{"id":80730,"date":"2025-12-26T07:00:20","date_gmt":"2025-12-26T10:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=80730"},"modified":"2026-01-08T12:34:47","modified_gmt":"2026-01-08T15:34:47","slug":"melhores-reportagens-internacionais-sobre-as-favelas-do-rio-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=80730","title":{"rendered":"Melhores Reportagens Internacionais Sobre as Favelas do Rio em 2025"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_80733\" aria-describedby=\"caption-attachment-80733\" style=\"width: 1287px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Jessica-Tapre-conserta-um-telhado-verde-em-um-ponto-de-onibus-em-Benfica-Rio-de-Janeiro-Brasil.-Foto-Ian-CheibubNPR.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80733 size-full\" title=\"Jessica Tapre conserta um telhado verde em um ponto de \u00f4nibus em Benfica, na Zona Norte do Rio. Foto: Ian Cheibub\/NPR\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Jessica-Tapre-conserta-um-telhado-verde-em-um-ponto-de-onibus-em-Benfica-Rio-de-Janeiro-Brasil.-Foto-Ian-CheibubNPR.png\" alt=\"Jessica Tapre conserta um telhado verde em um ponto de \u00f4nibus em Benfica, na Zona Norte do Rio. Foto: Ian Cheibub\/NPR\" width=\"1287\" height=\"854\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Jessica-Tapre-conserta-um-telhado-verde-em-um-ponto-de-onibus-em-Benfica-Rio-de-Janeiro-Brasil.-Foto-Ian-CheibubNPR.png 1287w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Jessica-Tapre-conserta-um-telhado-verde-em-um-ponto-de-onibus-em-Benfica-Rio-de-Janeiro-Brasil.-Foto-Ian-CheibubNPR-620x411.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Jessica-Tapre-conserta-um-telhado-verde-em-um-ponto-de-onibus-em-Benfica-Rio-de-Janeiro-Brasil.-Foto-Ian-CheibubNPR-768x510.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1287px) 100vw, 1287px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80733\" class=\"wp-caption-text\">Jessica Tapre conserta um telhado verde em um ponto de \u00f4nibus em Benfica, na Zona Norte do Rio. Foto: Ian Cheibub\/<em>NPR<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/FavelasInTheMedia2025\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Click Here for English<\/strong><\/em><\/a><a href=\"https:\/\/bit.ly\/FavelasInTheMedia2025\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-15790\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/EN-standard-e1439583104716.jpg\" alt=\"\" width=\"20\" height=\"20\" \/><\/a><\/p>\n<p><i>De 2013 a 2023, o RioOnWatch publicou a s\u00e9rie <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oRPpqD\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Melhores e Piores Reportagens Internacionais sobre as Favelas do Rio<\/a>. Ela come\u00e7ou, de forma bastante sintom\u00e1tica, com as <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4gu3s0Y\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Piores Reportagens Internacionais sobre as Favelas do Rio em 2013<\/a>, em que nossa conclus\u00e3o foi <em>inequ\u00edvoca<\/em>: \u201ch\u00e1 muitos artigos que n\u00e3o s\u00e3o apenas imprecisos, mas perigosos ao refor\u00e7ar uma vis\u00e3o estigmatizada e unidimensional das favelas do Rio e de seus moradores\u201d. Ao longo dos anos, a s\u00e9rie documentou uma mudan\u00e7a significativa\u2014n\u00e3o apenas na representa\u00e7\u00e3o das favelas e de seus moradores na cobertura de l\u00edngua inglesa, mas tamb\u00e9m na escolha de t\u00f3picos e na crescente nuance das reportagens. Essa evolu\u00e7\u00e3o culminou na\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/FavelasNaMidia2023\" rel=\"noopener\">edi\u00e7\u00e3o de 2023<\/a>, que celebrou apenas o melhor da cobertura internacional, e no lan\u00e7amento da nova s\u00e9rie anual \u201cMelhores Reportagens Internacionais sobre as Favelas do Rio\u201d <a href=\"https:\/\/bit.ly\/FavelasNaMidia2024\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em 2024<\/a>. Escrita por colaboradores convidados, esta nova s\u00e9rie destaca reportagens recomendadas sobre favelas, dando continuidade ao <a href=\"https:\/\/bit.ly\/PoliticaDeReportagensROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nosso compromisso<\/a> de amplificar narrativas aut\u00eanticas e matizadas sobre as mesmas e seus moradores. Esta reportagem de 2025 mostra uma forte mudan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o ao <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3u86DV0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">jornalismo de solu\u00e7\u00f5es<\/a>, abordando a justi\u00e7a clim\u00e1tica e respostas populares das favelas do Rio.<\/i><\/p>\n<h3>Sustentabilidade e Resposta Comunit\u00e1ria \u00e0 Crise Clim\u00e1tica<\/h3>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XyuA7g\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Telhados Verdes e Refrescantes Pareciam um Sonho Imposs\u00edvel para as Favelas do Brasil. Mas N\u00e3o \u00c9 Verdade!<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: &#8216;Cooling Green Roofs Seemed Like an Impossible Dream for Brazil\u2019s Favelas. Not true!&#8217;<\/em><\/p>\n<h4>Da <em>NPR<\/em>, por Jill Langlois<\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XyuA7g\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nesta reportagem radiof\u00f4nica e escrita<\/a> por Jill Langlois para a <em>National Public Radio<\/em> (<em>NPR)<\/em>, moradores do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2oE7df9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Parque Arar\u00e1<\/a>, na<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3qsTKRW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Zona Norte<\/a> do Rio de Janeiro, v\u00eam cultivando plantas em seus telhados para amenizar o calor extremo agravado pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. <span style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;\">Sob a lideran\u00e7a do\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3rKu83R\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Teto Verde Favela<\/a>, organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria fundada por Lu\u00eds Cassiano Silva, os moradores aprendem a realizar o cultivo de plantas leves e seguras nos telhados de suas casas, garantindo o resfriamento do ambiente.<\/span>\u00a0\u201cAntes era insuport\u00e1vel quando fazia muito calor\u201d, diz o morador Reginaldo Gomes da Silva. \u201cMas <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3rKu83R\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">agora est\u00e1 fresco<\/a> o suficiente para eu relaxar. Agora, posso respirar novamente.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A hist\u00f3ria mostra como uma iniciativa como essa reflete a cultura local transmitida por gera\u00e7\u00f5es. Reginaldo conta que sua paix\u00e3o por plantas nasceu em casa: \u201cMinha m\u00e3e me ensinou tudo sobre como cuidar de plantas: quando reg\u00e1-las, de quanto sol elas precisam, o que fazer se come\u00e7arem a murchar.\u201d O projeto Teto Verde Favela n\u00e3o s\u00f3 reduz a temperatura na favela, como tamb\u00e9m junta pessoas por meio de <a href=\"https:\/\/bit.ly\/44uypON\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mutir\u00f5es<\/a>.