{"id":9784,"date":"2013-12-31T22:25:11","date_gmt":"2014-01-01T01:25:11","guid":{"rendered":"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=9784"},"modified":"2024-06-20T16:29:54","modified_gmt":"2024-06-20T19:29:54","slug":"reflexoes-apos-o-ano-de-protesto-o-rio-como-cidade-pos-terceiro-mundo-ou-cidade-de-excecao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rioonwatch.org.br\/?p=9784","title":{"rendered":"Reflex\u00f5es Ap\u00f3s o Ano de Protesto: O Rio como \u2018Cidade P\u00f3s-Terceiro Mundo\u2019 ou \u2018Cidade de Exce\u00e7\u00e3o\u2019?"},"content":{"rendered":"<p><em>Ap\u00f3s um ano de manifesta\u00e7\u00f5es, \u00e9 hora de re-examinar que tipo de <em>&#8216;projeto de cidade&#8217;<\/em>\u00a0est\u00e1 emergindo no <em>Rio de Janeiro<\/em>.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?attachment_id=12861\" rel=\"attachment wp-att-12861\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-12861\" title=\"Banner 'A Cidade \u00e9 Nossa Ocupe-a'\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/cidadenossa.jpg\" alt=\"\" width=\"369\" height=\"207\" \/><\/a><\/p>\n<p>A convic\u00e7\u00e3o geral (ainda que n\u00e3o universal) de que o Brasil tinha entrado em uma nova \u00e9poca de estabilidade econ\u00f4mica e progresso social foi gravamente prejudicada em junho deste ano quando enormes <a href=\"http:\/\/bit.ly\/12hqS0g\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">manifesta\u00e7\u00f5es<\/a> surgiram em todo o pa\u00eds. Embora menos notada pela m\u00eddia nacional e internacional, outro consenso dominante foi posto em quest\u00e3o pela agita\u00e7\u00e3o: a ideia de que o Rio de Janeiro estava a caminho para uma melhor governan\u00e7a urbana e o aumento da integra\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a social. No rastro de junho 2013, estes pressupostos merecem, no m\u00ednimo, uma reavalia\u00e7\u00e3o profunda.<\/p>\n<p><strong>O ressurgimento do Rio e o \u2018projeto de cidade\u2019<\/strong><\/p>\n<p>Antes de enfocar nesta quest\u00e3o, vale a pena revisar rapidamente como que a cidade chegou at\u00e9 este momento atual. Em 2003, o Brasil come\u00e7ou seu per\u00edodo de crescimento mais sustentado desde os anos 70, com a recupera\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro particularmente not\u00e1vel, depois de tr\u00eas d\u00e9cadas de estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. Em 2008, com a elei\u00e7\u00e3o do candidato a prefeito <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1k4eA6c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Eduardo Paes<\/a>, as tr\u00eas esferas de governo entraram em alinhamento pol\u00edtico. Estas condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e pol\u00edticas, novamente favor\u00e1veis, abriram o caminho para o desenvolvimento do <a href=\"http:\/\/bit.ly\/14557Aj\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">que tem sido descrito como um \u2018projeto de cidade\u2019<\/a>\u00a0\u2013\u00a0um esfor\u00e7o s\u00e9rio de remodelar a cidade fisicamente, economicamente e socialmente. A \u00faltima pe\u00e7a do quebra-cabe\u00e7a chegou em outubro de 2009, quando o Rio venceu a disputa pelos Jogos Ol\u00edmpicos de 2016.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?attachment_id=12865\" rel=\"attachment wp-att-12865\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-12865\" title=\"Imagem da proposta do projeto Morar Carioca\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/Morar-carioca.jpg\" alt=\"\" width=\"369\" height=\"250\" \/><\/a><\/p>\n<p>O \u2018projeto de cidade\u2019 consta de uma s\u00e9rie abrangente de pol\u00edticas nas \u00e1reas de infraestrutura urbana, transporte, habita\u00e7\u00e3o e policiamento, que s\u00e3o concebidas e implementadas por um conjunto diversificado de estatais e