tempo, buscando informa\u00e7\u00e3o sobre todos os servi\u00e7os dispon\u00edveis para a crian\u00e7a. Frente \u00e0 <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2Rku5Mf\"><span style=\"font-weight: 400;\">neglig\u00eancia do Estado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, foi obrigada a recorrer \u00e0 rede privada de sa\u00fade para resguardar o direito ao desenvolvimento pleno de seu filho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quando Pedro Henrique tinha dois anos de idade, Alusca come\u00e7ou a ver os gastos para o cuidado com o filho aumentarem rapidamente. Ent\u00e3o, ela decidiu entrar com um processo contra o Estado. J\u00e1 se passaram 13 anos e, apesar do processo ter sido decidido em favor da fam\u00edlia, o poder p\u00fablico, segundo Alusca, ainda n\u00e3o ofereceu suporte de nenhum tipo a Pedro Henrique e familiares.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu s\u00f3 soube da defici\u00eancia do Pedro tr\u00eas meses ap\u00f3s o parto, indo a uma consulta particular. \u00c9 muito comum as m\u00e3es descobrirem o diagn\u00f3stico meses depois do parto. N\u00f3s n\u00e3o temos um bom acompanhamento m\u00e9dico, n\u00e3o temos acesso a servi\u00e7os de qualidade e n\u00e3o temos informa\u00e7\u00e3o sobre o parto.\u201d \u2014 Alusca Cristina Silva Sousa<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim como Alusca, Adilson relata o mesmo tormento frente ao Estado no cuidado por seu filho Jhovane.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com uma estrutura familiar diferente de Alusca, Adilson \u00e9 amigo da m\u00e3e da Jhovane e divide casa com ela. Apesar de n\u00e3o ter genes compartilhados com a crian\u00e7a, ele conversou com a m\u00e3e de Jhovane sobre a possibilidade de assumir a responsabilidade de pai, e ela aceitou. Seu filho, Jhovane, \u00e9 uma crian\u00e7a de 11 anos que est\u00e1 no quinto ano da escola regular, no <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4lJfruc\"><span style=\"font-weight: 400;\">CIEP Leonel de Moura Brizola<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em Ramos. Ele tem paralisia cerebral, microcefalia e \u00e9 cardiopata.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O pai conta que reconheceu em cart\u00f3rio a paternidade do filho, quando ele tinha somente tr\u00eas anos de idade.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cJhovane apareceu na minha vida quando ele tinha um s\u00f3 ano de idade. Foi uma rela\u00e7\u00e3o de amor e cuidado entre n\u00f3s e eu decidi que queria estar cada vez mais pr\u00f3ximo dele. Ent\u00e3o, eu conversei com a m\u00e3e e n\u00f3s come\u00e7amos a morar juntos: eu, Jhovane, a m\u00e3e do Jhovane e a outra filha dela\u2026 A m\u00e3e do Jhovane s\u00f3 descobriu a gesta\u00e7\u00e3o com sete meses e, durante esse tempo, ela trabalhava de carteira assinada. Nesse per\u00edodo, ela j\u00e1 deveria estar fazendo o pr\u00e9-natal, no entanto, o chefe dela come\u00e7ou a assedi\u00e1-la, dizendo que, se ela faltasse para fazer os exames, ela seria demitida. Com isso, ela n\u00e3o fez o pr\u00e9-natal.\u201d \u2014 Adilson da Concei\u00e7\u00e3o Santos<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O pai diz que Jhovane nasceu no Hospital Miguel Couto e que, durante o parto, os m\u00e9dicos identificaram que a m\u00e3e tinha um caso de s\u00edfilis cong\u00eanita. Para a crian\u00e7a n\u00e3o ter problemas de sa\u00fade, passaram dez dias de antibi\u00f3tico para Jhovane. No entanto, os profissionais de sa\u00fade n\u00e3o fizeram o teste de microcefalia em Jhovane\u2014o que era necess\u00e1rio devido \u00e0 doen\u00e7a da m\u00e3e.