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80735\" aria-describedby=\"caption-attachment-80735\" style=\"width: 1333px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Uma-das-melhores-reportagens-apresenta-o-Teto-Verde-Favela-idealizado-por-Luis-Cassiano-e-uma-solucao-comunitaria-para-mitigar-o-calor-extremo.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-80735 size-full\" title=\"Uma das principais reportagens de 2025 destaca o Teto Verde Favela, iniciativa comunit\u00e1ria de Lu\u00eds Cassiano que ajuda a amenizar o calor extremo agravado pelo aquecimento global. Foto: Ian Cheibub\/NPR\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Uma-das-melhores-reportagens-apresenta-o-Teto-Verde-Favela-idealizado-por-Luis-Cassiano-e-uma-solucao-comunitaria-para-mitigar-o-calor-extremo.jpg\" alt=\"Uma das principais reportagens de 2025 destaca o Teto Verde Favela, iniciativa comunit\u00e1ria de Lu\u00eds Cassiano que ajuda a amenizar o calor extremo agravado pelo aquecimento global. Foto: Ian Cheibub\/NPR\" width=\"1333\" height=\"889\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Uma-das-melhores-reportagens-apresenta-o-Teto-Verde-Favela-idealizado-por-Luis-Cassiano-e-uma-solucao-comunitaria-para-mitigar-o-calor-extremo.jpg 1333w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Uma-das-melhores-reportagens-apresenta-o-Teto-Verde-Favela-idealizado-por-Luis-Cassiano-e-uma-solucao-comunitaria-para-mitigar-o-calor-extremo-620x413.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Uma-das-melhores-reportagens-apresenta-o-Teto-Verde-Favela-idealizado-por-Luis-Cassiano-e-uma-solucao-comunitaria-para-mitigar-o-calor-extremo-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1333px) 100vw, 1333px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80735\" class=\"wp-caption-text\">Uma das melhores reportagens de 2025 destaca o Teto Verde Favela, iniciativa comunit\u00e1ria de Lu\u00eds Cassiano que ajuda a amenizar o calor extremo agravado pelo aquecimento global. Foto: Ian Cheibub\/<em>NPR<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/MCTheGuardian\"><em>Como Lembran\u00e7as de \u00c1gua Limpa, Sapos e Ar Puro Podem Ajudar a Salvar as Favelas do Rio de Futuros Desastres Clim\u00e1ticos<\/em><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/FavelaClimateMemoryInTheGuardian\">How Memories of Clean Water, Frogs and Fresh Air Could Help Save Rio\u2019s Favelas from Future Climate Disaster<\/a><br \/>\n<\/em><\/p>\n<h4>Do <i>The Guardian,<\/i> por J\u00falia Dias Carne<strong>iro<\/strong><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cobrindo o <a href=\"https:\/\/bit.ly\/MCLancamentoNoROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">lan\u00e7amento da exposi\u00e7\u00e3o Mem\u00f3ria Clim\u00e1tica das Favelas<\/a> <a href=\"https:\/\/bit.ly\/FavelaClimateMemoryInTheGuardian\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">para o <em>The Guardian<\/em><\/a> no <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3l0WQKR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Complexo da Mar\u00e9<\/a>, na Zona Norte do Rio, J\u00falia Dias Carneiro contextualiza como, apesar do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2XvPcl5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">racismo ambiental<\/a> hist\u00f3rico decorrente da <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3MqiYuU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">neglig\u00eancia do Estado<\/a>, os moradores preservaram <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2UmqOgy\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">lembran\u00e7as<\/a> de uma \u00e9poca em que a natureza era <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3D4VPvC\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">parte intr\u00ednseca de suas vidas<\/a>, bem como mem\u00f3rias de cat\u00e1strofes clim\u00e1ticas que resultaram em perdas de vidas e solu\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias. Ao preservar essas mem\u00f3rias, eles afirmam um futuro de justi\u00e7a clim\u00e1tica e ambiental para suas comunidades. Esta reportagem sens\u00edvel e profunda deixa claro que a mem\u00f3ria coletiva \u00e9 uma forma de resist\u00eancia e mostra, tamb\u00e9m, que as solu\u00e7\u00f5es para a crise clim\u00e1tica v\u00eam surgindo justamente entre os mais vulner\u00e1veis \u200b\u200baos seus impactos.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80737\" aria-describedby=\"caption-attachment-80737\" style=\"width: 1118px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Criancas-na-Mare-uma-das-muitas-favelas-do-Rio-tentam-evitar-a-agua-da-enchente-carregada-de-esgoto-em-uma-rua.-Foto-AF-RodriguesThe-Guardian.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80737 size-full\" title=\"Crian\u00e7as na Mar\u00e9, uma das muitas favelas do Rio, tentam evitar a \u00e1gua da enchente, carregada de esgoto, em uma rua. A inscri\u00e7\u00e3o na parede diz: \u201c\u00c9 proibido jogar lixo aqui\u201d. A Mar\u00e9 se expandiu rapidamente na d\u00e9cada de 1940, at\u00e9 que as autoridades municipais transferiram parte de seus moradores para Antares, a 64 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. Foto: AF Rodrigues\/The Guardian\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Criancas-na-Mare-uma-das-muitas-favelas-do-Rio-tentam-evitar-a-agua-da-enchente-carregada-de-esgoto-em-uma-rua.-Foto-AF-RodriguesThe-Guardian.png\" alt=\"Crian\u00e7as na Mar\u00e9, uma das muitas favelas do Rio, tentam evitar a \u00e1gua da enchente, carregada de esgoto, em uma rua. A inscri\u00e7\u00e3o na parede diz: \u201c\u00c9 proibido jogar lixo aqui\u201d. A Mar\u00e9 se expandiu rapidamente na d\u00e9cada de 1940, at\u00e9 que as autoridades municipais transferiram parte de seus moradores para Antares, a 64 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. Foto: AF Rodrigues\/The Guardian\" width=\"1118\" height=\"738\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Criancas-na-Mare-uma-das-muitas-favelas-do-Rio-tentam-evitar-a-agua-da-enchente-carregada-de-esgoto-em-uma-rua.-Foto-AF-RodriguesThe-Guardian.png 1118w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Criancas-na-Mare-uma-das-muitas-favelas-do-Rio-tentam-evitar-a-agua-da-enchente-carregada-de-esgoto-em-uma-rua.-Foto-AF-RodriguesThe-Guardian-620x409.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Criancas-na-Mare-uma-das-muitas-favelas-do-Rio-tentam-evitar-a-agua-da-enchente-carregada-de-esgoto-em-uma-rua.-Foto-AF-RodriguesThe-Guardian-768x507.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1118px) 100vw, 1118px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80737\" class=\"wp-caption-text\">Crian\u00e7as na Mar\u00e9, uma das muitas favelas do Rio, tentam evitar a \u00e1gua da enchente, carregada de esgoto, em uma rua. A inscri\u00e7\u00e3o na parede diz: \u201c\u00c9 proibido jogar lixo aqui.