n\u00e3o-estatais. Alguns, como o <a href=\"http:\/\/bit.ly\/NnSmIP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">PAC<\/a>, s\u00e3o pol\u00edticas federais que atuam em todo o Brasil. Outros, como o <a href=\"http:\/\/bit.ly\/UR7rn7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Porto Maravilha<\/a> e o <a href=\"http:\/\/bit.ly\/19EtYAY\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">BRT<\/a>, s\u00e3o parcerias entre entidades p\u00fablicas e privadas coordenadas pela prefeitura do Rio sob a \u00e9gide da \u2018Cidade Ol\u00edmpica\u2019. As <a href=\"http:\/\/bit.ly\/R5ueio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UPPs<\/a>, a estrat\u00e9gia emblem\u00e1tica de policiamento enfocada nas favelas do Rio, s\u00e3o executadas pelo gabinete do governador do estado. Estas pol\u00edticas tamb\u00e9m administraram diferentes cronogramas, e alguns (tais como PAC e UPP) estavam em andamento antes do sucesso da candidatura para as Olimp\u00edadas. No entanto, h\u00e1 sobreposi\u00e7\u00f5es suficientes na coordena\u00e7\u00e3o para conceber os v\u00e1rios componentes como parte de um todo maior. No m\u00ednimo, esta \u00e9 a perspectiva de muitas pessoas envolvidas&#8211;tanto para aqueles que est\u00e3o implementando as reformas quanto para os moradores que as recebem.<\/p>\n<p><strong>A cidade p\u00f3s-terceiro mundo<\/strong><\/p>\n<p>Os objetivos e pressupostos que nortearam o \u2018projeto de cidade\u2019 caem geralmente dentro do que eu chamo de um paradigma \u2018cidade p\u00f3s-Terceiro Mundo\u2019. Esta narrativa p\u00f5e as interven\u00e7\u00f5es atuais dentro do contexto de dois per\u00edodos antecedentes da hist\u00f3ria do Rio de Janeiro. O primeiro destes \u00e9 a r\u00e1pida ocupa\u00e7\u00e3o urbana dos anos 50 e 60, que deixou grandes partes da cidade com aus\u00eancia de infraestrutura e servi\u00e7os b\u00e1sicos, tais como habita\u00e7\u00e3o acess\u00edvel, ruas pavimentadas e transporte p\u00fablico. O segundo \u00e9 a \u00e9poca da chamada \u2018fragmenta\u00e7\u00e3o urbana\u2019, quando as tens\u00f5es da crise econ\u00f4mica aumentaram a viol\u00eancia e causaram a militariza\u00e7\u00e3o de algumas fronteiras urbanas durante os anos 80 e 90. Embora estas tend\u00eancias existiam em toda a cidade, em ambos os casos as \u00e1reas de favelas foram atingidas com impacto mais negativo que outras \u00e1reas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?attachment_id=12868\" rel=\"attachment wp-att-12868\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-12868\" title=\"O telef\u00e9rico no Alem\u00e3o foi constru\u00eddo no \u00e2mbito do PAC\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/alemao-teleferico.jpg\" alt=\"\" width=\"369\" height=\"267\" \/><\/a><\/p>\n<p>N\u00e3o obstante a singularidade do Rio de Janeiro, e do Brasil, os r\u00e1pidos processos de urbaniza\u00e7\u00e3o e a fragmenta\u00e7\u00e3o urbana estavam em conforme com tend\u00eancias observadas por analistas em v\u00e1rias cidades no sul global&#8211;ou o \u2018Terceiro Mundo\u2019 como era designado na linguagem da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Dentro desta narrativa, a s\u00e9rie atual de programas tra\u00e7a sua linhagem nas pol\u00edticas desenvolvidas desde os anos 90 em diante nas condi\u00e7\u00f5es deste contexto, no Brasil e em outros lugares. Estas incluem o programa <a href=\"http:\/\/bit.ly\/XVcGa0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Favela Bairro<\/a>, do Rio, que marcou uma aparentemente permanente mudan\u00e7a no consenso da uma pol\u00edtica de remo\u00e7\u00e3o de favelas durante os anos 60 e 70 para uma prefer\u00eancia \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o dos locais. Enquanto isso, a gama de interven\u00e7\u00f5es de transporte (tais como BRT e <a