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Em maio de 2010, a Comunidades Catalisadoras, uma organização sem fins lucrativos nos EUA (501c3) e uma ONG com sede no Rio de Janeiro, lançou o RioOnWatch, um programa para trazer visibilidade às vozes das favelas na prévia dos Jogos Olímpicos de 2016 , a serem realizados no Rio de Janeiro. De 2010 a 2016, o site de notícias, RioOnWatch.org, foi o nosso principal veículo para a publicação das perspectivas dos organizadores comunitários, moradores, observadores internacionais e pesquisadores sobre as rápidas transformações urbanas que caracterizaram o Rio pré-Olímpico.

Desde do início de 2017, a nova linha editorial da RioOnWatch está empenhada em:

  • Documentar a visão dos moradores das favelas sobre e para políticas públicas, de modo a informar os tomadores de decisão municipais e profissionais internacionais desenvolvimento.
  • Publicar colunas específicas de favelas e opiniões escritas por moradores de favelas de modo a integrar as perspectivas das favelas em suas próprias comunidades.
  • Destacar as estratégias de organizações, soluções comunitárias e tecnologias ecológicas de favelas no Rio e em todo o mundo de modo a informar e inspirar iniciativas de desenvolvimento colaborativo e sustentável de base.
  • Popularizar conceitos de planejamento urbano para que cidadãos possam desenvolver suas comunidades de forma mais eficaz.
  • Observar o legado Olímpico e monitorar a cobertura da imprensa nacional e internacional nas favelas, de modo a manter e aproveitar o legado do RioOnWatch como um site de notícias de monitoramento Olímpico e oferecer lições para as cidades contempladas ou que estejam sediando megaeventos.
  • Analisar paralelos e mostrar solidariedade às comunidades informais em todo o mundo, para estabelecer conexões, redes de apoio e um senso de experiência e propósito comuns em comunidades tradicionalmente isoladas em todo o mundo (e em parceria com grupos ou sites similares à ComCat/RioOnWatch).
  • Continuar a analisar, introduzir e informar políticas locais e debates sociais sobre o Rio de modo a reforçar drasticamente a compreensão contextual e a compaixão necessárias para gerar maiores mudanças políticas que venham a beneficiar toda a sociedade.

Desde do seu início, o programa RioOnWatch tem trabalhado para aumentar a participação de jornalistas comunitários e observadores internacionais através de artigos e reportagens sobre as transformações do Rio, e também tem dialogado com a grande imprensa e a imprensa alternativa visando gerar uma visão mais precisa das favelas, das suas contribuições à cidade e de suas perspectivas.

2010: Chamada Original do RioOnWatch para Ação

Depois de três décadas de estagnação, a cidade do Rio de Janeiro hoje está em plena transformação. Com um custo de vida mais caro do que o de Nova York, é uma cidade marcada por décadas de má governança e falta de investimentos, neste momento, a governança da cidade está agindo na direção de tirar aproveito do fato de ter sido escolhida para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, e a reconstituir-se como ‘uma cidade global’.

No entanto, apesar das iniciais divulgações positivas pela imprensa sobre as políticas de intervenção nas favelas da cidade, e um trabalho significativo por parte da administração da cidade para gerar uma imagem positiva diante da opinião pública internacional, a maré mudou em 2013, com crescentes conflitos e debates sobre estas políticas que têm demonstrado que estão exacerbando a infame desigualdade do Rio. Conhecida como a “Cidade Maravilhosa” pela sua beleza geográfica, o Rio é também conhecida como a “cidade partida” pelos habitantes locais, que muitas vezes vivem lado a lado ricos e pobres, e mesmo assim ainda enfrentam grandes disparidades e segregações históricas no acesso aos serviços públicos com os cidadãos cariocas de baixa renda sendo estigmatizados, em vez de apoiados, na busca por oportunidades.

Como se dará o amadurecimento do Rio? Qual vai ser o destino das mundialmente famosas favelas da cidade, comunidades numeradas em mais de 1000 hoje? Como a cidade lida atualmente com essas comunidades? O que ainda podemos prever? Como o Rio irá aproveitar esta oportunidade única de crescer e consolidar a sua economia sem comprometer o seu patrimônio cultural único, e de maneira que reduza a desigualdade?

Estes são os temas do RioOnWatch.

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