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O diagn\u00f3stico de microcefalia de Jhovane foi informado \u00e0 sua fam\u00edlia no Hospital Geral de Bonsucesso quando ele tinha pouco mais de um ano de vida. S\u00f3 ent\u00e3o os pais conseguiram dar entrada ao Benef\u00edcio de Presta\u00e7\u00e3o Continuada (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4ekjoTf\"><span style=\"font-weight: 400;\">BPC<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">), direito da pessoa com defici\u00eancia em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade socioecon\u00f4mica, como previsto pela Lei Org\u00e2nica da Assist\u00eancia Social (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4k9DH7g\"><span style=\"font-weight: 400;\">LOAS<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aos quatro anos, Jhovane passou a ter atendimento na Rede Sarah e, desde ent\u00e3o, tem seu acompanhamento no hospital. \u201c[Hoje,] Jhovane consegue comer, consegue beber e com a cadeira de rodas ele consegue se locomover. Tudo isso, ele faz com dificuldade, mas ele consegue\u201d, diz Adilson, ressaltando que, apesar de Jhovane fazer muitas coisas sozinho, seu filho ainda depende de muito suporte.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEle usa fralda, n\u00e3o consegue ir ao banheiro, n\u00e3o consegue levantar da cama, ent\u00e3o ele ainda \u00e9 muito dependente. Agora que ele est\u00e1 maior, a locomo\u00e7\u00e3o dele pela casa piorou. O caminho dele \u00e9 cama, cadeira de rodas, sof\u00e1 e vice-versa. Durante e depois da pandemia, Jhovane parou de fazer o atendimento de fisioterapia devido \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o e a dificuldade de atendimento dele por conta da sa\u00fade, ent\u00e3o isso dificultou ainda mais os movimentos dele, e ele teve atrofia no joelho. Infelizmente, as pessoas n\u00e3o t\u00eam ou n\u00e3o querem ter conhecimento sobre a realidade de outras pessoas, e tratam uma pessoa com defici\u00eancia com preconceito, diminuindo as suas vidas e suas viv\u00eancias. Normalmente, querem colocar tudo em padr\u00f5es e caixinhas, e acabam excluindo as pessoas com defici\u00eancia. O Especiais da Mar\u00e9 se torna esse espa\u00e7o de aproximar as fam\u00edlias at\u00edpicas e trazer melhores condi\u00e7\u00f5es de vida para as crian\u00e7as e jovens com defici\u00eancia.\u201d \u2014 Adilson da Concei\u00e7\u00e3o Santos<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Gabriele da Concei\u00e7\u00e3o, 30, m\u00e3e do Gael, 5, diagnosticado com epilepsia aos oito meses, concorda com Alusca e Adilson sobre o papel fundamental do Especiais da Mar\u00e9 em sua vida. Foi somente atrav\u00e9s do grupo que, alertada por outras m\u00e3es, Gabriele tomou ci\u00eancia de que seu filho poderia estar tamb\u00e9m no espectro autista, o que a levou a procurar ajuda. Em agosto de 2024, aos quatro anos, Gael recebeu oficialmente o diagn\u00f3stico de autismo n\u00edvel dois, com comprometimento de linguagem funcional.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu tive o Gael durante a pandemia. Foi muito dif\u00edcil. Mesmo tendo o meu marido, eu me senti muito sobrecarregada cuidando do Gael. A fam\u00edlia toda percebia que ele tinha alguma coisa, mas ningu\u00e9m falava nada. Ele demorou a falar e tamb\u00e9m apresentava comportamentos diferentes. Eu demorei muito para ter o laudo de autismo do meu filho. Eu s\u00f3 fui saber do autismo dele quando conheci o Especiais da Mar\u00e9, quando outras m\u00e3es compartilharam suas experi\u00eancias comigo\u201d \u2014 Gabriele da Concei\u00e7\u00e3o<\/span><\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_79022\" aria-describedby=\"caption-attachment-79022\" style=\"width: 2560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-79022 size-full\" title=\"Gael brinca e se diverte, como toda crian\u00e7a tem o direito, mas nem todas o acesso garantido pelo Estado. Foto: Ramon Vellasco\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg\" alt=\"Gael brinca e se diverte, como toda crian\u00e7a tem o direito, mas nem todas o acesso garantido pelo Estado. Foto: Ramon Vellasco\" width=\"2560\" height=\"1696\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-scaled.jpg 2560w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-620x411.