&#8221; A Mar\u00e9 se expandiu rapidamente na d\u00e9cada de 1940, at\u00e9 que as autoridades municipais transferiram parte de seus moradores para Antares, a 64 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. Foto: AF Rodrigues\/<em>The Guardian<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XA3oVD\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Energia <\/i><\/a><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XA3oVD\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Solar Comunit\u00e1ria Ilumina Casas e Com\u00e9rcios nas Favelas do Rio<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Community Solar Lights Up Homes and Businesses in Rio\u2019s Favelas<br \/>\n<\/em><\/p>\n<h4><b>Do <em>Dialogue Earth<\/em>, por Kashfi Halford<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XA3oVD\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">minidocument\u00e1rio de Kashfi Halford, publicado no <em>Dialogue Earth<\/em><\/a>, apresenta uma inspiradora hist\u00f3ria de solu\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria nos morros da <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3kZKum8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Babil\u00f4nia<\/a> e do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2KUhdtg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Chap\u00e9u Mangueira<\/a>, na <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ilwr9T\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Zona Sul<\/a> do Rio. Diante dos pre\u00e7os abusivos da conta de luz, os moradores dos dois morros decidiram resolver o problema coletivamente. A <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2TesJ5q\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Revolusolar<\/a> \u00e9 \u201cuma iniciativa de base comunit\u00e1ria que leva os benef\u00edcios da energia solar aos moradores da Babil\u00f4nia e do Chap\u00e9u Mangueira\u201d. A reportagem documenta a primeira cooperativa solar de favela do Brasil como uma solu\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria sustent\u00e1vel, destacando o importante papel da tecnologia criativa, da determina\u00e7\u00e3o e do protagonismo nessas comunidades.<\/span><\/p>\n<div style=\"padding: 56.25% 0 0 0; position: relative;\"><iframe style=\"position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;\" title=\"\u2018My hope is for solar energy to directly benefit the poorest families\u2019\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/1100063710?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/div>\n<p><script src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/api\/player.js\"><\/script><\/p>\n<h4><a href=\"https:\/\/bbc.in\/4mGz6eU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>&#8216;Eu N\u00e3o Tinha Ideia de que Iria T\u00e3o Longe&#8217;: Por que uma Favela Brasileira Prestes a Ser Despejada Decidiu Adotar Pr\u00e1ticas Sustent\u00e1veis<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: \u2018I Had No Idea It Would Snowball This Far\u2019: Why a Brazilian Favela Facing Eviction Decided To Go Green<\/em><\/p>\n<h4><b>Da<em> BBC<\/em>, por Lottie Watters<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O artigo de Lottie Watters <a href=\"https:\/\/bbc.in\/4mGz6eU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">na <em>BBC<\/em><\/a> conta a hist\u00f3ria da Vila Nova Esperan\u00e7a, em <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2KHGo4P\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">S\u00e3o Paulo<\/a>, que salvou sua comunidade da remo\u00e7\u00e3o por meio de uma transforma\u00e7\u00e3o verde. Quando, em 2006, as autoridades decidiram remover 600 fam\u00edlias, alegando que a \u00e1rea se tornaria um parque, a moradora Maria de Lourdes Andrade Silva (conhecida como Lia Esperan\u00e7a) decidiu agir. \u201cPensei: \u2018Preciso fazer alguma coisa para n\u00e3o perder minha casa nem a de ningu\u00e9m\u2019\u201d, lembra ela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Junto com os vizinhos, Lia come\u00e7ou a limpar o lixo acumulado nos limites da favela, para mostrar \u00e0s autoridades que \u201cmoradores de favelas tamb\u00e9m podem cuidar do meio ambiente\u201d. Gra\u00e7as aos seus esfor\u00e7os, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado de S\u00e3o Paulo suspendeu as remo\u00e7\u00f5es. Devido \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o de Lia e seus vizinhos, as autoridades avaliaram que uma comunidade que cuida de seu territ\u00f3rio merece o direito de perman\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Infelizmente, a reportagem da <em>BBC<\/em> mant\u00e9m o equivocado uso da palavra &#8220;slums&#8221;\u2014termo que <a href=\"https:\/\/bit.ly\/33AGboe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">refor\u00e7a estere\u00f3tipos problem\u00e1ticos<\/a>\u2014em refer\u00eancia \u00e0s favelas. Ainda assim, a mat\u00e9ria destaca a problem\u00e1tica exclus\u00e3o das comunidades locais da tomada de decis\u00f5es e informa aos leitores como atores comunit\u00e1rios podem influenciar quem det\u00e9m o poder e mudar efetivamente as decis\u00f5es em favor das demandas populares.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80740\" aria-describedby=\"caption-attachment-80740\" style=\"width: 1380px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/O-jardim-na-favela-Vila-Nova-Esperanca.-Foto-Lottie-Watters.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80740 size-full\" title=\"O jardim da Vila Nova Esperan\u00e7a. Foto: Lottie Watters\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/O-jardim-na-favela-Vila-Nova-Esperanca.-Foto-Lottie-Watters.png\" alt=\"O jardim da Vila Nova Esperan\u00e7a. Foto: Lottie Watters\" width=\"1380\" height=\"739\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/O-jardim-na-favela-Vila-Nova-Esperanca.-Foto-Lottie-Watters.png 1380w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/O-jardim-na-favela-Vila-Nova-Esperanca.-Foto-Lottie-Watters-620x332.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/O-jardim-na-favela-Vila-Nova-Esperanca.-Foto-Lottie-Watters-768x411.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1380px) 100vw, 1380px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80740\" class=\"wp-caption-text\">O jardim da Vila Nova Esperan\u00e7a. Foto: Lottie Watters<\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4atadji\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Projeto na Favela Combate Fome com Piscicultura e Agricultura Urbanas<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Favela Project Battles Hunger With Urban Fishery and Farming<\/em><\/p>\n<h4>Da<em> Reuters<\/em><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4atadji\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">reportagem em v\u00eddeo da <em>Reuters<\/em><\/a> leva os espectadores \u00e0 laje de um pr\u00e9dio na <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3dzwwUD\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rocinha<\/a>, na <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3ilwr9T\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Zona Sul<\/a> do Rio. Em resposta \u00e0 <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4f7ktNP\">inseguran\u00e7a alimentar<\/a> na segunda maior favela do Brasil, Fl\u00e1vio Gomes <a href=\"https:\/\/bit.ly\/47Rfb8h\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">lan\u00e7ou a Horta na Favela<\/a>, uma fazenda urbana com horta e piscicultura. A reportagem mostra como os moradores produzem seus pr\u00f3prios alimentos, ajudando a garantir a seguran\u00e7a alimentar na comunidade e aumentando o acesso \u00e0 prote\u00ednas pela popula\u00e7\u00e3o local.