href=\"http:\/\/bit.ly\/Sh0wXv\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">telef\u00e9ricos<\/a>) recorre \u00e0s inova\u00e7\u00f5es desenvolvidas em outras cidades como Curitiba, no sul do Brasil, e Medell\u00edn e Bogot\u00e1 na Col\u00f4mbia, que procuram <a href=\"http:\/\/bit.ly\/1cUKkXi\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">solu\u00e7\u00f5es acess\u00edveis aos desafios de mobilidade urbana<\/a>. A linguagem que cerca tais pol\u00edticas eleva constantemente o princ\u00edpio da integra\u00e7\u00e3o. Por exemplo, o <a href=\"http:\/\/bit.ly\/JHTdqc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">site da Cidade Ol\u00edmpica afirma<\/a> que: \u201cA\u00a0transforma\u00e7\u00e3o do Rio em uma Cidade Ol\u00edmpica envolve a integra\u00e7\u00e3o social, bem como f\u00edsica\u201d. Pol\u00edticas que enfocam as favelas, como <a href=\"http:\/\/bit.ly\/yUD1ZW\">Morar Carioca<\/a> and <a href=\"http:\/\/bit.ly\/184EQUr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UPP Social<\/a>, adotam uma linguagem parecida. At\u00e9 a pacifica\u00e7\u00e3o mesmo \u00e9 apresentada com o objetivo de reduzir as barreiras \u00e0 integra\u00e7\u00e3o e mobilidade entre \u00e1reas formais e informais.<\/p>\n<p><strong>A cidade de exce\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Embora estas ideias foram dominantes no debate pol\u00edtico, na cobertura da m\u00eddia e em muitas pesquisas acad\u00eamicas, uma contra-narrativa tamb\u00e9m emergiu em alguns departamentos universit\u00e1rios e nos crescentes movimentos sociais que surgiram para resistir \u00e0s v\u00e1rias reformas urbanas. Este conjunto de ideias foi desenvolvido por v\u00e1rios acad\u00eamicos, incluindo\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1bfXyaX\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Carlos Vainer<\/a> da IPPUR-UFRJ. Para Vainer e seus colegas, as origens do \u2018projeto de cidade\u2019 est\u00e3o atribu\u00eddas a uma transi\u00e7\u00e3o progressiva, desde os anos 90, de um modelo \u2018administrativo\u2019 para um modelo \u2018empresarial\u2019 de governan\u00e7a urbana. De acordo com o \u00faltimo, o objetivo principal das autoridades urbanas do Rio \u00e9 atrair capital internacional m\u00f3vel em competi\u00e7\u00e3o com outras \u2018cidades globais,\u2019 com as necessidades dos atuais moradores em segundo plano.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rioonwatch.org.br\/?attachment_id=12871\" rel=\"attachment wp-att-12871\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-12871\" title=\"Est\u00e1 ocorrendo o retorno da pol\u00edtica de remo\u00e7\u00e3o de favelas no \u00e2mbito do 'projeto de cidade'. Foto por Lianne Milton\" src=\"http:\/\/rioonwatch.org\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/8511092299_8f7a72b161_z.jpg\" alt=\"\" width=\"369\" height=\"248\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os mega-eventos desempenham um papel crucial em tal estrat\u00e9gia. A curto prazo, atraem empresas e turistas, na dura\u00e7\u00e3o do evento mesmo (embora os eventos s\u00e3o amplamente visto como incapazes de compensar os enormes investimentos p\u00fablicos feitos pelos pa\u00edses de acolhimento), enquanto, a longo prazo, podem servir para aumentar o perfil internacional de uma cidade. Mais importante, o estatuto jur\u00eddico discut\u00edvel associado com os mega-eventos permite a suspens\u00e3o de normas legais e contesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, criando um \u2018estado de exce\u00e7\u00e3o\u2019. Isso permite os governos e seus parceiros a atropelar os direitos dos cidad\u00e3os em busca de suas metas imediatas e de longo prazo usando o pretexto que decis\u00f5es \u2018de cima para baixo\u2019, \u00e0 portas fechadas, e r\u00e1pidas s\u00e3o do interesse dos eventos e da cidade.