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-768x509.jpg 768w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Gael-brinca-e-se-diverte-como-toda-crianca-tem-o-direito-mas-nem-todas-o-acesso-garantido-pelo-Estado.-Foto-Ramon-Vellasco-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-79022\" class=\"wp-caption-text\">Gael brinca e se diverte, como \u00e9 direito de toda crian\u00e7a at\u00edpica. No entanto, nem todas t\u00eam este acesso garantido pelo Estado. Foto: Ramon Vellasco<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo com as m\u00e3es compartilhando suas viv\u00eancias, Gabriele s\u00f3 podia fazer algo pelo filho com um laudo m\u00e9dico que atestasse sua neuroatipicidade.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cOs m\u00e9dicos se negavam a dar o laudo m\u00e9dico de autista para o Gael. Isso dificulta muito cuidar da crian\u00e7a. Foi muito dif\u00edcil ter acesso a tratamentos sem ter a confirma\u00e7\u00e3o do laudo m\u00e9dico\u2026 Eu n\u00e3o podia recorrer a terapias ou tratamentos\u2026 A gente tamb\u00e9m fica sem acesso a benef\u00edcios da assist\u00eancia social, como o BPC.\u201d \u2014 Gabriele da Concei\u00e7\u00e3o<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sem acompanhamento m\u00e9dico, sem os benef\u00edcios sociais\u2014aos quais as fam\u00edlias t\u00eam direito, mas n\u00e3o t\u00eam acesso\u2014e com poucas possibilidades de servi\u00e7os p\u00fablicos de qualidade e sem rede de apoio, muitas m\u00e3es de pessoas com defici\u00eancia sobrevivem com bastante dificuldade \u00e0 vulnerabilidade socioecon\u00f4mica e \u00e0 falta de suporte do Estado. Essas m\u00e3es, de maneira solit\u00e1ria, assumem os custos e o cuidado de seus filhos. Com isso, frequentemente sofrem de depress\u00e3o, desenvolvem ansiedade e outros tipos de transtornos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como mostrou o <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3FSFwXU\"><span style=\"font-weight: 400;\">Censo Populacional da Mar\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, essa \u00e9 uma das facetas da neglig\u00eancia do Estado com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas com defici\u00eancia e moradoras de favela.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEm um contexto social de limitado acesso a servi\u00e7os de sa\u00fade e baixo grau de instru\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil supor que h\u00e1 pessoas com defici\u00eancia intelectual sem diagn\u00f3stico ou acompanhamento m\u00e9dico e, por conseguinte, a defici\u00eancia pode n\u00e3o ser reconhecida por si ou por familiares\u2026 O problema maior \u00e9 que as condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de acessibilidade e de limpeza urbana, de acesso a equipamentos e profissionais de sa\u00fade, de renda e outros fatores, como, por exemplo, o cotidiano de viol\u00eancia derivado do combate e das disputas relativas ao com\u00e9rcio de drogas, geram dificuldades severas para a garantia do direito de ir e vir das pessoas em situa\u00e7\u00e3o mais grave de defici\u00eancia e\/ou transtorno. Nesse quadro, os limites f\u00edsicos e ps\u00edquicos dos indiv\u00edduos s\u00e3o agravados pelas restri\u00e7\u00f5es de atendimento, acessibilidade e de cuidados especializados.\u201d \u2014 Censo Populacional da Mar\u00e9<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diante de uma realidade em que o poder p\u00fablico oferece pouco ou nenhum suporte e acolhimento, o Especiais da Mar\u00e9 oferece uma rede de apoio, de acolhimento e de acompanhamento para fam\u00edlias at\u00edpicas mareenses. No melhor estilo <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/2VN4Ft6\"><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00f3s por n\u00f3s<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, o Especiais da Mar\u00e9 \u00e9 formado, majoritariamente, por m\u00e3es que, apesar de todas as dificuldades, conseguem melhorar a vida de crian\u00e7as e fam\u00edlias at\u00edpicas da Mar\u00e9.