<\/span><\/p>\n<p><iframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JnRcDepu6O8?si=jlAK4x8fSgO_hkyr\" width=\"1030\" height=\"563\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">\ufeff<\/span><\/iframe><\/p>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oD0kTN\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Na Maior Favela do Rio, \u00d3leo Usado se Transforma em Sab\u00e3o e Promove Mudan\u00e7as Sociais<\/em><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: In Rio\u2019s Largest Favela, Used Oil Becomes Soap and Social Change<\/em><\/p>\n<h4><b>Da <i>Mongabay, <\/i>por <\/b><b>Andr\u00e9 Aram<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oD0kTN\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">reportagem da <em>Mongabay<\/em><\/a>, escrita por Andr\u00e9 Aram, tamb\u00e9m apresenta uma solu\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria em andamento na Rocinha. O descarte inadequado de \u00f3leo de cozinha pode ser uma causa significativa de entupimentos e danos em encanamentos, especialmente em favelas. Isso levou Marcelo Santos, mobilizador comunit\u00e1rio e principal entrevistado da mat\u00e9ria, a &#8220;buscar entender o grau de contamina\u00e7\u00e3o por \u00f3leo, o grau de riscos \u00e0 sa\u00fade e as quest\u00f5es ambientais&#8221; envolvidas. Para mitigar os impactos ambientais e de sa\u00fade decorrentes do descarte inadequado, Marcelo passou a coletar \u00f3leo e transform\u00e1-lo em sab\u00e3o e produtos de limpeza. A reportagem mostra o projeto <a href=\"https:\/\/bit.ly\/48zMpHZ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00d3leo no Ponto<\/a>, da Rocinha, como uma tecnologia ecol\u00f3gica inovadora, origin\u00e1ria da favela e constru\u00edda sobre princ\u00edpios de solidariedade e sustentabilidade. A \u00fanica limita\u00e7\u00e3o desta mat\u00e9ria \u00e9 que, embora o artigo afirme que o projeto visa capacitar \u201cmulheres locais que vivem em condi\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade social\u201d, com exce\u00e7\u00e3o do depoimento de Adriana Moura, esposa de Marcelo, os leitores n\u00e3o t\u00eam a oportunidade de saber diretamente dessas mulheres como a iniciativa vem transformando suas realidades.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80743\" aria-describedby=\"caption-attachment-80743\" style=\"width: 1415px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/A-reportagem-da-Mongabay-destaca-um-projeto-nascido-na-Rocinha-que-gera-renda-para-a-comunidade-e-ao-mesmo-tempo-mitiga-os-impactos-ambientais.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80743 size-full\" title=\"A reportagem da Mongabay destaca um projeto nascido na Rocinha que gera renda para a comunidade e, ao mesmo tempo, mitiga os impactos ambientais decorrentes do descarte inadequado de \u00f3leo de cozinha. Foto: Andr\u00e9 Aram\/Mongabay\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/A-reportagem-da-Mongabay-destaca-um-projeto-nascido-na-Rocinha-que-gera-renda-para-a-comunidade-e-ao-mesmo-tempo-mitiga-os-impactos-ambientais.png\" alt=\"A reportagem da Mongabay destaca um projeto nascido na Rocinha que gera renda para a comunidade e, ao mesmo tempo, mitiga os impactos ambientais causados \u200b\u200bpelo descarte inadequado de \u00f3leo de cozinha. Foto: Andr\u00e9 Aram\/Mongabay\" width=\"1415\" height=\"991\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/A-reportagem-da-Mongabay-destaca-um-projeto-nascido-na-Rocinha-que-gera-renda-para-a-comunidade-e-ao-mesmo-tempo-mitiga-os-impactos-ambientais.png 1415w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/A-reportagem-da-Mongabay-destaca-um-projeto-nascido-na-Rocinha-que-gera-renda-para-a-comunidade-e-ao-mesmo-tempo-mitiga-os-impactos-ambientais-620x434.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/A-reportagem-da-Mongabay-destaca-um-projeto-nascido-na-Rocinha-que-gera-renda-para-a-comunidade-e-ao-mesmo-tempo-mitiga-os-impactos-ambientais-768x538.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1415px) 100vw, 1415px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80743\" class=\"wp-caption-text\">A reportagem da <em>Mongabay<\/em> destaca um projeto nascido na Rocinha que gera renda para a comunidade e, ao mesmo tempo, mitiga os impactos ambientais decorrentes do descarte inadequado do \u00f3leo de cozinha. Foto: Andr\u00e9 Aram\/<em>Mongabay<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h3>Favelas Exp\u00f5em as Contradi\u00e7\u00f5es da COP30<\/h3>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4jf6DvM\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Em Bel\u00e9m, a luta do povo-mar\u00e9 contra a obra da COP que joga esgoto dos ricos no quintal dos pobres<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>T\u00edtulo em ingl\u00eas: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4lFcwC5\">Bel\u00e9m\u2019s \u2018People of the Tides\u2019 Battle COP Project That Dumps Waste of The Rich in Their Backyards<\/a><\/em><\/p>\n<h4><b>De <em>Suma\u00fama<\/em>, por Guilherme Guerreiro Neto<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4jf6DvM\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">reportagem investigativa<\/a> de Guilherme Guerreiro Neto, publicada no <em>Suma\u00fama<\/em>, <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4lFcwC5\">site bil\u00edngue<\/a> de not\u00edcias amaz\u00f4nicas, descreve <a href=\"https:\/\/bit.ly\/VilaDaBarcaNoROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a luta de Vila da Barca<\/a>, uma favela localizada \u00e0s margens da <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Y0sKfx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ba\u00eda de Guajar\u00e1<\/a>, em <a href=\"https:\/\/bit.ly\/490V2M9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bel\u00e9m<\/a> do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/38k3fQb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Par\u00e1<\/a>, contra o racismo ambiental no per\u00edodo que antecedeu a COP30. Como mostra a mat\u00e9ria, um sistema de esgoto constru\u00eddo como parte da infraestrutura da confer\u00eancia clim\u00e1tica transportava dejetos de um bairro rico e os despejava nas \u00e1guas que circundam Vila da Barca. Os leitores assim descobrem como 4.000 pessoas do \u201cpovo-mar\u00e9\u201d\u2014os moradores das palafitas da Ba\u00eda de Guajar\u00e1\u2014lutam contra o racismo ambiental, reivindicando sua dignidade e a preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio natural de sua comunidade. <span style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;\">A reportagem exp\u00f5e d\u00e9cadas de neglig\u00eancia estatal: Vila da Barca existe h\u00e1 mais de um s\u00e9culo, mas ainda n\u00e3o disp\u00f5e de sistema formal de esgoto ou de \u00e1gua tratada (<a href=\"https:\/\/bit.ly\/VilaDaBarcaNoROW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">servi\u00e7os que s\u00f3 agora v\u00eam sendo implementados<\/a>).<\/span> A mat\u00e9ria do <em>Suma\u00fama<\/em> mostra que, para comunidades como a de Vila da Barca, a <a href=\"https:\/\/bit.ly\/48pTRUk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">COP30<\/a> n\u00e3o ocorreu sem viola\u00e7\u00f5es e medo\u2014o medo de que suas vozes fossem caladas sob o lixo dos bairros mais ricos. A reportagem tamb\u00e9m destaca como os moradores s\u00e3o atores-chave na preserva\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria: criaram o Museu da Mem\u00f3ria de Vila da Barca para mostrar que seu patrim\u00f4nio cultural tem valor e merece prote\u00e7\u00e3o. Essa foi a maneira que encontraram de resistir ao apagamento e ao deslocamento: enraizando sua comunidade, profundamente, na terra onde t\u00eam o direito de viver.