<\/p>\n<p>De acordo com a narrativa da \u2018cidade de exce\u00e7\u00e3o\u2019, o resultado do \u2018projeto de cidade\u2019 n\u00e3o \u00e9 integra\u00e7\u00e3o, mas segrega\u00e7\u00e3o. A cria\u00e7\u00e3o de est\u00e1dios de classe mundial (ou \u2018padr\u00e3o FIFA\u2019) leva a elitiza\u00e7\u00e3o por cobrar uma tarifa inacess\u00edvel aos torcedores de classe trabalhadora. Enquanto isso, as exig\u00eancias de acolher os eventos podem ser usadas como disfarce para erradicar os usos de terra que deixem de captar o \u2018valor\u2019 completo&#8211;tal como \u00e1reas potencialmente lucrativas ocupadas por favelas ou pr\u00e9dios p\u00fablicos. Em um sentido mais geral, uma cidade \u2018empresarial\u2019 tende a empurrar os moradores de renda baixa para as \u00e1reas de menos valor, localizando habita\u00e7\u00e3o acess\u00edvel nas periferias urbanas distantes e por priorizar transporte e infraestrutura para as \u00e1reas mais luxuosas e mais estrategicas. Quanto \u00e0s interven\u00e7\u00f5es enfocadas em melhorar a integra\u00e7\u00e3o de favelas, estas s\u00e3o interpretadas como um tipo de \u2018<a href=\"http:\/\/bit.ly\/KwDJDZ\">novo higienismo<\/a>\u2019, tentando civilizar as favelas ou, pelo menos, minimizar sua amea\u00e7a (percebida ou real) para o resto da cidade.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No rastro dos protestos de junho, muitas das quest\u00f5es, que foram em grande parte abandonadas pela pol\u00edtica convencional, pela m\u00eddia e nos debates acad\u00eamicos foram reabertas. Isso gra\u00e7as aos f\u00f3runs on-line, incluindo este, e \u00e0s vozes de oposi\u00e7\u00e3o dentro da academia onde uma gama rica de ideias alternativas surgiram a partir de um per\u00edodo de hegemonia ideol\u00f3gica poderosa. Mais importante ainda, movimentos populares emergentes de comunidades amea\u00e7adas, como <a href=\"http:\/\/bit.ly\/15BSkDc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Aldeia Maracan\u00e3<\/a>, <a href=\"http:\/\/bit.ly\/Nfddvg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Vila Aut\u00f3dromo<\/a> e <a href=\"http:\/\/bit.ly\/16w2zz1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rocinha<\/a> com sua campanha \u201c<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1cUVtrg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Cad\u00ea Amarildo?<\/a>\u201d, tem provado que a resist\u00eancia \u00e9 poss\u00edvel e\u00a0pode ter grandes resultados.<\/p>\n<p>O novo espa\u00e7o que as manifesta\u00e7\u00f5es criaram \u00e9 promissor e deve ser aproveitado. Isso pode requerer o engajamento com ideias progressistas no cerne da narrativa da cidade p\u00f3s-Terceiro Mundo, real\u00e7ando o quanto as interven\u00e7\u00f5es atuais desviaram dos ideais e por for\u00e7ar continuamente o \u2018projeto de cidade\u2019 a cumprir as promessas de benef\u00edcios p\u00fablicos e n\u00e3o privados. Embora a democratiza\u00e7\u00e3o verdadeira do \u2018projeto de cidade\u2019 parece estar em um futuro distante, j\u00e1 est\u00e1 claro que os piores excessos podem ser desafiados e vencidos. Faltando meio ano para a Copa do Mundo e tr\u00eas anos para as Olimp\u00edadas, ainda h\u00e1 muito para ser decidido e contestado. O resultado determinar\u00e1 em que tipo de cidade os cariocas viver\u00e3o nas d\u00e9cadas vindouras.<\/p>\n<p><em>Matthew Richmond atualmente est\u00e1 fazendo sua pesquisa de doutorado sobre redes sociais e os impactos dos mega-eventos em duas favelas. Leia mais em seu <em><a href=\"http:\/\/bit.ly\/19QIwwz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">blog<\/a><\/em>.<\/em><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Ap\u00f3s um ano de manifesta\u00e7\u00f5es, \u00e9 hora de re-examinar que tipo de &#8216;projeto de cidade&#8217;\u00a0est\u00e1 emergindo no Rio de Janeiro. 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