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b><i>Para apoiar financeiramente, doe atrav\u00e9s do Pix da Associa\u00e7\u00e3o Especiais da Mar\u00e9: (CNPJ) 48.448.101\/0001-56.<\/i><\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para saber do que a institui\u00e7\u00e3o precisa, basta acessar as redes sociais do Especiais da Mar\u00e9 (<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oGi9m5\"><span style=\"font-weight: 400;\">Instagram<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e<\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4mMiFwZ\"> <span style=\"font-weight: 400;\">Facebook<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">) ou contact\u00e1-los pelo WhatsApp: 21 97222 8603.<\/span><\/p>\n<p><em>Sobre o autor: Ramon Vellasco \u00e9 fotojornalista e rep\u00f3rter freelance, cria da Vila da Penha. Atua em temas sobre direitos humanos, cultura, educa\u00e7\u00e3o, diversidade e grupos sociais em situa\u00e7\u00e3o de risco. Trabalha a partir de territ\u00f3rios perif\u00e9ricos, favelados e suburbanos.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h4><b data-stringify-type=\"bold\">Apoie nossos esfor\u00e7os para fornecer apoio estrat\u00e9gico \u00e0s favelas do Rio, incluindo o jornalismo hiperlocal, cr\u00edtico, inovador e incans\u00e1vel do\u00a0<\/b><b data-stringify-type=\"bold\"><i data-stringify-type=\"italic\">RioOnWatch<\/i><\/b>\u2014<a class=\"c-link\" href=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" data-sk=\"tooltip_parent\">doe aqui<\/a>.<\/h4>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English Na Mar\u00e9, complexo de favelas com 140.000 habitantes na Zona Norte do Rio de Janeiro, o projeto Especiais da Mar\u00e9 atende mais de 700 fam\u00edlias at\u00edpicas de toda a regi\u00e3o. Neste <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=78324\" title=\"&#8216;Especiais da Mar\u00e9&#8217; Combate Capacitismo e Garante Direitos a Mais de 700 Fam\u00edlias At\u00edpicas do Complexo\">[&#8230;]<\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":167,"featured_media":79024,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"template-full.php","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1621,346,1625,1388,1612,342],"tags":[934,332,1530,1386,1967,831,2070,937,876,560,1304,417,1830,126,492,294,476,218],"writer":[3420],"translator":[],"source":[],"ilustrador":[],"fotografo":[3425],"class_list":{"0":"post-78324","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaque","8":"category-denuncias","9":"category-por-correspondentes-comunitarios","10":"category-formas-de-apoiar","11":"category-sociedade-civil","12":"category-solucoes","13":"tag-acesso","14":"tag-complexo-da-mare","15":"tag-midia-comunitaria","16":"tag-critica-a-politica","17":"tag-deficiencia-fisica","18":"tag-direito-a-cidade","19":"tag-direito-a-educacao","20":"tag-direito-de-ir-e-vir","21":"tag-direitos-da-crianca","22":"tag-mobilidade","23":"tag-organizacao-criativa","24":"tag-negligencia-do-estado","25":"tag-nos-por-nos","26":"tag-preconceito","27":"tag-saneamento","28":"tag-saude","29":"tag-solucao-comunitaria","30":"tag-zona-norte","31":"writer-ramon-vellasco","32":"fotografo-ramon-vellasco"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>&#039;Especiais da Mar\u00e9&#039; Combate Capacitismo e Garante Direitos a Mais de 700 Fam\u00edlias At\u00edpicas do Complexo - RioOnWatch<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=78324\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&#039;Especiais da Mar\u00e9&#039; Combate Capacitismo e Garante Direitos a Mais de 700 Fam\u00edlias At\u00edpicas do Complexo - RioOnWatch\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Click Here for English Na Mar\u00e9, complexo de favelas com 140.000 habitantes na Zona Norte do Rio de Janeiro, o projeto Especiais da Mar\u00e9 atende mais de 700 fam\u00edlias at\u00edpicas de toda a regi\u00e3o. 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