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80747\" aria-describedby=\"caption-attachment-80747\" style=\"width: 952px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Vila-da-Barca-tambem-e-Amazonia.-A-reportagem-da-Sumauma-expoe-as-controversias-da-COP30.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80747 size-full\" title=\"\u201cVila da Barca tamb\u00e9m \u00e9 Amaz\u00f4nia\u201d. A reportagem do site Suma\u00fama exp\u00f5e as controv\u00e9rsias da COP30 ao mesmo tempo que retrata a luta da comunidade de Vila da Barca para resistir ao racismo ambiental, ao deslocamento for\u00e7ado e ao apagamento de sua hist\u00f3ria. Foto: Rafael da Luz\/Suma\u00fama\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Vila-da-Barca-tambem-e-Amazonia.-A-reportagem-da-Sumauma-expoe-as-controversias-da-COP30.jpg\" alt=\"\u201cVila da Barca tamb\u00e9m \u00e9 Amaz\u00f4nia\u201d. A reportagem do site Suma\u00fama exp\u00f5e as controv\u00e9rsias da COP30 ao mesmo tempo que retrata a luta da comunidade de Vila da Barca para resistir ao racismo ambiental, ao deslocamento for\u00e7ado e ao apagamento de sua hist\u00f3ria. Foto: Rafael da Luz\/Suma\u00fama\" width=\"952\" height=\"637\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Vila-da-Barca-tambem-e-Amazonia.-A-reportagem-da-Sumauma-expoe-as-controversias-da-COP30.jpg 952w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Vila-da-Barca-tambem-e-Amazonia.-A-reportagem-da-Sumauma-expoe-as-controversias-da-COP30-620x415.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Vila-da-Barca-tambem-e-Amazonia.-A-reportagem-da-Sumauma-expoe-as-controversias-da-COP30-768x514.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 952px) 100vw, 952px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80747\" class=\"wp-caption-text\">\u201cVila da Barca tamb\u00e9m \u00e9 Amaz\u00f4nia\u201d. A reportagem do site <em>Suma\u00fama<\/em> exp\u00f5e as controv\u00e9rsias da COP30 ao mesmo tempo que retrata a luta da comunidade de Vila da Barca para resistir ao racismo ambiental, ao deslocamento for\u00e7ado e ao apagamento de sua hist\u00f3ria. Foto: Rafael da Luz\/<em>Suma\u00fama<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/n.pr\/4pn4U9B\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Moradores de Favelas Brasileiras Reivindicam Voz Ativa nas Negocia\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Brazil\u2019s Favela Residents Are Demanding a Say in Climate Talks<\/em><\/p>\n<h4><b>Da <em>NPR<\/em>, por J\u00falia Dias Carneiro<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/n.pr\/4pn4U9B\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Outra reportagem<\/a> de J\u00falia Dias Carneiro, apresentada no notici\u00e1rio radiof\u00f4nico <em>All Things Considered<\/em>, da <em>NPR<\/em>, enfoca lideran\u00e7as de favelas que exigiram participar das negocia\u00e7\u00f5es da COP30, uma vez que estas dizem respeito ao futuro do planeta. Apesar das grandes barreiras e da falta de acesso formal \u00e0s negocia\u00e7\u00f5es, essas lideran\u00e7as organizaram seus pr\u00f3prios espa\u00e7os paralelos, como festivais locais, cartas coletivas e c\u00fapulas comunit\u00e1rias, garantindo que suas perspectivas e demandas chegassem \u00e0 COP30\u2014mesmo que, pessoalmente, n\u00e3o pudessem comparecer \u00e0 confer\u00eancia.<\/span><\/p>\n<h3><b>Resposta Comunit\u00e1ria ao Terrorismo de Estado e \u00e0 Viol\u00eancia Policial<\/b><\/h3>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oD1vmb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Crian\u00e7as Autistas Sofrem o Custo Oculto das Violentas Opera\u00e7\u00f5es Policiais nas Favelas do Brasil<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Autistic Children Bear Hidden Cost of Violent Police Raids in Brazil\u2019s Favelas<\/em><\/p>\n<h4><b>Do <i>The Guardian, <\/i>por <\/b><b>Tiago Rogero<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oD1vmb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">outra reportagem do <em>The Guardian<\/em><\/a>, o jornalista Tiago Rogero mostra como Rafaela Figueiredo de Fran\u00e7a, moradora do <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3jE6K3o\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Complexo do Alem\u00e3o<\/a>, na Zona Norte do Rio, e m\u00e3e de uma menina de seis anos com autismo, encontrou uma maneira de proteger a filha do estresse causado por um tiroteio de 15 horas ocorrido em janeiro deste ano em sua comunidade. <\/span>O artigo descreve como o\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/4hFlij6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Estado tem falhado em garantir seguran\u00e7a p\u00fablica<\/a> \u00e0s fam\u00edlias, evidenciando a falta de apoio psicol\u00f3gico e o n\u00e3o reconhecimento das necessidades espec\u00edficas de fam\u00edlias at\u00edpicas que vivem nas favelas.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A reportagem tamb\u00e9m destaca <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4nJcNVG\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a iniciativa dessas fam\u00edlias para a melhoria da sa\u00fade de seus filhos<\/a>. Depois de conversar com outras m\u00e3es de crian\u00e7as autistas, Rafaela fundou a organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria Estrela de Maria. Essa iniciativa popular criou um Centro de Estimula\u00e7\u00e3o para crian\u00e7as neurodiversas e passou a distribuir fones de ouvido especiais, com cancelamento de ru\u00eddo, \u00e0s fam\u00edlias, a fim de proteger crian\u00e7as at\u00edpicas dos perturbadores sons de tiros durante opera\u00e7\u00f5es policiais. Em dois anos, foram distribu\u00eddas centenas de fones em dezenas de favelas do Rio. O artigo de Rogero d\u00e1 visibilidade a esses grupos de m\u00e3es que assumiram um papel que o Estado deixou de cumprir. Tamb\u00e9m mostra essas fam\u00edlias como lideran\u00e7as locais, organizando eventos de capta\u00e7\u00e3o de recursos, oferecendo treinamento e pressionando as autoridades para garantir condi\u00e7\u00f5es mais seguras para as crian\u00e7as (defendendo, por exemplo, a limita\u00e7\u00e3o do hor\u00e1rio de disparos perto de escolas).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80754\" aria-describedby=\"caption-attachment-80754\" style=\"width: 1099px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Heitor-morador-da-favela-da-Rocinha-no-Rio-de-Janeiro-e-Mary-moradora-da-favela-do-Morro-dos-Macacos-tambem-no-Rio-de-Janeiro-ambos-com-transtorno-do-espectro-autista.-Foto-The-Guardian.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80754 size-full\" title=\"Heitor, morador da Rocinha, no Rio de Janeiro, e Mary, moradora do Morro dos Macacos, tamb\u00e9m no Rio de Janeiro, ambos com transtorno do espectro autista. Foto: The Guardian\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Heitor-morador-da-favela-da-Rocinha-no-Rio-de-Janeiro-e-Mary-moradora-da-favela-do-Morro-dos-Macacos-tambem-no-Rio-de-Janeiro-ambos-com-transtorno-do-espectro-autista.-Foto-The-Guardian.png\" alt=\"Heitor, morador da Rocinha, no Rio de Janeiro, e Mary, moradora do Morro dos Macacos, tamb\u00e9m no Rio de Janeiro, ambos com transtorno do espectro autista. Foto: The Guardian\" width=\"1099\" height=\"679\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Heitor-morador-da-favela-da-Rocinha-no-Rio-de-Janeiro-e-Mary-moradora-da-favela-do-Morro-dos-Macacos-tambem-no-Rio-de-Janeiro-ambos-com-transtorno-do-espectro-autista.-Foto-The-Guardian.png 1099w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Heitor-morador-da-favela-da-Rocinha-no-Rio-de-Janeiro-e-Mary-moradora-da-favela-do-Morro-dos-Macacos-tambem-no-Rio-de-Janeiro-ambos-com-transtorno-do-espectro-autista.-Foto-The-Guardian-620x383.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Heitor-morador-da-favela-da-Rocinha-no-Rio-de-Janeiro-e-Mary-moradora-da-favela-do-Morro-dos-Macacos-tambem-no-Rio-de-Janeiro-ambos-com-transtorno-do-espectro-autista.-Foto-The-Guardian-768x474.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1099px) 100vw, 1099px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80754\" class=\"wp-caption-text\">Heitor, morador da Rocinha, no Rio de Janeiro, e Mary, moradora do Morro dos Macacos, tamb\u00e9m no Rio de Janeiro, ambos com transtorno do espectro autista. Foto: <em>The Guardian<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Ms76yg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>\u2018S\u00e3o Para Frear a Pol\u00edcia\u2019: Barricadas no Rio Transformam Favelas em Fortalezas<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: \u2018They\u2019re to Put The Brakes On Cops\u2019: Rio Barricades Turn Favelas Into Fortresses<\/em><\/p>\n<h4><b>Do<i> The Guardian, <\/i><\/b><b>por Tom Phillips<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Ms76yg\">Este artigo do\u00a0<em>The Guardian<\/em><\/a>, escrito pelo seu correspondente da Am\u00e9rica Latina, Tom Phillips, come\u00e7a descrevendo a hist\u00f3ria por tr\u00e1s de algumas das barricadas das favelas do Rio, erguidas por fac\u00e7\u00f5es de narcotraficantes para dificultar as opera\u00e7\u00f5es policiais, e, em seguida, compartilha as estrat\u00e9gias da pol\u00edcia para destru\u00ed-las. No entanto, para oferecer uma perspectiva diferente sobre o assunto, o artigo tamb\u00e9m conta a hist\u00f3ria de <a href=\"https:\/\/bit.ly\/494bIDp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tainan Cabral<\/a>, um jovem morador que cresceu cercado por barricadas de concreto e que, por meio de sua arte, vem transformando uma paisagem frequentemente associada \u00e0 viol\u00eancia e ao medo. Em vez de se adaptar a uma paisagem de guerra, Tainan optou por embelez\u00e1-la. H\u00e1 seis anos, ele come\u00e7ou a pintar barricadas abandonadas com cores vibrantes. \u201cAs barricadas transmitem um clima de guerra\u2026 Tento transform\u00e1-las em monumentos esculturais\u2026 Comecei a ver este lugar como um parque de esculturas\u201d, explica o pintor.<\/span><\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" style=\"background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/Curap0CLtZK\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\">\n<div style=\"padding: 16px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: row; align-items: center;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;\"><\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"padding: 19% 0;\"><\/div>\n<div style=\"display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;\"><\/div>\n<div style=\"padding-top: 8px;\">\n<div style=\"color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;\">Ver essa foto no Instagram<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"padding: 12.5% 0;\"><\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;\">\n<div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"margin-left: 8px;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;\"><\/div>\n<div style=\"width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"margin-left: auto;\">\n<div style=\"width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);\"><\/div>\n<div style=\"width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;\">\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;\"><a style=\"color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/Curap0CLtZK\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Um post compartilhado por @tainancabral<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/43Kjyiu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Brasil: Pelo Menos 64 Mortos no Pior Dia de Viol\u00eancia no Rio em Meio a Opera\u00e7\u00f5es Policiais em Favelas<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Brazil: At Least 64 Reported Killed in Rio\u2019s Worst Day of Violence Amid Police Favela Raids<\/em><\/p>\n<h4><b>Do<i> The Guardian, <\/i>por <\/b><b>Tom Phillips<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De forma alarmante, em outubro de 2025, o Rio de Janeiro vivenciou a <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4hFlij6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">opera\u00e7\u00e3o policial mais sangrenta de sua hist\u00f3ria<\/a>, com mais de 120 pessoas mortas pela Pol\u00edcia Militar nos complexos de favelas do Alem\u00e3o e <a href=\"https:\/\/bit.ly\/34wHkR4\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">da Penha<\/a>. Alguns ve\u00edculos da m\u00eddia internacional mostraram a realidade pelos olhos dos moradores, destacando os fatores altamente complexos que levam \u00e0 viol\u00eancia nas comunidades: racismo sist\u00eamico, desigualdades sociais e neglig\u00eancia do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/43Kjyiu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Esta reportagem<\/a>, tamb\u00e9m de Tom Phillips, do<em> The Guardian<\/em>, apresenta as perspectivas cr\u00edticas da comunidade sobre a opera\u00e7\u00e3o policial. Ap\u00f3s a a\u00e7\u00e3o brutal no Alem\u00e3o e na Penha, o governador de extrema-direita, <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3TJ7JUi\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cl\u00e1udio Castro<\/a>, anunciou que a cidade estaria em guerra contra o crime organizado. Muitos moradores de favelas, no entanto, apresentam uma perspectiva radicalmente diferente, questionando se esta \u00e9 uma guerra contra o crime ou contra os pobres. Um dos entrevistados, o jornalista e mobilizador <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4oW4KoM\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">internacionalmente reconhecido<\/a> <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3NlXmTQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ren\u00e9 Silva<\/a> do Complexo do Alem\u00e3o (tamb\u00e9m fundador do site de not\u00edcias <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4pHtQZW\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Voz das Comunidades<\/em><\/a>), cobria os desdobramentos desde a manh\u00e3 seguinte \u00e0 opera\u00e7\u00e3o. \u201cO problema da criminalidade no Rio precisa ser combatido em outros lugares\u2014n\u00e3o apenas nas favelas. N\u00e3o temos planta\u00e7\u00f5es de maconha ou coca\u00edna aqui. N\u00e3o temos f\u00e1bricas de armas aqui. Esta n\u00e3o \u00e9 uma luta contra o crime, \u00e9 uma luta contra os pobres\u201d, afirmou. Por meio de depoimentos como o de Ren\u00e9, a reportagem evidencia a profunda contradi\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de seguran\u00e7a p\u00fablica focada na repress\u00e3o \u00e0s favelas, em vez de enfrentar as verdadeiras ra\u00edzes do problema. A reportagem tamb\u00e9m ecoa a opini\u00e3o de <a href=\"https:\/\/bit.ly\/45ecxqX\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Raull Santiago<\/a>, ativista do Complexo do Alem\u00e3o tamb\u00e9m <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3MBl1SN\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">com proje\u00e7\u00e3o internacional<\/a>, que observa que essas incurs\u00f5es com ret\u00f3rica de guerra n\u00e3o s\u00e3o novidade nas favelas, \u201cmas deixam marcas profundas em quem vive nelas\u2026 Mais uma vez, a favela sangra, mais uma vez contamos um n\u00famero cada vez maior de corpos\u201d.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80756\" aria-describedby=\"caption-attachment-80756\" style=\"width: 1314px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Membros-da-equipe-antibarricadas-da-Policia-Militar-do-Rio-de-Janeiro-destroem-bloqueios-construidos-por-traficantes.-Fotografia-Alan-LimaThe-Guardian.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80756 size-full\" title=\"Membros da equipe antibarricadas da Pol\u00edcia Militar do Rio de Janeiro destroem bloqueios constru\u00eddos por traficantes. Fotografia: Alan Lima\/The Guardian\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Membros-da-equipe-antibarricadas-da-Policia-Militar-do-Rio-de-Janeiro-destroem-bloqueios-construidos-por-traficantes.-Fotografia-Alan-LimaThe-Guardian.png\" alt=\"Membros da equipe antibarricadas da Pol\u00edcia Militar do Rio de Janeiro destroem bloqueios constru\u00eddos por traficantes. Fotografia: Alan Lima\/The Guardian\" width=\"1314\" height=\"767\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Membros-da-equipe-antibarricadas-da-Policia-Militar-do-Rio-de-Janeiro-destroem-bloqueios-construidos-por-traficantes.-Fotografia-Alan-LimaThe-Guardian.png 1314w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Membros-da-equipe-antibarricadas-da-Policia-Militar-do-Rio-de-Janeiro-destroem-bloqueios-construidos-por-traficantes.-Fotografia-Alan-LimaThe-Guardian-620x362.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Membros-da-equipe-antibarricadas-da-Policia-Militar-do-Rio-de-Janeiro-destroem-bloqueios-construidos-por-traficantes.-Fotografia-Alan-LimaThe-Guardian-768x448.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1314px) 100vw, 1314px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80756\" class=\"wp-caption-text\">Membros da equipe antibarricada da Pol\u00edcia Militar do Rio de Janeiro destroem os bloqueios constru\u00eddos por traficantes. Fotografia: Alan Lima\/<em>The Guardian<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Mlf24c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Milhares Participam de Protesto em Favela do Rio Ap\u00f3s Opera\u00e7\u00e3o Policial Mais Letal da Hist\u00f3ria<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Thousands Join Protests in Rio Favela After Deadliest Ever Police Raid<\/em><\/p>\n<h4><b>Do<i> The Guardian, <\/i>por <\/b><b>Tom Phillips<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/3Mlf24c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Este terceiro artigo<\/a> de Tom Phillips, do <em>The Guardian<\/em>, retrata a profunda polariza\u00e7\u00e3o entre os brasileiros em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 controversa e mortal opera\u00e7\u00e3o policial no Alem\u00e3o e na Penha. Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Seguran\u00e7a P\u00fablica e Cidadania (CESeC) do Rio, descreveu-a como uma \u201cvergonha internacional\u201d, enquanto outros, apoiadores do governador do Rio, a consideraram um sucesso. O artigo exp\u00f5e a tens\u00e3o entre duas <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3JZB4Zo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">narrativas conflitantes<\/a>: as autoridades que reivindicam o sucesso da opera\u00e7\u00e3o <em>versus<\/em> os <a href=\"https:\/\/bit.ly\/4ozHZYv\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">manifestantes e moradores angustiados<\/a> pelas vidas, direitos e dignidade destru\u00eddos pelo terror de Estado. Este artigo leva os leitores a refletir que, por tr\u00e1s das estat\u00edsticas da \u201c<a href=\"https:\/\/bit.ly\/2X0rN7Q\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">guerra \u00e0s drogas<\/a>\u201d, est\u00e3o v\u00edtimas da viol\u00eancia cujas fam\u00edlias e sonhos foram irremediavelmente destru\u00eddos. Acompanhando o grupo de manifestantes enquanto caminhavam pela <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2m1TMEr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vila Cruzeiro<\/a>, na Penha, suas palavras de dor e indigna\u00e7\u00e3o foram cuidadosamente registradas. \u201cNenhuma m\u00e3e quer ver seu filho estendido no ch\u00e3o, crivado de balas\u201d, disse a manifestante Raimunda Leone ao portal de not\u00edcias <em>Voz das Comunidades<\/em>, conforme reproduzido pelo <em>The Guardian<\/em>. Ao amplificar essas vozes, a reportagem defende um jornalismo ponderado, respons\u00e1vel e emp\u00e1tico, expondo a divis\u00e3o atual na sociedade brasileira.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80817\" aria-describedby=\"caption-attachment-80817\" style=\"width: 1444px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Cobertura-da-manifestacao-contra-a-mais-brutal-operacao-policial-do-Rio-o-The-Guardian-mostrou-como-a-sociedade-civil-e-os-moradores-condenam.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-80817 size-full\" title=\"Ao cobrir a manifesta\u00e7\u00e3o contra a opera\u00e7\u00e3o policial mais brutal do Rio, o The Guardian mostrou como a sociedade civil e os moradores condenam esse modelo de seguran\u00e7a p\u00fablica e exigem que as autoridades sejam responsabilizadas por suas a\u00e7\u00f5es. Foto: Andr\u00e9 Coelho\/EPA\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Cobertura-da-manifestacao-contra-a-mais-brutal-operacao-policial-do-Rio-o-The-Guardian-mostrou-como-a-sociedade-civil-e-os-moradores-condenam.jpg\" alt=\"Ao cobrir a manifesta\u00e7\u00e3o contra a opera\u00e7\u00e3o policial mais brutal do Rio, o The Guardian mostrou como a sociedade civil e os moradores condenam esse modelo de seguran\u00e7a p\u00fablica e exigem que as autoridades sejam responsabilizadas por suas a\u00e7\u00f5es. Foto: Andr\u00e9 Coelho\/EPA\" width=\"1444\" height=\"971\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Cobertura-da-manifestacao-contra-a-mais-brutal-operacao-policial-do-Rio-o-The-Guardian-mostrou-como-a-sociedade-civil-e-os-moradores-condenam.jpg 1444w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Cobertura-da-manifestacao-contra-a-mais-brutal-operacao-policial-do-Rio-o-The-Guardian-mostrou-como-a-sociedade-civil-e-os-moradores-condenam-620x417.jpg 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Cobertura-da-manifestacao-contra-a-mais-brutal-operacao-policial-do-Rio-o-The-Guardian-mostrou-como-a-sociedade-civil-e-os-moradores-condenam-768x516.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1444px) 100vw, 1444px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80817\" class=\"wp-caption-text\">Ao cobrir a manifesta\u00e7\u00e3o contra a opera\u00e7\u00e3o policial mais brutal do Rio, o <em>The Guardian<\/em> mostrou como a sociedade civil e os moradores condenam esse modelo de seguran\u00e7a p\u00fablica e exigem que as autoridades sejam responsabilizadas por suas a\u00e7\u00f5es. Foto: Andr\u00e9 Coelho\/EPA<\/figcaption><\/figure>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/49WttWo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Vida e Morte nas Favelas: O que Revelam as \u00daltimas Opera\u00e7\u00f5es Policiais no Brasil<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Life and Death in the Favelas: What Brazil\u2019s Latest Police Raids Reveal<\/em><\/p>\n<h4>Da <i>Catalyst, <\/i>por Lou Didelot<\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tendo a megaopera\u00e7\u00e3o como ponto de partida, <a href=\"https:\/\/bit.ly\/49WttWo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o artigo de Lou Didelot<\/a> na <em>Catalyst<\/em> oferece um contexto s\u00f3cio-hist\u00f3rico e sociopol\u00edtico para analisar o que est\u00e1 por tr\u00e1s da viol\u00eancia policial nas favelas, trazendo uma perspectiva mais ampla da opera\u00e7\u00e3o policial mais sangrenta da hist\u00f3ria do Rio. Mais do que uma reportagem jornal\u00edstica, o artigo explicativo tamb\u00e9m evidencia estrat\u00e9gias de resist\u00eancia e de organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, mostrando os moradores n\u00e3o como v\u00edtimas passivas, mas como cidad\u00e3os que agem e defendem mudan\u00e7as estruturais. Esta mat\u00e9ria informa leitores n\u00e3o familiarizados com a viol\u00eancia estatal e suas consequ\u00eancias para as comunidades cariocas \u00e0s margens das esferas de poder e privadas de seus direitos. Apesar da frequ\u00eancia com que os fatores estruturais s\u00e3o deixados de lado nos notici\u00e1rios, eles s\u00e3o um elemento-chave para uma cobertura elucidativa da viol\u00eancia, al\u00e9m de informar os leitores sobre como ela afeta as realidades da favela.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_80760\" aria-describedby=\"caption-attachment-80760\" style=\"width: 1176px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Panorama-do-teleferico-do-Complexo-do-Alemao-em-2014.-Foto-MariordoWikimedia-Commons.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-80760\" src=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Panorama-do-teleferico-do-Complexo-do-Alemao-em-2014.-Foto-MariordoWikimedia-Commons.png\" alt=\"Panorama do telef\u00e9rico do Complexo do Alem\u00e3o em 2014. Foto: Mariordo\/Wikimedia Commons\" width=\"1176\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Panorama-do-teleferico-do-Complexo-do-Alemao-em-2014.-Foto-MariordoWikimedia-Commons.png 1176w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Panorama-do-teleferico-do-Complexo-do-Alemao-em-2014.-Foto-MariordoWikimedia-Commons-620x106.png 620w, https:\/\/rioonwatch.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Panorama-do-teleferico-do-Complexo-do-Alemao-em-2014.-Foto-MariordoWikimedia-Commons-768x132.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1176px) 100vw, 1176px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-80760\" class=\"wp-caption-text\">Panorama do telef\u00e9rico do Complexo do Alem\u00e3o em 2014. Foto: Mariordo\/Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<h3><b>A Cultura Como um Espelho Provocativo da Realidade<\/b><\/h3>\n<h4><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4iPwvOt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Brasil: Indigna\u00e7\u00e3o Ap\u00f3s Pris\u00e3o de Funkeiro por Suposta Incita\u00e7\u00e3o ao Crime em Letras de M\u00fasica<\/i><\/a><\/h4>\n<p><em>No original em ingl\u00eas: Brazil: Outcry After Funk Singer Arrested for Allegedly Inciting Crime in Lyrics<\/em><\/p>\n<h4><b>Do <i>The Guardian, <\/i>por <\/b><b>Tiago Rogero<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/bit.ly\/4iPwvOt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Esta \u00faltima recomenda\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria<\/a>, tamb\u00e9m do <em>The Guardian<\/em>, outra de autoria de Tiago Rogero, discute a controv\u00e9rsia em torno do caso envolvendo o <a href=\"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=51060\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">artista de trap e funk MC Poze do Rodo<\/a>. Ele foi detido por supostas liga\u00e7\u00f5es com uma quadrilha criminosa e por \u201cincitar o crime\u201d por meio de suas letras<span style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;\">\u2014<\/span>uma tentativa, segundo muitos, de silenciar uma voz inconveniente da favela. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;\">O\u00a0<em>The Guardian<\/em> questiona a forma como Poze do Rodo\u2014um artista negro da favela, com milh\u00f5es de f\u00e3s\u2014foi preso: foi detido em sua casa e levado para uma delegacia, algemado, descal\u00e7o e sem camisa.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, como argumenta o entrevistado, o professor de direito penal Pierpaolo Bottini, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma liga\u00e7\u00e3o direta entre a apologia ao crime e as m\u00fasicas de Poze do Rodo. Como a mat\u00e9ria esclarece, Poze do Rodo canta sobre a realidade da favela e sobre as experi\u00eancias cotidianas dos moradores. Ele n\u00e3o incentiva a viol\u00eancia nem glorifica a vida no crime.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O artigo tamb\u00e9m cita a antrop\u00f3loga Mylene Mizrahi, que descreve como os m\u00fasicos de funk n\u00e3o s\u00e3o considerados \u201cartistas completos\u201d\u2014em contraste, por exemplo, com diretores de cinema. O advogado Joel Luiz Costa observa, ainda, a continuidade hist\u00f3rica da repress\u00e3o ao funk, lembrando que <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2MN5255\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o samba e a capoeira foram proibidos de forma semelhante no passado<\/a>. Embora MC Poze do Rodo tenha finalmente sido libertado da pris\u00e3o, a hist\u00f3ria estimula um debate necess\u00e1rio: o Estado ultrapassou seus limites ao punir e criminalizar um artista que retrata a realidade em que vive de uma forma considerada inconveniente pelas elites dominantes e pelo <em>status quo<\/em>?<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h4><b data-stringify-type=\"bold\">Apoie nossos esfor\u00e7os para fornecer apoio estrat\u00e9gico \u00e0s favelas do Rio, incluindo o jornalismo hiperlocal, cr\u00edtico, inovador e incans\u00e1vel do\u00a0<\/b><b data-stringify-type=\"bold\"><i data-stringify-type=\"italic\">RioOnWatch<\/i><\/b>\u2014<a class=\"c-link\" href=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" rel=\"noopener noreferrer\" data-stringify-link=\"http:\/\/www.bit.ly\/ApoieROW\" data-sk=\"tooltip_parent\">doe aqui<\/a>.<\/h4>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Click Here for English De 2013 a 2023, o RioOnWatch publicou a s\u00e9rie Melhores e Piores Reportagens Internacionais sobre as Favelas do Rio. 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